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RBTrans atenderá serviços de multas na própria sede a partir de julho

A partir de 1º julho, o atendimento dos serviços de multas geradas pela Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans), passam a ser realizados na sede do próprio órgão, localizada na Rodoviária Internacional de Rio Branco, Segundo Distrito, na Via Verde.

Para garantir mais segurança nas vias, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê que os municípios assumam a responsabilidade viária, o convênio entre Departamento Estadual de Trânsito do Detran do Acre (Detran/AC) e a Superintendência, permite que o órgão municipal atue como fiscalizador.

Antes esses serviços eram realizados na Unidade de Habilitação e Multas do Detran/AC, localizada na Av. Ceará. Porém devido ao convênio, passam a ser a ser atendidos na sede da RBTrans, que já possui estrutura necessária para receber a população.

“Salientamos aos nossos usuários que verifiquem a órgão autuador das infrações, pois, se forem multas geradas pelo Detran/AC, o atendimento continua normalmente em nossa sede”, explica a chefe da Divisão de Multas do Departamento, Heretuza Pessoa.

Os órgãos estabeleceram um cronograma para a transferência de atendimentos para RBTrans, confira:

A partir do dia 1° de julho:
Solicitação da cópia de autos de infração e aviso de recebimento;
Indicação condutor;
Notificação da autuação;
Notificação de penalidade;
Advertência por escrito.
A partir do dia 1º de agosto:
Julgamento referente a autuação (defesa prévia)
Julgamento referente a penalidade (Recurso Jari)

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Erosão faz asfalto ceder e abre buraco com cerca de 2 m em calçadão no Centro de Rio Branco

G1AC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Um buraco se abriu após o asfalto ceder em um trecho do centro comercial do Calçadão Benjamim Constant, em Rio Branco, nesta quinta-feira (18). Segundo comerciantes, por volta das 8h, uma mulher passava pelo local quando o buraco se formou.

A rachadura, de quase 2 metros, é decorrente de uma erosão no local. O presidente do Sindicato dos Camelos, José Carlos Juruna, informou que tinha conhecimento de que o asfalto estava cedendo.

De acordo com ele, o local, onde passam cerca de 30 mil pessoas por dia, já havia tinha sido reparado.

“Nós tínhamos conhecimento, só que não esperávamos que fosse abrir assim, abriu mais de dois metros. Não sei se passa uma tubulação aqui. A gente já comunicou à Secretaria Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana (Seinfra) para vir aqui e eles ficaram de encaminhar uns engenheiros. A gente isolou a área para garantir a segurança”, disse Juruna.

O G1 entrou em contato com o secretário Marcos Venicio, para saber sobre as providências que devem ser tomadas, mas até a publicação desta reportagem não obteve resposta. Nem o Corpo de Bombeiros, nem a Defesa Civil Estadual foram acionados para atender a ocorrência.

A vendedora Meres de Goes trabalha bem em frente de onde ocorreu o desabamento. Comerciante no calçadão há cerca de 20 anos, ela disse que já havia percebido que o local estava cedendo e isso tem preocupado os comerciantes do local.

“Já vem descendo devagar há uns dias. Ontem [quarta,17] o presidente do sindicato foi informado, mas não deu tempo de resolver antes de cair de uma vez. Fico com medo de desabar tudo aqui e a gente ficar enterrado ou engolir a banca e aí acaba com tudo. É um local onde passa muitas pessoas. A moça ia passando bem na hora que arriou de vez, aí ela pulou. Graças a Deus ela não se machucou, foi só o susto”, contou.

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Para voltar a ter visitas, presos da Penal entregam 32 armas aos agentes penitenciários

Folha do Acre, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Por volta das 15h30 desta quarta-feira, 17, os detentos do Pavilhão H do Complexo Penitenciário de Rio Branco entregaram cerca de 32 armas artesanais à guarnição que realizava a guarda daquele local.

Segundo o diretor da Unidade, Fagner Souza, o ato se deu após o anúncio de que as visitas só voltariam ao normal depois que fosse certificado que não teria mais nenhum tipo de armamento artesanal no presídio.

“Eles escondiam as armas dentro da cela e, tentando impressionar a guarnição, começaram a jogá-las no corredor, como forma de se renderem para que as visitas voltem ao normal”, explicou.

Ainda de acordo com Fagner, mesmo após o ato onde os presos entregavam “voluntariamente” as armas, outras cinco foram encontradas, totalizando 37 “estoques”.

“Até não encontrarmos mais riscos aos visitantes e servidores, eles continuarão sem visitações por tempo indeterminado”, finalizou.

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