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Streaming: filmes e séries com presidentes dos EUA – 07/11/2024 – Ilustrada

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Beatriz Izumino

Esta é a edição da Maratonar, a newsletter da Folha que ajuda você a se achar no meio de tantas opções de séries e filmes no streaming. Quer recebê-la todas as sextas no seu email? Inscreva-se abaixo:

Na ressaca de uma madrugada de tensão com a apuração das eleições presidenciais dos Estados Unidos (Donald Trump ganhou, caso você tenha escapado das notícias), tudo o que eu podia pensar era em reassistir a “Dave – Presidente Por Um Dia” (1993, disponível para aluguel na Amazon e no YouTube, 110 min.).

É uma comédia despretenciosa de Ivan Reitman sobre um homem comum (Kevin Kline) que, por ser incrivelmente parecido com o presidente americano (Kevin Kline), é recrutado a se passar por ele quando o verdadeiro ocupante do Salão Oval entra em coma. Sendo uma pessoa legal (e não um político) ele acaba conquistando o coração da nação e o da primeira-dama (Sigourney Weaver).

Reuni aqui outros presidentes americanos bonzinhos e malvadinhos ficcionais —chega de realidade nesta semana— em séries e filmes. Assista com um docinho, e leia ouvindo os clássicos.

“Meu Querido Presidente” (1995)

“The American President”. Disponível para aluguel na ClaroVideo, na Amazon e no iTunes, 114 min.

Nos anos 1990 pré-escândalos de Bill Clinton, por algum motivo, era mais fácil fazer comédias românticas sobre o presidente dos Estados Unidos. Nesta, Michael Douglas é Andrew Shepherd, líder do mundo livre e ele mesmo um homem desimpedido —viúvo e pai de uma garotinha (não é que a América estivesse pronta para eleger um solteirão). Quando ele se encanta por uma lobista ambiental, Sydney Ellen Wade (Annette Bening), política e romance se misturam e se complicam.

Escrito por Aaron Sorkin (“The West Wing”, indisponível no streaming) antes que ele se convencesse de que tem todas as respostas certas para a democracia.

“Impacto Profundo” (1998)

“Deep Impact”. Disponível para aluguel em Amazon, iTunes, Microsoft Store e YouTube, 120 min.

Percebo agora, escrevendo esta newsletter, que os anos 1990 gostavam mesmo de filmes com presidentes. Dentre os muitos longas de ação da época com moradores ficcionais da Casa Branca, escolho este porque o presidente é Morgan Freeman, mas as opções são várias: Bill Pullman (“Independence Day”, Disney+), Harrison Ford (“Força Aérea Um”, Disney+), Jack Nicholson (“Marte Ataca!”, Max).

“Impacto Profundo” é a versão mais deprê da história “tem um asteroide a caminho da Terra”, coincidentemente também contada em “Armageddon” (Disney+) no mesmo ano. Estrelado por Téa Leoni (que recentemente deu as caras em “Only Murders in the Building”), Robert Duvall e Elijah Wood.

“Dr. Fantástico” (1964)

“Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb”. Max, 95 min.

Quando um general descontrolado (Sterling Hayden) decide lançar um ataque nuclear contra a União Soviética, o presidente dos Estados Unidos (Peter Sellers) e seus assistentes precisam tentar impedir a explosão e o início de uma guerra sem precedentes. Comédia de Stanley Kubrick que satiriza os piores medos da Guerra Fria.

“Casal Improvável” (2019)

“Long Shot”. PrimeVideo e Telecine, 125 min.

Charlotte Field (Charlize Theron), secretária de Estado americana hipercompetente, mas pouco carismática (hmm), se prepara para concorrer à Presidência dos Estados Unidos. Para tentar melhorar sua imagem perante o público, ela contrata Fred Flarsky (Seth Rogen), um jornalista briguento que tinha um crush nela quando era criança (ela foi sua babá), apesar dos protestos de sua equipe. Outra comédia romântica muito charmosa, coescrita por Liz Hannah (“The Post – A Guerra Secreta”).

“Scandal” (2012-18)

Disney+, sete temporadas, 124 episódios.

Olivia Pope (Kerry Washington) e seus sócios gerenciam todo tipo de crises em Washington, inclusive aquelas envolvendo o presidente dos Estados Unidos, Fitzgerald Grant III (Tony Goldwyn). Sendo uma série criada por Shonda Rhimes, as crises involvem a derrubada de aviões comerciais, tentativas de assassinato, parentes criminosos, sexo, romance, manipulação, o de sempre!

