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PRF e PF desbloqueiam BR-364 em Extrema, RO

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6 anos atrásem

O bloqueio do Km 1042 na BR-364, altura de Extrema, distrito de Porto Velho, foi desfeito por volta das 7h desta sexta-feira (12) por equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Federal (PF). Desde as primeiras horas da última terça-feira (9), manifestantes seguiam na região cobrando pelo retorno do transporte escolar rural. O movimento durou mais de 70 horas. Segundo a assessoria da PRF, os manifestantes aceitaram pacificamente abrir a BR-364 novamente. Entretanto, informaram que caso a prefeitura não cumpra com a promessa de retomar o serviço de transporte escolar, um novo bloqueio será feito. O executivo local informou no primeiro dia de movimento que entregaria os ônibus na próxima segunda-feira (15). O desbloqueio foi realizado em cumprimento de uma determinação judicial que solicitava a suspensão do protesto. A juíza Grace Anny de Souza, da 1ª Vara Federal Cível de Rondônia, atendeu ao pedido da Advocacia Geral da União do estado (AGU-RO) e expediu a ordem na última quarta-feira (10). Segundo a juíza, o bloqueio gerava “entraves e restrições aos usuários da citada rodovia”. Grace também justificou que a manifestação tem utilizado, de forma abusiva, os “direitos de reunião e de livre associação”. Manifestantes se concentravam na região desde a madrugada a última terça-feira (9). PRF/Divulgação No dia da determinação, a PRF havia informado que estava “acionando forças auxiliares”, mas a corporação só conseguiu se deslocar durante a madrugada desta sexta. O motivo da demora foi “questão de planejamento”. Ao todo, foram três equipes da PRF e uma da PF com quatro policiais em cada uma. Os moradores de distritos da Ponta do Abunã pediam por transporte escolar para que as crianças da zona rural possam iniciar o ano letivo de 2019, que já está atrasado, além de melhorias nas estradas vicinais da região, que estão em péssimas condições. Eles bloquearam a rodovia federal com troncos de árvores e pneus. Apenas veículos pequenos e ambulâncias eram liberados para passagem. A BR-364 é o principal acesso ao Acre. O bloqueio em Extrema, distante cerca de 360 quilômetros do centro da capital, dificultava não apenas o transporte de pessoas, mas o escoamento da produção local. Local é o principal acesso ao Acre. PRF/Divulgação
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Minicurso para agricultores aborda qualidade e certificação de feijão — Universidade Federal do Acre

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1 semana atrásem
15 de abril de 2025
O projeto Bioeconomia e Modelagem da Cadeia Produtiva dos Feijões do Vale do Juruá realizou o minicurso “Controle de Qualidade de Feijões Armazenados e Certificação de Feijão”, ministrado pelos professores Bruno Freitas, da Ufac, e Guiomar Sousa, do Instituto Federal do Acre (Ifac). As aulas ocorreram em 30 de março e 1 de abril, em Marechal Thaumaturgo (AC).
O minicurso teve como público-alvo agricultores e membros da Cooperativa Sonho de Todos (Coopersonhos), os quais conheceram informações teóricas e práticas sobre técnicas de armazenamento, parâmetros de qualidade dos grãos e processos para certificação de feijão, usados para agregar valor à produção local e ampliar o acesso a mercados diferenciados.
“Embora existam desafios significativos no processo de certificação do feijão, as oportunidades são vastas”, disse Bruno Freitas. “Ao superar essas barreiras, com apoio adequado e estratégias bem estruturadas, os produtores podem conquistar mercados internacionais, aumentar sua rentabilidade e melhorar a sustentabilidade de suas operações.”
Guiomar Sousa também destacou a importância do minicurso para os produtores da região. “O controle de qualidade durante o armazenamento do feijão é essencial para garantir a segurança alimentar, preservar o valor nutricional e evitar perdas que comprometem a renda dos agricultores.”
O minicurso tem previsão de ser oferecido, em breve, para alunos dos cursos de Agronomia da Ufac e cursos técnicos em agropecuária e alimentos, do Ifac.
O projeto Bioeconomia e Modelagem da Cadeia Produtiva dos Feijões do Vale do Juruá é financiado pela Fapac, pelo CNPq e pelo Basa. A atividade contou com parceria da Embrapa-AC, da Coopersonhos e da Prefeitura de Marechal Thaumaturgo.
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Projeto oferece assistência jurídica a alunos indígenas da Ufac — Universidade Federal do Acre

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1 semana atrásem
15 de abril de 2025
O curso de Direito e o Observatório de Direitos Humanos, da Ufac, realizam projeto de extensão para prestação de assistência jurídica ao Coletivo de Estudantes Indígenas da Ufac (CeiUfac) e a demais estudantes indígenas, por meio de discentes de Direito. O projeto, coordenado pelo professor Francisco Pereira, começou em janeiro e prossegue até novembro deste ano; o horário de atendimento é pela manhã ou à tarde.
Para mais informações, entre em contato pelo e-mail cei.ccjsa@ufac.br.
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Ufac discute convênios na área ambiental em visita ao TCE-AC — Universidade Federal do Acre

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2 semanas atrásem
11 de abril de 2025
A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou de uma visita institucional ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), com o objetivo de tratar dos convênios em andamento entre as duas instituições. A reunião, que ocorreu nesta sexta-feira, 11, teve como foco o fortalecimento da cooperação técnica voltada à revitalização da bacia do igarapé São Francisco e à ampliação das ações conjuntas na área ambiental.
Guida destacou que a parceria com o TCE em torno do igarapé São Francisco é uma das mais importantes já estabelecidas. “Estamos enfrentando os efeitos das mudanças climáticas e precisamos de mais intervenções no meio ambiente. Essa ação conjunta é estratégica, especialmente neste ano em que o Brasil sedia a COP-30 [30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima].”
A reitora também valorizou a atuação da presidente Dulcinéia Benício à frente do TCE. “É uma mulher que valoriza a educação e sabe que é por meio da ciência que alcançamos os objetivos importantes para o desenvolvimento do nosso Estado”, completou.
Durante o encontro, foram discutidos os termos de cooperação técnica entre o TCE e a Ufac. O objetivo é fortalecer a capacidade de resposta das instituições públicas frente às emergências ambientais na capital acreana, com o suporte técnico e científico da universidade.
Para Dulcinéia Benício, o momento marca o fortalecimento da parceria entre o tribunal e a universidade. Ela disse que a iniciativa tem gerado resultados importantes, mas que ainda há muito a ser feito. “É uma referência a ser seguida; ainda estamos no início, mas temos muito a contribuir. A universidade tem sido parceira em todos os projetos ambientais desenvolvidos pelo tribunal.”
Ela também ressaltou que a proposta vai além da contenção de enxurradas. “O projeto avança sobre aspectos sociais, ambientais e de desenvolvimento, que hoje são indispensáveis na execução das políticas públicas.”
Participaram da reunião o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; o pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, além de professores e pesquisadores envolvidos no projeto. Pelo TCE, acompanharam a agenda os conselheiros Ronald Polanco e Naluh Gouveia.
Também estiveram presentes representantes da Secretaria de Estado de Habitação e Urbanismo, da Fundape e do governo do Estado. O professor aposentado e economista Orlando Sabino esteve presente, representando a Assembleia Legislativa do Acre.
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