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Veja como Europa conseguiu reduzir lixo nas praias em 40% desde 2015

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A criança autista encontrada correndo em uma rodovia movimentada nos EUA, foi salva graças a rápida ação policial. - Foto: San Diego Sheriff

A Europa começa 2025 com uma notícia boa e uma grande conquista ambiental: as praias do continente tiveram uma redução total de 30% do lixo. Tudo isso foi possível graças à população!

Um novo relatório europeu confirmou a notícia boa e o destaque da queda foi para o lixo plástico descartável, com redução de 40%. A mudança é resultado de políticas públicas bem aplicadas e participação direta da sociedade.

Além das leis rigorosas e campanhas de conscientização, o continente implementou hábitos diários. Separar o lixo em casa, por exemplo, deixou de ser apenas um incômodo e se tornou um ato de impacto real. É possível chegar lá!

Medidas efetivas

Entre as medidas tomadas, estão as metas como a Poluição Zero até 2030, além da aplicação da Diretiva-Quadro Estratégia Marinha, que cobra dos países um “bom estado ambiental” para os mares.

A metodologia de monitoramento unificada conseguiu consolidar os dados e orientar políticas públicas mais universais, mas sem deixar de levar em conta as especificidades de cada país.

O relatório europeu analisou dados de praias entre 2015 e 2021.

Foram observadas quedas significativas: 30% no lixo total, 40% em plástico de uso único e 20% em itens relacionados à pesca e sacolas plásticas.

Leia mais notícia boa

Leis e educação ambiental

Outro ponto importante é a atuação dos próprios cidadãos.

Separar o lixo corretamente, participar de mutirões de limpeza e pressionar por políticas públicas mais sustentáveis têm sido atitudes comuns em muitas regiões da Europa.

Além disso, o continente intensificou o ensino de conscientização ambiental nas escolas, desde as séries mais novas até os anos finais.

Novo regulamento

Um dos maiores avanços recentes veio com a aprovação, neste ano, do Regulamento Europeu para Prevenir a Perda de Pellets de Plástico.

A nova regra tem como objetivo “perda zero de pellets”, e obriga empresas de médio e grande porte a adotarem medidas rígidas de prevenção, contenção e limpeza de derramamentos.

Além disso, a regulamentação prevê equipamentos e treinamentos obrigatórios para manuseio de pellets, auditorias independentes para empresas e regras para toda a cadeia de produção, transporte e armazenamento.

Desafios seguem

O que aconteceu na Europa é fruto de vontade política, pensamento popular e regras claras.

Agora, os especialistas veem um desafio: manter o ritmo.

Para isso, estudam a aplicação de novas leis com firmeza.

A meta para a Poluição Zero da União Europeia é reduzir o lixo plástico no mar em 50% até 2030.

Para 2030, o continente que aumentar ainda mais os resultados positivos. – Foto: Unsplash



Leia Mais: Só Notícias Boas

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Extensão do PZ da Ufac conquista 1º e 2º lugares em Feira do Mel — Universidade Federal do Acre

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Certificado Concurso-2026.png

Meliponicultores dos seringais Porongaba e Filipinas, na reserva extrativista (Resex) Chico Mendes, obtiveram o 1º e o 2º lugares na 1ª Feira do Mel, ocorrida de sábado, 31, a segunda-feira, 2, no Horto Florestal, em Rio Branco. Os premiados participaram de atividades de extensão desenvolvidas pelo Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac para implantação e manutenção de meliponários em propriedades rurais na Resex.

A premiação ocorreu na categoria Melhor Mel de Abelha sem Ferrão. O 1º lugar foi concedido ao mel da espécie ‘Melipona crinita’, conhecida como uruçu-amarelo; o 2º lugar ficou com o mel de ‘Melipona eburnea’, conhecida como uruçu-roxo. No concurso, também houve participação de outras duas variedades de mel de abelhas sem ferrão, provenientes do meliponário didático do PZ, das espécies ‘Melipona titania’ (uruçu-boi) e ‘Melipona grandis’ (uruçu-cinzenta).

O trabalho da equipe do PZ teve início no seringal Porongaba, foi ampliado para o seringal Filipinas e, atualmente, também alcança o seringal Venezuela. As ações envolvem acompanhamento técnico e troca de conhecimentos com os produtores. Na feira, foram expostos méis de abelhas ‘Apis mellifera’, com ferrão, e de abelhas sem ferrão, além de outros produtos.

