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Quaquá entra na disputa pela presidência do PT e c…

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Quaquá entra na disputa pela presidência do PT e c...

Lucas Mathias

O prefeito da cidade de Maricá (RJ), Washington Quaquá, anunciou que vai entrar na disputa pela presidência do diretório nacional do PT. Hoje vice-presidente do partido, sob a gestão da ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, Quaquá anunciou sua decisão em publicação nas redes sociais na noite desta quinta-feira, 10. Com isso, ele se coloca na briga pelo comando do partido que já tem o ex-prefeito de Araraquara (SP) Edinho Silva e o deputado federal Rui Falcão como postulantes. 

Em seu anúncio, Quaquá afirmou que sua candidatura busca “fazer o debate político e garantir a revitalização” do PT, para “devolver ao partido sua vocação histórica, que é estar ao lado do povo e dos mais humildes nas suas lutas e necessidades”. No texto publicado, ele elogia ainda o mandato de Gleisi que, segundo ele, “sempre foi muito leal ao presidente Lula” e “teve papel fundamental” na volta dele ao Planalto. 

Tratado como favorito na disputa até o momento, Edinho Silva é o candidato apoiado pelo presidente Lula para a eleição do partido. O correligionário foi alfinetado por Quaquá, que criticou sua distância da parcela mais pobre da população e apontou que ele terá dificuldade em conduzir politicamente a sigla. 

“Quero um PT popular, dentro das favelas de todo o País. Edinho nunca sujou os sapatos numa comunidade. Não sabe o que é povo. Além disso, não tem condições de unificar o partido e não terá o meu apoio. Quero ser presidente do PT para unir a CNB e o maior partido de esquerda do Hemisfério Sul”, projetou, ao citar a frente Construindo Um Novo Brasil (CNB), uma das mais fortes dentro do partido. 



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Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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Charge do JCaesar: 05 de maio

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Felipe Barbosa

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A articulação para mudar quem define o teto de jur…

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A articulação para mudar quem define o teto de jur...

Nicholas Shores

O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN). 

A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica. 

Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.

A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira. 

Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.

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Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios. 

Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.

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Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.

Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.

Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.

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Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.

Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.



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