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Trump advisors urged ABC to stop fact checking ex president amid former president’s war on the media

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Donald Trump’s advisors reportedly blew up at ABC executives midway through his televised debate with Kamala Harris and complained about fact checking.

People familiar with the matter told The Washington Post that top Trump aides Chris LaCivita and Jason Miller claimed the network had breached a pre-agreed set of rules for the debate on September 10.

In recent weeks Trump has bemoaned the insistence of networks to fact-check his speeches, raising spurious allegations of corruption and bias, and even threatened to somehow revoke broadcast licenses for major networks that air critical coverage.

His running mate JD Vance has also echoed the complaints, calling out CBS journalist Margaret Brennan, for correcting one of his claims during the vice presidential debate with Tim Walz earlier this month.

Before Trump’s debate with Harris, Miller, a spokesman for the Trump campaign, said the team was told by an ABC journalist that similar to the first presidential debate which aired on CNN, there would be no fact checks from the moderators.

People familiar with the matter said that top Trump aides complained that the network had breached a pre-agreed set of rules for the debate on September 10
People familiar with the matter said that top Trump aides complained that the network had breached a pre-agreed set of rules for the debate on September 10 (AP)

However, there were no limitations on fact-checking, according to a copy of the ABC News debate rules, obtained by The Post.

Anonymous sources with knowledge of the situation told the outlet that advisers including LaCivita and Miller erupted at executives and journalists at ABC and requested that fact-checking be stopped for the remainder of the debate.

The Post reported that a complaint was made to the president of ABC News by Susie Wiles, the campaign’s top aide and at least one Trump adviser demanded to talk to the moderators during the debate.

The Independent has contacted the Trump campaign and ABC News for comment over the claims.

The day after the debate, a furious Trump demanded that the news network that hosted the matchup have its “license” revoked. Calling into Fox and Friends, the former president claimed it had been a “three-on-one” debate and suggested he would not do another.

Trump often riles up his supporters against the media in general, and has previously threatened to revoke the licenses of major networks
Trump often riles up his supporters against the media in general, and has previously threatened to revoke the licenses of major networks (AFP via Getty Images)

“To be honest, they’re a news organization. They have to be licensed to do it. They ought to take away their license for the way they did that,” he said.

The former president also continues to rile up supporters at his campaign rallies against the media in general, accusing them of misreporting his words, facts, mental acuity and the size of his crowds.

Last week he threatened another major broadcast network, CBS, after dropping out of an interview with 60 Minutes. Trump baselessly suggested that the network did something “illegal” by airing an interview with Harris, and claimed without evidence that the interview violated campaign finance laws.

“I’ve never seen this before, but the producers of 60 Minutes sliced and diced (‘cut and pasted’) Lyin’ Kamala’s answers to questions, which were virtually incoherent, over and over again, some by as many as four times in a single sentence or thought, all in an effort, possibly illegal as part of the ‘News Division,’ which must be licensed, to make her look ‘more Presidential,’ or a least, better,” Trump wrote on Truth Social on Wednesday.

JD Vance has also echoed Trump’s fact-checking complaints, calling out CBS journalist Margaret Brennan for correcting one of his claims during the vice presidential debate with Tim Walz earlier this month
JD Vance has also echoed Trump’s fact-checking complaints, calling out CBS journalist Margaret Brennan for correcting one of his claims during the vice presidential debate with Tim Walz earlier this month (Copyright 2024 The Associated Press. All rights reserved.)

He claimed that the interview may amount to a “major Campaign Finance Violation” and demanded a “MAJOR AND IMMEDIATE APOLOGY.”

During his presidency, Trump lashed out at journalists as “fake news” and “enemy of the people” more than 2,000 times in his presidency, according to The Independent’s review of his statements.

He has also suggested journalists should be thrown in jail for not revealing their sources, and has reportedly privately weighed using federal law enforcement to investigate publishers.

Project 2025’s plans for a hypothetical second administration for Trump also supports defunding public broadcasting outlets like PBS and NPR, and urges an incoming administration to re-evaluate its relationship with the media, including potentially dissolving the White House press corps.

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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