“Veep” (2012-2019)

Max, sete temporadas, 65 episódios.

Sátira ácida de Armando Ianucci, tem Julia Louis-Dreyfus como Selina Meyer, vice-presidente dos Estados Unidos obstinada a deixar sua marca na história americana. Egos, politicagem e incompetência pavimentam o caminho (igualzinho em Washington, har har).

O QUE ESTÁ CHEGANDO

As novidades nas principais plataformas de streaming

“Meu Eu do Futuro”

“My Old Ass”. Prime Video, 88 min.

Elliott (Maisy Stella) comemora seu aniversário de 18 anos com uma viagem de cogumelos psicodélicos e recebe a visita de si mesma aos 39 anos (Aubrey Plaza).

“Meninas Malvadas” (2024)

“Mean Girls”. Netflix, 113 min.

Já no Paramount+ há alguns meses, chega à Netflix a versão cinematográfica da adaptação musical do filme de Tina Fey sobre as muitas regras da vida social das adolescentes. Com Reneé Rapp, Angourie Rice e Auli’i Cravalho.

“Twisters”

Max a partir desta sexta (8), 123 min.

Sequência tardia de “Twister” (1996), desta vez com Daisy Edgar-Jones como a mocinha caçadora de tornados perseguida por um trauma do passado e Glenn Powell como um caubói ousado em busca de aventuras (e tornados). Assista com o volume no talo.

VEJA ANTES QUE SEJA TARDE

Uma dica de filme ou série que sairá em breve das plataformas de streaming

“Quero Ser John Malkovich” (1999)

“Being John Malkovich”. Disponível no Telecine até 30.nov. 113 min.

Sucesso-surpresa do diretor Spike Jonze e do roteirista Charlie Kaufman, sobre um artista desempregado (John Cusack) que descobre um túnel que o leva até a mente do ator John Malkovich.



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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre

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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre

A Ufac integra uma rede de trabalho técnico-científico formada por pesquisadores do Brasil e da França, desenvolvendo trabalhos nas áreas de pecuária sustentável e produção integrada. Também compõem a rede profissionais das Universidades Federais do Paraná e de Viçosa, além do Instituto Agrícola de Dijon (França).

A rede foi construída a partir do projeto “Agropecuária Tropical e Subtropical e Desenvolvimento Regional: Cooperação entre Brasil e França”, aprovado em chamada nacional da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e do Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil. Esse programa iniciou na década de 1970 e, pela primeira vez, uma instituição do Acre teve um projeto aprovado.

Atualmente, alunas do doutorado em Agronomia da Ufac, Natalia Torres e Niqueli Sales, realizam parte do curso no Instituto Agrícola de Dijon, na modalidade doutorado sanduíche. Elas fazem estudos sobre sistemas que integram produção de bovinos, agricultura e a ecofisiologia de espécies forrageiras arbustivas/arbóreas.

Além disso, a equipe do projeto realiza entrevistas com criadores de gado (leite e corte), a fim de produzir informações para proposição de melhorias e multiplicação das experiências de sucesso. Há, ainda, um projeto em parceria com a equipe da Cooperativa Reca para fortalecer a pecuária integrada e sustentável. 

Outra ação da rede é a proposta do sistema silvipastoril de alta densidade de plantas, com objetivo de auxiliar agricultores que possuem embargos ambientais na atividade de recomposição de reservas.  No momento, a equipe discute um consórcio de plantas que atende à legislação ambiental. Da Ufac, fazem parte da rede os professores Almecina Balbino Ferreira, Vanderley Borges dos Santos, Eduardo Mitke Brandão Reis e Eduardo Pacca Luna Mattar, que trabalham nos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Engenharia Florestal.

 



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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre

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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre

A professora Renata Duarte de O. Freitas, do curso de Direito do campus Floresta da Ufac, lança o livro “Aldeia Isã Vakevu, do Povo Originário Nukini: Um Sítio Natural Sagrado no Coração do Juruá” (Lumen Juris, 240 p.). O evento ocorre neste sábado, 7, às 19h, no teatro dos Nauas, em Cruzeiro do Sul. Resultado de investigação científica, a obra integra a cosmologia indígena aos marcos regulatórios da justiça ambiental.

A pesquisa é fundamentada na trajetória de resistência do povo Nukini. O livro presta homenagem à memória de Arlete Muniz (Ynesto Kumã), matriarca, parteira e liderança espiritual que preservou os conhecimentos milenares do Povo da Onça frente aos processos de aculturação e violência histórica.

