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Sindmed-AC realiza Baile dos Médicos 2019

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O Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) realiza no dia 19 de outubro o tradicional Baile dos Médicos de 2019, na Maison Borges. A festa será animada pelo cantor Elias Sarkis e banda, além da participação de um DJ.

Como todos os anos, o evento visa comemorar o Mês dos Médicos, buscando reunir os profissionais e os familiares.

Segundo o presidente do Sindmed-AC, Murilo Batista, o baile é muito esperado pela classe e pela sociedade. “É um momento de confraternização, em que colegas, que possuem uma rotina agitada pelas longas horas de plantão, podem se encontrar e se divertir”.

No ano passado, a festa, animada pela Banca Karibe, contou com mais de 300 convidados, entre autoridades municipais e estaduais.

A mesa do Baile dos Médicos de 2019, com quatro lugares, que dá direito a um jantar e open bar, custa R$ 700, valor que poderá ser parcelado em duas vezes no cartão de crédito. O ponto de vendas é a sede da entidade, que fica na Rua Milton Matos, 225 – Bairro Bosque, ou pelos telefones: 3224-6483, 3224-2390 ou 9 8425-5280 (Whatsapp).    

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Sindmed-AC se reúne com Gladson Cameli para tratar sobre plantões extras e contratos emergenciais

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O presidente do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC), Murilo Batista, a diretora de Assistência do Pronto Socorro de Rio Branco, Michele Melo, e a médica Katia Fernanda, estiveram na manhã desta segunda-feira (14) em uma reunião com o governador Gladson Cameli e equipe para tratar sobre o risco de desassistência nos hospitais, garantia de pagamento de plantões extras e chamada de médicos em caráter emergencial caso os concursados que assinarem contratos não sejam suficientes para garantir o atendimento.

Murilo afirmou que atualmente já está existindo desassistência, haja vista que alguns médicos que terão contratos findados com a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) temem realizar os plantões extras e não receberem.

“Houve uma nota, mas os profissionais estão relutantes, pois estarão fora do Estado já em outubro e não acreditam que possam receber por folha suplementar porque nunca viram isso acontecer em governo algum”, diz o sindicalista.

A respeito dos plantões extras, Michele protocolou um documento relatando a falta de médicos que não teriam seus contratos renovados e pediram para sair dos extras.

Para Murilo, a necessidade é imediata e não cabe planos futuros a longo prazo. Ainda sobre os plantões extras, o presidente do Sindicato afirmou que os profissionais, mesmo com a garantia do governo, estão relutantes em cumprir plantões extras.

“Saúde é serviço emergencial, é algo que se trata hoje, não no futuro. Temos coisas emergenciais para resolver e os médicos querem essa garantia de que irão mesmo receber”, diz.

Michele Melo, afirmou que há, atualmente, 40 profissionais com contratos emergenciais e que é preciso a garantia de que, após o fim destes contratos, não haverá falta de médicos.

“Só lá temos 40 médicos com contratos emergenciais, cujos contratos irão acabar. Preciso de garantia de que haverá médicos após o fim do contrato dos emergenciais, que se os concursados não forem em número suficiente que ao menos renovem esses emergenciais”, diz.

O procurador-geral do Estado, João Paulo Setti, afirmou que o governo irá antecipar a chamada dos aprovados até o dia 24, justamente para que não ocorra desassistência.

A grande preocupação da direção do Sindmed-AC é que há uma disparidade entre os 212 médicos que terão seus contratos findados e os que serão chamados, que chegariam a 144.

O governador Gladson Cameli exigiu que sua equipe jurídica e da saúde apresentem solução imediata para o caso.

A secretária de Saúde, Mônica Feres, reiterou o compromisso de pagar os plantões extras e salientou que não haverá descontinuidade na oferta de serviços médicos.

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Sindmed-AC flagra irregularidades na Unacon e gerente diz que hospital funciona com 40% da capacidade

