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Simony revela: “tumor sumiu”; câncer está em remissão há 1 ano e meio

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O motociclista de aplicativo Victor agora é aluno de Medicina na universidade pública. - Foto: Reprodução

Que notícia boa. A cantora Simony, de 48 anos, revelou que está em remissão há 1 ano e 6 meses do câncer de intestino e que é um verdadeiro “milagre”. “O tumor sumiu”, disse ontem (23) no Domingão com Huck, na TV Globo.

“Meu médico me chama de ‘milagre’. Quando eu apareço, ele diz: ‘olha, o meu milagrinho vindo ali’”, contou a artista após participação na performance de Belo ao relembrar a música ‘Superfantástico’, do Balão Mágico, grupo de Simony quando ainda era criança.

A artist descobriu o câncer, em 2022, fez 33 sessões de radioterapia, várias de quimioterapia, mas disse que foi a imunoterapia que realmente funcionou. E deixou um recado para quem passa pela mesma situação: “Tenham fé. Acreditem no seu médico”, ressaltou.

Confiança e otimismo

Durante o tratamento, Simony contou ter perdido todo o cabelo e até as sobrancelhas. Também afirmou que as sessões de quimio e radio a deixaram com muitas feridas pelo corpo. Mas que ela manteve o otimismo e a confiança.

Mãe de quatro filhos Ryan, Aysha, Pyetra e Anthony, a artista disse que “pediu a Deus” para ver o caçula – Anthony – crescer e conhecer os netos que ainda não tem.

“Eu tive muita fé, eu sempre acreditei. Eu digo que eu nunca perdi uma batalha e eu não ia perder essa também”, ressaltou.

Leia só notícia boa

Reações nas redes

Nas redes sociais, internautas e seguidores comemoraram a vitória de Simony e houve quem revelasse viver “milagre” semelhante.

“Também estou em remissão há 1 e 3 meses. É muito difícil vencer um câncer, ele afeta o corpo a mente. Mas tenham fé que tudo passa”, destacou um internauta.

Uma seguidora elogiou o fato de a artista ter fé e seguir as recomendações médicas. “Legal que ela não falou só da Fé, deixou claro que se deve ouvir os médicos e fazer todo tratamento direitinho.”

Outra internauta disse estar na torcida. “Manter a fé, mas fazer o tratamento direitinho. Simony, que essa cura permaneça e você consiga ser feliz e ter muita saúde.”

“Eu acredito que a gente tá revolucionando, o câncer tá aí e daqui a pouco a cura tá chegando”, concluiu a cantora.

Simony diz que fez quimioterapia, radioterapia e imunoterapia e que quando o médico que a a tratou a vê tem só um comentário: “Quando eu apareço ele diz “olha o meu milagrinho vindo ali”. Foto: @tvglobo/@sonoticiaboa Simony fez quimioterapia, radioterapia e imunoterapia e está livre do câncer há 1 anos e meio. – Foto: @tvglobo A cantora Simony, de 48 anos, conta que o câncer de intestino está em remissão. Após participação com Belo, no “Domingão com Huck” ela afirmou que o "tumor sumiu". – Foto: @tv globo A cantora Simony em participação com Belo, no “Domingão com Huck”. Ela afirmou que o “tumor sumiu”. – Foto: @tv globo

A cantora Simony emociona o público e os artistas ao dizer que está livre do câncer:



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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