O texto destaca a continuidade desse patrimônio imaterial, transmitido de geração para geração ao seu neto, o líder espiritual Txane Pistyani Nukini (Leonardo Muniz). Atualmente, esse legado sustenta a governança espiritual no Kupixawa Huhu Inesto, onde a aplicação das medicinas da floresta e a proteção territorial dialogam com a escrita acadêmica para materializar a visão de mundo Nukini perante a sociedade global.

Renata Duarte de O. Freitas introduz no cenário jurídico eixos teóricos que propõem um novo paradigma para a conservação ambiental: sítios naturais sagrados, que são locais de identidade cultural e espiritual; direito achado na aldeia, cuja proposta é que o ordenamento jurídico reconheça que a lei também emana da sacralidade desses locais; e direitos bioculturais, que demonstram que a biodiversidade da Serra do Divisor é preservada porque está ligada ao respeito pelos sítios naturais sagrados.

Ao analisar a sobreposição de uma parte do território Nukini com o Parque Nacional da Serra do Divisor, a obra oferece uma solução científica: o reconhecimento de que áreas protegidas pelo Estado devem ser geridas em conjunto com os povos originários, respeitando seus territórios sagrados.

 



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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, na Reitoria, campus-sede, a visita do ministro da Educação, Camilo Santana, no âmbito da caravana Aqui Tem MEC, iniciativa do Ministério da Educação voltada ao acompanhamento de ações e investimentos nas instituições federais de ensino.

Durante a agenda, o ministro destacou que a caravana tem percorrido instituições federais em diferentes Estados para conhecer a realidade de cada campus, dialogar com gestores e a comunidade acadêmica, além de acompanhar as demandas da educação pública federal.

Ao tratar dos investimentos relacionados à Ufac, a reitora Guida Aquino destacou a obra do campus Fronteira, em Brasileia, que conta com R$ 40 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A estrutura terá seis cursos, com salas de aula, laboratórios, restaurante universitário e biblioteca.

Abordando a visita, Guida ressaltou a importância da universidade para o Estado e a missão da educação pública. “A Ufac é a única universidade pública federal de ensino superior do Acre e, por isso, tem papel estratégico na formação e no desenvolvimento regional. A educação é que transforma vidas, transforma o país.”

Outro tema tratado durante a agenda foi a implantação do Hospital Universitário no Acre. Camilo Santana afirmou que o Estado é o único que ainda não conta com essa estrutura e informou que o governo federal dispõe de R$ 50 milhões, por meio do Novo PAC, para viabilizar adequações e a implantação da unidade.

Ele explicou que a prioridade continua sendo a concretização de uma parceria para doação de um hospital, mas afirmou que, se isso não ocorrer, o MEC buscará outra alternativa para garantir a instalação do serviço no Estado. “O importante é que nenhum Estado desse país deixe de ter um hospital universitário”, enfatizou.

Guida reforçou a importância do projeto e disse que o Hospital Universitário já poderia ser celebrado no Acre. Ao defender a iniciativa, contou que a unidade contribuiria para qualificar o atendimento, reduzir filas de tratamento fora de domicílio e atender melhor pacientes do interior, inclusive em casos ligados às doenças tropicais da Amazônia. Em tom crítico, declarou: “O cavalo selado, ele só passa uma vez”, ao se referir à oportunidade de implantação do hospital.

Após coletiva de imprensa, o ministro participou de reunião fechada com pró-reitores, gestores, políticos e parlamentares da bancada federal acreana, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD) e as deputadas Meire Serafim (União) e Socorro Neri (PP).

A comitiva do MEC foi formada pela secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli; pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David; e pelo presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro.

Laboratório de Paleontologia

Depois de participar de reunião, Camilo Santana visitou o Laboratório de Paleontologia da Ufac. O professor Edson Guilherme, coordenador do espaço, apresentou o acervo científico ao ministro e destacou a importância da estrutura para o avanço das pesquisas no Acre. O laboratório foi reformulado, ampliado e recentemente reinaugurado.

Aberto para visitação de segunda a sexta-feira, em horário de expediente, exceto feriados, o local reúne fósseis originais e réplicas de animais que viveram no período do Mioceno, quando o oeste amazônico era dominado por grandes sistemas de rios e lagos. A entrada é gratuita e a visitação é aberta a estudantes e à comunidade em geral.

 



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