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Por que os preços dos bilhetes de TGV aumentarão em média 1,5% em 2025

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É início de ano e hora de revisões de preços. O diretor dos trens TGV e Intercidades, Alain Krakovitch, anunciou o esperado aumento de preços na quarta-feira, 8 de janeiro. O preço dos bilhetes de TGV aumentará 1,5%, o que corresponde ao nível de inflação previsto pelo Banque de France para 2025.

“Isto representa um aumento de menos de 1 euro por bilheteavalia o chefe do TGV, mais como 70 centavos. » Estará concentrado nos ingressos mais caros. O aumento não se aplica aos primeiros preços – os bilhetes mais baratos no Ouigo para viajantes que reservam com bastante antecedência, ou os bilhetes mais baratos no cartão Avantage. Mas o aumento será significativo nos bilhetes mais caros, muitas vezes nos destinos e datas mais populares. Será então entre 1 e 7 euros.

Nos comboios intermunicipais (como o Paris-Clermont-Ferrand ou o Paris-Limoges-Toulouse), que não são de alta velocidade, é o Estado quem fixa os preços. O aumento das tarifas destes comboios chamados de “equilíbrio territorial” será superior à inflação, de 1,9% em média.

Vítimas do seu sucesso

O degrau poderia ter sido muito maior, garante o chefe do TGV. Os custos operacionais dos trens de alta velocidade estão galopando mais rápido que os preços. Entre as portagens pagas para circular os comboios nos carris operados pela SNCF Réseau (uma subsidiária da SNCF) e as incertezas sobre os preços da energia, ele estima que os seus custos aumentarão 3%. “Cobriremos metade deste custo adicional”explica Krakovitch, que lembra que os TGV não são subsidiados pelo Estado. Eles representam uma parte essencial do lucro da SNCFque é redirecionado pelo Estado para a manutenção das infraestruturas ferroviárias e catenárias, bem como para a modernização da sinalização.

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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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