POLÍTICA
Só Lula e Tarcísio têm saldo de imagem positivo en…

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Daniel Pereira
Pesquisa divulgada pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg mostrou que apenas o presidente Lula (PT) e o governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos), têm um saldo de imagem positivo entre dezenove políticos listados, a maior parte deles considerada presidenciável. O levantamento foi realizado entre 20 e 24 de abril, ouviu 5419 pessoas e tem margem de erro de um ponto percentual.
Pré-candidato à reeleição em 2026, Lula tem a imagem positiva para 53% e negativa para 47%, uma diferença favorável de seis pontos. Cortejado para desistir da renovação de mandato ao governo paulista e enfrentar o petista no próximo ano, Tarcísio é aprovado por 49% e rejeitado por 45%, o que lhe garante, portanto, uma margem positiva de quatro pontos.
Desgaste generalizado
Proibido de disputar eleições até 2030 e réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado, Jair Bolsonaro tem um saldo de imagem negativo de 11 pontos. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, cogitada para representá-lo nas urnas, registra um déficit um pouco menor, de 9 pontos. É metade do saldo negativo da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, que tem imagem positiva para 34% e negativa para 52%.
Com pré-candidatura já lançada, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), ostenta um saldo negativo de 25 pontos. Há potenciais postulantes com desempenho pior do que o dele, com destaque para o eterno presidenciável Ciro Gomes (-38 pontos), o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (-46), e Pablo Marçal (-53), que cresceu de forma meteórica na campanha pela prefeitura de São Paulo, mas acabou derrotado.
Refresco momentâneo
A pesquisa também mostrou que Lula e o governo conseguiram recuperar um pouco de fôlego em termos de popularidade. A aprovação do presidente, por exemplo, passou de 44,9% em março para 46,1% em abril. Já a reprovação caiu, no mesmo período, de 53,6% para 50,1%. Um levantamento do Datafolha divulgado no início de abril já havia detectado movimentado parecido: a interrupção do derretimento de imagem do presidente, cuja gestão, no entanto, continua a ser rejeitada pela maioria da população.
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A articulação para mudar quem define o teto de jur…

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5 de maio de 2025
Nicholas Shores
O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN).
A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica.
Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.
A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira.
Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.
Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios.
Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.
A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.
Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.
Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.
Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.
Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.
Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.
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