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Preso do semiaberto é pego com explosivos usados em tentativa de roubo em banco no interior do AC

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A Polícia Civil identificou três pessoas suspeitas de estarem envolvidas na tentativa de roubo e explosão de um caixa eletrônico na agência do Banco do Brasil, em Brasileia, no interior do Acre, e um deles é monitorado por tornozeleira eletrônica.

De acordo com o delegado Marcos Cabral, pelo menos quatro pessoas teriam entrado na agência na madrugada de quinta-feira (29). Após a fuga do grupo, foi identificada uma mulher que teria cedido o veículo para o grupo, um monitorado por tornozeleira eletrônica que guardou os explosivos e um homem que deu suporte na ação.

Uma equipe especializada da Polícia Federal, do Grupo de Bombas Explosivas (GBE), foi destacada para o bairro Nazaré e detonaram a dinamite encontrada. Toda a área no perímetro de 200 metros foi isolada e moradores evacuados por medida de segurança. Cerca de 5 quilos de explosivos foram detonados.

“Fizemos várias diligências e conduzimos três pessoas que constatamos, após a investigação, nesse evento criminoso. Um dos indivíduos, monitorado por tornozeleira eletrônica, estava portando os explosivos tipo dinamite, nos fundos da residência de sua genitora”, disse o delegado.

Segundo informou o delegado, pelo menos dois dos envolvidos são de fora do estado e chegaram dias antes no município para planejar o roubo.

“Os autores chegaram e se homiziaram e ficaram em uma chácara na zona rural do município de Brasileia e passaram cerca de quatro dias na cidade para conhecer possíveis rotas de fuga. Fizeram todo esse planejamento na casa desse indivíduo e, no dia dos fatos, enveloparam o carro para tentar ludibriar a ação da polícia”, informou.

O delegado informou ainda que as investigações continuam e que as equipes continuam com as buscas.

“Sabemos que foram aproximadamente quatro indivíduos, dois temos essas informações iniciais e sabemos também da participação de um boliviano”, conclui.

Ainda segundo informou a polícia, o policial militar, atingido pelo disparo durante o confronto com os criminosos, foi transferido para Rio Branco, onde recebeu atendimento médico, mas esta bem.

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No AC, visitas são suspensas em presídio após descoberta de plano de fuga em massa; veja

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Foram apreendias teresas, que são cordas feitas de lençóis, e estoques dentro das celas do Chapão, no FOC em Rio Branco.

Foram apreendias teresas, que são cordas feitas de lençóis, e estoques dentro das celas do Chapão — Foto: Ascom/Iapen-AC

Foram apreendias teresas, que são cordas feitas de lençóis, e estoques dentro das celas do Chapão — Foto: Ascom/Iapen-AC.

As visitas familiares foram suspensas novamente na Unidade de Regime Fechado nº 01, conhecido como Chapão, do Complexo Prisional Francisco d’Oliveira Conde (FOC), em Rio Branco, após as equipes de segurança descobrirem um plano de fuga em massa.

A descoberta ocorreu nesta sexta-feira (14) durante revista nos pavilhões. Foram apreendidas teresas, que são cordas feitas de lençóis, estoques – armas artesanais – e celas danificadas nos pavilhões.

O Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC) disse que os presos planejavam fugir no domingo (16), quando ocorre o retorno das visitas após quatro meses suspensas.

Na terça (11), o Iapen-AC publicou uma portaria que determina o retorno gradual das visitas a cada 15 dias nas unidades prisionais do estado. As visitas íntimas que eram feitas na semana, ainda não estão permitidas. A suspensão começou no mês de março devido à pandemia do novo coronavírus.

Porém, com a fuga frustrada nesta sexta, todos os presos do Chapão (pavilhões G, H, I, J, K e L) não vão receber visitas. A programação segue normalmente para os demais detentos.

O Iapen-AC destacou que a medida é para garantir a segurança dos parentes dentro da unidade.

Equipes acharam salas danificadas e um buraco no Chapão — Foto: Ascom/Iapen-AC

Equipes acharam salas danificadas e um buraco no Chapão — Foto: Ascom/Iapen-AC

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Servidor público do AC é investigado após postagens de ‘ódio’ contra pessoas transgêneras

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Servidor é lotado em secretaria que defende os direitos humanos e é acusado de ‘disseminar intolerância e discurso de ódio contra pessoas transgêneras’.

Servidor da Secretaria de Assistência Social dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres é investigado por postagens ofensivas  — Foto: Reprodução

Servidor da Secretaria de Assistência Social dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres é investigado por postagens ofensivas — Foto: Reprodução.

O pastor e servidor da Secretaria de Assistência Social dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres (SEASDHM) Nelson de Freitas Correia está sendo investigado por homofobia e transfobia.

O Ministério Público Federal enviou para a Promotoria Especializada em Direitos Humanos e à Promotoria Especializada na Proteção do Patrimônio Público do Ministério Público do Acre (MP-AC) denúncia contra o servidor público por ‘disseminar intolerância e discurso de ódio contra pessoas transgêneras’.

O governo do Acre afirmou, por meio de nota, que não compactua com nenhuma prática discriminatória. Além disso, destacou que o caso é investigado também internamente pela secretaria.

Publicação apagada

Ao G1, Nelson da Vitória, como é conhecido, disse que não foi notificado e nem sabia da decisão. Ao ouvir sobre o tipo de crime que teria praticado, ele disse que apagou uma postagem e que não ia mais falar sobre o caso.

“Você está me trazendo uma novidade, não sabia. Não tenho nada para falar, essa publicação da Natura [do Dia dos Pais com o ator Tammy Miranda] já foi comentado e apaguei. Vou aguardar a notificação e quando for vamos nos posicionar”, disse.

Representações

O MPF-AC destaca na documentação que, como representante de uma pasta que deve defender os direitos humanos, o servidor não pode adotar um discurso de ódio e de intolerância contra as pessoas transgêneras.

“O procurador ressalta também que racismo e discurso de ódio não são protegidos pela liberdade de expressão, conforme decidiu o Supremo Tribunal Federal, pois a liberdade de expressão não é absoluta e deve ser exercida de acordo com os limites da Constituição Federal”, destaca.

O órgão federal também pediu que o servidor público seja responsabilizado por danos morais coletivos e que seja instaurado um procedimento administrativo no setor.

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