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South Korea Has Powerful Ways to Help Ukraine: Weapons, Intel

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  • South Korea is threatening to arm Ukraine in response to North Korea’s support for Russia.
  • Its weapon stockpiles could make a big difference for Ukraine.
  • But South Korea remains wary of getting involved in the Ukraine war.

South Korea threatened to send weapons and resources to Ukraine in response to its longtime foe, North Korea, escalating support for Russia’s invasion.

If it goes ahead, it could prove a powerful ally.

After an emergency National Security Council meeting this week, top South Korean officials condemned North Korea for sending troops to Russia.

Their mission hasn’t been made explicit, but Ukraine has said they’re there to join Russia’s invasion.

Officials also briefed news outlets that Seoul could send weapons to Ukraine as part of a series of phased countermeasures.

The South Korean news agency Yonhap on Tuesday cited security officials who said Seoul could even send military personnel to Ukraine to monitor North Korea’s presence in the conflict.

Russia’s foreign ministry threatened South Korea with “security consequences” should it get involved, Yonhap reported.

A fearsome arsenal

Analysts say Russia has a good reason to be concerned.

“South Korean weapons could potentially make a significant difference on both Ukraine’s defensive capabilities and offensive capabilities,” Jeremy Chan, a China and Northeast Asia analyst at the Eurasia Group, told Business Insider.

South Korea, a US ally, has built a formidable arsenal of weapons in its decadeslong standoff with North Korea.

It includes antiaircraft and antimissile systems which could help Ukraine defend its towns and infrastructure from Russian attacks, Chan said.

There are also “world-class” K9 Howitzer guns, K2 tanks, and multiple-rocket-launcher systems, Chan said.

Seoul has already aided the supply of much-needed 155 mm shells to Ukraine, albeit at one remove.

South Korea sent ammo to Western allies such as the US and Poland, which freed them up to send their own to Ukraine.

Ellen Kim, a Korea expert with the Center for Strategic and International Studies in Washington, DC, told BI that South Korean support for Kyiv could include giving intelligence on North Korean weapons and tactics.

Kim also said that “South Korea could assist in a psychological-warfare campaign against North Korean soldiers who may not want to fight in the war.”

The US defense secretary, Lloyd Austin, said on Wednesday that “there is evidence” that North Korean troops are already training in Russia and warned against them joining the fight.

Experts on the country’s military told BI that soldiers sent there would be put under harsh measures to discourage them from deserting.


Kim Jong Un and Vladimir Putin standing under a stone gazebo with their portraits displayed in massive frames behind them. They are surrounded by people in military dress and others in suits.

North Korea’s Kim Jong Un and Russia’s Vladimir Putin at a military parade in Pyongyang, North Korea, in June.

GAVRIIL GRIGOROV via Getty Images



South Korea hesitates

Significant obstacles stand in the way of South Korea arming Ukraine, though. Not least is South Korea’s long-standing ban on sending military assistance to foreign countries at war.

Chan said South Korean President Yoon Suk Yeol was domestically unpopular and would encounter difficulties repealing the law via South Korea’s center-left-dominated National Assembly.

“North Korea’s actions would have to present a clearer and more immediate threat to South Korea’s national security before we would expect the National Assembly to authorize export of weapons to Ukraine,” he said.

Another factor Chan and Kim cited was South Korea’s desire to not entirely destroy its relationship with Russia, despite its growing fears about the Kremlin empowering North Korea and emboldening its leader, Kim Jong Un.

In return for North Korean shells and military support in Ukraine, the Kremlin has sought to stymie United Nations inspections of North Korea’s nuclear program and could be prepared to hand it sophisticated military technology.


Yoon Suk Yeol speaking from a podium.

South Korean President Yoon Suk Yeol is mulling sending arms to Ukraine.

Seong-Joon Cho/Getty Images



Entrapment dilemma

Chan said Yoon was figuring out the best way to deter Russia.

“Seoul believes that the threat to provide weapons gives it more leverage over Moscow than it would have if South Korea were to begin providing weapons directly,” he said.

Future diplomatic and trade ties are another reason South Korea is hesitating to act — as well as the prospect of being pulled further into the Ukraine war than it intends.

“There is a possibility South Korea could be shooting at Russians and/or North Koreans, and it would internationalize and widen the war further,” Sean McFate, a strategy professor at Georgetown University, told BI.

“Worst case is it sparks a nuclear war on the Korean peninsula that drags the US and China into armed conflict.”

But the escalating alliance between Russia and North Korea may soon reach a point where South Korea feels it needs to act.

Because of Russia’s increasing reliance on North Korea, Kim Jong Un finds himself in a powerful position to negotiate sophisticated technology in return.

Such an exchange, Chan said, could be the red line that compels South Korea to get involved in the Ukraine war and send weapons.

Though it has the military power to enable Ukraine to hurt Russia, it’s an escalation that comes with real risks.

As Kim, the CSIS analyst, put it: “North Korea’s involvement dramatically raises the risk of entrapment for South Korea in the war.”



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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