A diferença de preço entre os tipos de mel evidencia o potencial econômico da meliponicultura. Na feira, o mel de ‘Apis mellifera’ foi comercializado de R$ 100 a R$ 120 por litro, enquanto o mel do gênero ‘Melipona’ alcançou média de R$ 300 por litro. A valorização varia conforme a produtividade entre os tipos comercializados. Uma colônia de abelhas ‘Apis mellifera’, como as italianas, pode alcançar aproximadamente 50 quilos anuais em condições favoráveis. Já para as melíponas abordadas, uma colônia pode produzir cerca de dois a quatro litros de mel por ano.

Estiveram presentes na 1ª Feira do Mel os servidores do PZ Nilson Alves Brilhante, responsável pelo setor de Entomologia e pelo Meliponário Didático; Plínio Carlos Mitoso; e Wanderson da Silva Gomes, coordenador administrativo.



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Projeto do Hospital Universitário da Ufac tem continuidade garantida — Universidade Federal do Acre

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2026.11.04 Reunião Ufac-HU Brasil (2).jpg

O reitor Josimar Ferreira se reuniu com o presidente da HU Brasil (novo nome da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), Arthur Chioro, para tratar da retomada do projeto do Hospital Universitário da Ufac. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 4, em Brasília.

“Está garantida a continuidade do nosso Hospital Universitário”, afirmou Josimar após a reunião. Ele comemorou o resultado das discussões e classificou o momento como uma retomada de uma ação importante para a instituição.

Para o diretor do Centro de Ciências da Saúde e do Desporto, professor Carlos Viga, a retomada do planejamento do Hospital Universitário é resultado das articulações conduzidas pela gestão superior. “O hospital é extremamente importante para nossa sociedade, em especial para comunidade acadêmica da universidade”, disse.

Também participaram da reunião o professor do curso de Medicina, Nilton Ghiotti de Siqueira; e o professor João Batista Francalino da Rocha, coordenador do curso de bacharelado em Enfermagem e coordenador pró-tempore do PPG em Ciências da Saúde na Amazônia Ocidental.



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Reitor da Ufac participa de encontro sobre censo da educação superior — Universidade Federal do Acre

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Reitor da Ufac no 11º Ences-2026 (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, participa do 11º Encontro Nacional do Censo da Educação Superior, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta quarta-feira, 4, e quinta-feira, 5, em Brasília. O evento visa discutir procedimentos de coleta, qualidade das informações e indicadores utilizados no planejamento e na avaliação da educação superior brasileira.

“Enquanto reitor, conhecer o censo e os sistemas de coleta de dados é importante, considerando que nós estamos alimentando as informações que gerarão relatórios técnicos, tanto para o MEC [Ministério da Educação] quanto para o orçamento”, afirmou Josimar.

Segundo ele, a qualidade das informações depende da integração entre as coordenações de cursos, os setores de registro acadêmico e as unidades administrativas responsáveis pela alimentação dos sistemas institucionais. Ele ressaltou a necessidade de acompanhar os fluxos de informações desde o ingresso e a matrícula dos estudantes até a integralização curricular e a conclusão dos cursos.

Além disso, Josimar lembrou que os dados do levantamento integram indicadores relacionados à matriz orçamentária das universidades federais. Para ele, o aperfeiçoamento dos procedimentos internos de coleta e conferência das informações é fundamental para que os dados encaminhados ao Inep representem a realidade institucional da Ufac.

Realizado anualmente pelo Inep, o Censo da Educação Superior reúne informações sobre instituições, cursos, vagas, matrículas, ingressantes, concluintes, docentes e infraestrutura. Os dados subsidiam a produção de estatísticas e indicadores utilizados no acompanhamento, na avaliação e no planejamento da educação superior brasileira.

A programação do primeiro dia do encontro contempla a avaliação do Censo-2025, o novo cronograma de preenchimento, as boas práticas de coleta, a evolução da classificação Cine Brasil e os indicadores da educação superior. Nesta quinta-feira, 5, os debates abordam as perspectivas para o Censo-2026, o sistema e-MEC, o diploma digital, a qualificação dos dados de cor/raça e o Censo da Pós-Graduação Stricto Sensu, além da apresentação de experiências institucionais.

O coordenador da Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Alex Souza Mello, da Pró-Reitoria de Planejamento, também está no evento, onde estão participando da programação representantes do Inep, do MEC, do IBGE, da Capes e de instituições de ensino superior de diferentes regiões do país.



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