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Com obras paralisadas há cerca de dois anos, com o teto literalmente desabando sobre as cabeças de pacientes e acompanhantes, sem ambulatório, com uma emergência improvisada, contando apenas com 4 leitos, com dois pontos de oxigênio para atender a todos as pessoas que necessitarem e a falta de medicamentos básicos para a quimioterapia, a Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON) do Acre está longe de ser uma unidade preparada para atender os mais de três mil cidadãos que estão em tratamento continuo e os quase nove mil usuários que passam pelas instalações.
Os médicos do hospital se esforçam para manter tudo em funcionamento, como consultas e quimioterapia, haja vista que as tomografias e a radioterapia não estão sendo realizadas na unidade. O exame de imagem está sendo feito no Into, em Rio Branco, e as pessoas que precisam ser submetidos à radioterapia estão sendo encaminhados, em sua maioria, para o Hospital de Câncer de Barretos, conhecido como “Barretinho”, em Porto Velho (RO), por meio de gastos com o Tratamento Fora de Domicílio (TFD).
Sem condições mínimas de trabalho, os profissionais da Unacom fazem o que podem, desde se desdobrarem e dividirem um mesmo consultório com outro colega, até fazer vaquinha para comprar medicamentos para tratamentos não sejam interrompidos.
O médico cirurgião, David Carneiro, lamenta que haja fila de cirurgias de 5 anos de espera e que nada tem sido feito para mudar a realidade.
“Prescrevo a necessidade de cirurgia porque é o que identifico em muitos casos, mas eu mesmo não consigo fazer, porque há uma fila de mais de 5 anos”, diz.
Certo de que boa parte das demandas são ignoradas solenemente pelo Executivo, o diretor de assistência da unidade, o médico Francisco Pena, deixou de mirar em grandes coisas como a conclusão da reforma, a instalação de ar-condicionado e a utilização de uma moderna máquina para radioterapia, que está parada. Ele diz que só a reforma básica já ajudaria o hospital.
“Pelo menos ambulatório e corredor já nos ajudaria muito”, afirma o gestor.
Com problemas na instalação elétrica, ar-condicionado da recepção não pode ser acionado por causar a queda do sistema de computação. Na sala de quimioterapia existem apenas 12 cadeiras e várias pessoas são obrigadas a ficar em pé, aguardando a vez. “Pacientes com a saúde completamente debilitada”, contou um dos profissionais.
Francisco Pena diz que a Unacom só funciona com apenas 40% da estrutura do prédio. As salas ambulatoriais são improvisadas e o aparelho de radiografia não funciona.
No local, o Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) constatou ainda a falta de radioterapia, obrigando a encaminhar os pacientes para outros estados. A grande maioria dos usuários é encaminhada para Porto Velho e precisa aguardar até cinco meses para receber o atendimento, o que acaba comprometendo o tratamento e agravando o estado de saúde.
O detalhe de toda essa via crucis dos pacientes em busca da radioterapia é que os gastos extra com o deslocamento para outros centros poderiam ser evitados se não fossem entraves burocráticos para a liberação da instalação de um moderno aparelho na Unacon.
“Aparelho nós temos, e dos mais modernos, igual ao de Porto Velho, mas falta a parte de liberação de um documento para começar a atender os pacientes. Também é preciso que um ar-condicionado seja instalado na sala [em que são realizados os tratamentos]. Ficaria mais barato para o estado colocar condicionador de ar na sala do que pagar tratamento fora de domicílio para os pacientes”, explica Melk Andrade, um dos médicos da unidade.
A direção do Sindmed-AC constatou ainda, através do relato do médico David Carneiro, cirurgião da unidade, que existem pessoas aguardando por tratamento há anos. “ Eles esperam por procedimentos cirúrgicos, como de cabeça e tronco, por exemplo. Acontece que, algumas vezes, pacientes de patologias benignas recorrem à Justiça e acabam passando na frente destas pessoas”.
Mesmo trabalhando em um ambiente completamente sem condições e tendo que lidar com a falta de estrutura física, medicamentos e leitos, os profissionais seguem fazendo o melhor que podem.
“Aqui, é alta complexidade. Casos de câncer só tratam aqui e, mesmo assim, temos falta de quimioterápicos que temos muita dificuldade para comprar. As vezes faltam quimioterápicos básicos, que custa R$ 49 reais. Temos, hoje, 8,7 mil usuários com diagnóstico de câncer no Acre. Deste total, três mil estão em tratamento. Temos cerca de 50 pessoas em cuidados paliativos, que ficam em casa mesmo, e o médico vai até eles, mas, por nossa falta de estrutura, a nossa equipe do paliativo só chega até o Quinari. Nós fazemos tudo que conseguimos”, conta Melk Andrade.
O presidente do Sindmed-AC, Murilo Batista, afirmou que irá preparar um relatório com base na visita e encaminhará ao Ministério Público do Estado, solicitando providências urgentes.
“Os médicos não têm condições de trabalho, nem sequer dispõem de meios para realizar diagnóstico. Nós iremos oficiar a Secretaria de Saúde, mas, também, iremos levar o relatório até o Ministério Público”, diz.

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