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Quatro principais sinais indicam quando o amor chegou ao fim

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Ao contrário do que muita gente imagina, em relacionamentos de anos também acontece. 

Quando tudo parece estar bem, pensar que o amor pode ter acabado é difícil para ambas as partes. Vocês se gostam, mas já não é como antes. Muitas pessoas confundem a acomodação com o amor e é o motivo que mais as leva a permanecer em um relacionamento vazio. 

Pensar no término pode doer, mas insistir em algo sem sentimento, pode ser ainda pior, tanto para você, quanto para quem está ao redor.

A rede social, Meu Rubi, elencou alguns sinais claros de que o amor na relação de vocês chegou ao fim.  

  • O sexo tornou-se obrigação

No começo era tudo lindo, excitante, vocês dois queriam o tempo todo. Claro, era novidade! É normal que o sexo esfrie depois de muito tempo juntos, mas não é normal se acomodarem e ficar por isso mesmo.

Quando você ou ele estão transando por obrigação e não há mais aquele desejo, aquela vontade, é hora de ligar o alerta, pois o amor pode ter ido embora. 

Fique atento também à intimidade de vocês, que não deve ser só aquela de amigos, a intimidade de um casal jamais deve estar ausente, pois quando ela se perde, pode ter certeza que não há mais volta. 

  • Você não se importa mais 

Um sinal quase que gritante é quando você já não tem mais ânimo para dar presentes como antes, para cuidar da pessoa como antes, para se importar com as coisas que ela faz. É como se você estivesse apenas vivendo no automático, não tem sentimentos, não tem reações, tudo tanto faz como tanto fez.

  • Tudo que o parceiro faz irrita você

É, sabe aquele apelido que ele sempre te chamou e você gostava, mas agora não curte mais? Ou então as atitudes dele, que sempre foram tão rotineiras e você nem dava bola, mas agora parecem o fim do mundo.

Além de claro, você ter um motivo para brigar o tempo todo, e ele sempre está errado. E obviamente, o jeito dele também não está o agradando nem um pouco.

  • Se imagina em outras relações

Parece que você nunca voltaria a pensar em nenhum de seus ex, pois sempre foi tão feliz com quem está. Mas quando começa a ter pensamentos do tipo “será que meu ex faria isso?” ou como seria seu relacionamento com qualquer outra pessoa que não seja seu parceiro, a situação pode estar crítica. Imagine a relação chegar ao nível em que você se imagina com outros. Ainda pode ser que, mesmo se ficar sozinho, será melhor do que permanecer nisso que está. 

Quando a gente percebe que não ama mais o parceiro, não devemos nos culpar, pois isso acontece e ninguém é obrigado a permanecer em um relacionamento onde não está feliz, não sinta culpa por não amar mais!

Entretanto, o mais certo a fazer é ser sincero e deixar o outro livre para encontrar alguém, assim como você. 

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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