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VÍDEO: Doutor Baba dá martelada no “Fórum de areia” da Justiça de Feijó
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8 anos atrásem
O médico Rosaldo Aguiar, conhecido como Doutor Baba, publicou em seu perfil no Facebook, e no seu canal no YouTube, um vídeo denunciando abandono de obra, onde funcionaria o Prédio da Justiça, do município de Feijó.
Doutor Baba, afirma que “houve falta de compromisso com o dinheiro público“, e mostra a obra abandonado, onde funcionaria um Fórum modelo, para a Justiça do município de Feijó, no Estado do Acre.
A obra encontra-se em total abandono há mais de três anos. A empresa responsável não apresentou justificativa.
Há informações, não confirmadas, que uma perícia, contratada pelo próprio Tribunal de Justiça do Acre, condenou a obra; declarando-a absolutamente perdida, em razão de excesso de areia na construção, e outras falhas na estrutura. Cuja responsabilidade seria da empresa responsável pela construção da obra.
O Conselho Nacional de Justiça – CNJ, ainda não se manifestou sobre o vídeo. Veja o vídeo aqui.
Rosaldo Aguiar é médico, e proprietário do Centro Médico Popular – CEMEP, clínica que atende pacientes por preços populares.
Redes sociais do Doutor Baba:
Whatsapp: 68.99990-5058 (Centro Médico Popular – CEMEP)
Site: http://www.doutorbaba.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/Doutorbaba
Fanpage: https://www.facebook.com/Doutor-Baba-Rosaldo-Aguiar-152255588911475/
Telefone: 68. 3462-3090 (Centro Médico Popular – CEMEP)
Canal no YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCujR0exxehMQU7QGvEkV2kQ
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O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.