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Risco de inundação quando o ciclone Dana atinge a Índia, arrancando linhas de energia e árvores | Notícias meteorológicas
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Nenhuma vítima relatada após milhares de pessoas evacuadas; autoridades alertam para ventos fortes e chuvas torrenciais.
O ciclone Dana arrancou árvores e linhas de energia depois de atingir a costa leste da Índia, disseram as autoridades, alertando para fortes chuvas e ventos intensos.
Pelo menos 1,1 milhão de pessoas nos estados de Odisha e Bengala Ocidental foram transferidos para abrigos contra tempestades, informou a agência de notícias AFP, antes da chegada do ciclone, depois da meia-noite de sexta-feira, com ventos máximos sustentados de cerca de 110 km/h (68 mph) e rajadas de até 120 km/h (75 mph).
No meio da manhã de sexta-feira, Dana estava se movendo para o interior, ao longo da costa norte de Odisha, disse o Departamento Meteorológico da Índia (IMD). Espera-se que “enfraqueça gradualmente” e se transforme em depressão nas próximas seis horas.
Nenhuma morte foi relatada até agora, disse o ministro-chefe de Odisha, Mohan Charan Majhi, citado pelo jornal indiano The Telegraph.
“Nossa missão de zero vítimas foi bem-sucedida com a cooperação de todos”, disse Majhi.
O funcionário distrital Siddarth Swain disse à AFP que a tempestade deixou um “rastro de destruição” na cidade costeira de Puri.
“Muitas árvores e postes elétricos foram arrancados”, acrescentou. “Lojas improvisadas na extensa praia foram destruídas.”
Dana também inundou partes da costa depois de provocar um aumento no nível do mar de até 1,15 m (3,75 pés).
O Sundarbansa maior floresta de mangue do mundo, foi atingida por um “vento forte” que causou o arrancamento de centenas de árvores, disse à AFP o ministro de Bengala Ocidental, Bankim Chandra Hazra.
“O ciclone também danificou centenas de casas, arrancando telhados em zonas costeiras”, acrescentou.
Os principais aeroportos estão fechados desde quinta-feira à noite na capital de Bengala Ocidental, Calcutá, a terceira maior cidade da Índia e um importante centro de viagens, que foi castigada por fortes chuvas.
Os cientistas alertaram que as tempestades estão a tornar-se mais poderosas à medida que o mundo aquece devido às alterações climáticas provocadas pela queima de combustíveis fósseis. As superfícies oceânicas mais quentes libertam mais vapor de água, o que fornece energia adicional para tempestades, fortalecendo os ventos.
Uma atmosfera quente também permite que as tempestades retenham mais água, aumentando as chuvas fortes. Mas uma melhor previsão e um planeamento de evacuação mais eficaz também reduziram drasticamente o número de mortes.
As costas orientais da Índia são há muito tempo propenso a ciclonese o número de tempestades intensas está a aumentar ao longo da costa do país.
Em maio, o ciclone Remal matou pelo menos 48 pessoas na Índia e pelo menos 17 pessoas em Bangladesh, segundo dados do governo.
O ano de 2023 foi a temporada de ciclones mais mortal na Índia nos últimos anos, matando 523 pessoas e custando cerca de 2,5 mil milhões de dólares em danos.
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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