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Supremacista negro Kemi Seba é preso em Paris
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2 anos atrásem
O activista beninense Kemi Seba foi preso em Paris, “na posse de um passaporte diplomático nigeriano e de um visto Schengen”aprendido O mundo de fonte oficial francesa, terça-feira, 15 de outubro.
Crítico principal da política francesa em África, cujas actividades foram financiadas durante algum tempo pelo grupo russo de segurança privada Wagner, o presidente da ONG Urgences panafricanistes obteve, no início de Agosto, um passaporte diplomático do general Abdourahamane Tiani na qualidade de “conselheiro especial” do chefe da junta governante do Níger. Uma resposta fornecida, de acordo com Kemi Seba, “ao procedimento de confisco de (s)uma nacionalidade cometida por Françafrique contra (s)para qualquer um »anunciou na rede social
O supremacista negro, então franco-beninense, tinha de facto sido despojado de sua nacionalidade francesa início de julho. Quatro meses antes, ele havia se filmado nos subúrbios de Paris queimando seu passaporte francês. O motivo de sua prisão permanece desconhecido neste momento.
“Retransmissão da propaganda russa”
Nome verdadeiro Stellio Gilles Robert Capo Chichi, ex-líder do Tribu Ka, um pequeno grupo que alegou anti-semitismo e defendeu a separação entre negros e brancos antes de ser dissolvido pelo governo francês em 2006, foi condenado várias vezes na França por incitação racial ódio.
Nos últimos anos, Kemi Seba, de 42 anos, organizou ou participou em diversas manifestações hostis ao franco CFA em África, onde tem sido regularmente preso, expulso ou expulso, nomeadamente da Costa do Marfim, do Senegal e da Guiné.
Em França, foi acusado no ano passado pelo deputado (renascentista) Thomas Gassilloud, então presidente da Comissão de Defesa Nacional e Forças Armadas da Assembleia Nacional, de ser um “retransmissão da propaganda russa” e para servir “uma potência estrangeira que alimenta o sentimento anti-francês”.
O mundo com AFP
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Ciências Contábeis debate auditoria e perícia em semana acadêmica — Universidade Federal do Acre
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9 horas atrásem
5 de novembro de 2026O curso de Ciências Contábeis da Ufac realizou, na terça-feira, 3, no anfiteatro Garibaldi Brasil, a abertura da sua 3ª Semana Acadêmica (Semacon), com o tema “Auditoria e Perícia Contábil: Conectando Conhecimentos e Práticas Profissionais”. O evento continua até sábado, 7, com palestras, mesa-redonda, atividades práticas e oficinas. A programação visa aproximar a teoria acadêmica das demandas reais do mercado.
“Preparamos uma programação diversificada para ampliar as perspectivas de nossos acadêmicos e reforçar o compromisso da universidade”, disse o coordenador do evento, Marconde Silva. “Queremos que essa semana seja um marco de valorização do curso e da profissão.”
Também compuseram o dispositivo de honra na abertura do evento o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro (representando o reitor Josimar Ferreira); a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o diretor do CCJSA, Francisco Raimundo Neto; a coordenadora do curso de Ciências Contábeis, Oleides de Oliveira; a presidente do CA de Ciências Contábeis, Hanara Ferreira; e o presidente do CRC-AC, Edberto Gomes.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

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Extensão do PZ da Ufac conquista 1º e 2º lugares em Feira do Mel — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
4 de novembro de 2026Meliponicultores dos seringais Porongaba e Filipinas, na reserva extrativista (Resex) Chico Mendes, obtiveram o 1º e o 2º lugares na 1ª Feira do Mel, ocorrida de sábado, 31, a segunda-feira, 2, no Horto Florestal, em Rio Branco. Os premiados participaram de atividades de extensão desenvolvidas pelo Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac para implantação e manutenção de meliponários em propriedades rurais na Resex.
A premiação ocorreu na categoria Melhor Mel de Abelha sem Ferrão. O 1º lugar foi concedido ao mel da espécie ‘Melipona crinita’, conhecida como uruçu-amarelo; o 2º lugar ficou com o mel de ‘Melipona eburnea’, conhecida como uruçu-roxo. No concurso, também houve participação de outras duas variedades de mel de abelhas sem ferrão, provenientes do meliponário didático do PZ, das espécies ‘Melipona titania’ (uruçu-boi) e ‘Melipona grandis’ (uruçu-cinzenta).
O trabalho da equipe do PZ teve início no seringal Porongaba, foi ampliado para o seringal Filipinas e, atualmente, também alcança o seringal Venezuela. As ações envolvem acompanhamento técnico e troca de conhecimentos com os produtores. Na feira, foram expostos méis de abelhas ‘Apis mellifera’, com ferrão, e de abelhas sem ferrão, além de outros produtos.
A diferença de preço entre os tipos de mel evidencia o potencial econômico da meliponicultura. Na feira, o mel de ‘Apis mellifera’ foi comercializado de R$ 100 a R$ 120 por litro, enquanto o mel do gênero ‘Melipona’ alcançou média de R$ 300 por litro. A valorização varia conforme a produtividade entre os tipos comercializados. Uma colônia de abelhas ‘Apis mellifera’, como as italianas, pode alcançar aproximadamente 50 quilos anuais em condições favoráveis. Já para as melíponas abordadas, uma colônia pode produzir cerca de dois a quatro litros de mel por ano.
Estiveram presentes na 1ª Feira do Mel os servidores do PZ Nilson Alves Brilhante, responsável pelo setor de Entomologia e pelo Meliponário Didático; Plínio Carlos Mitoso; e Wanderson da Silva Gomes, coordenador administrativo.
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