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Vítima de tentativa de roubo reage e mata assaltante com tiro no rosto

Ecosdanoticia, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Um assaltante foi morto, um preso e outros conseguiram fugir pela mata
Na madrugada desta terça-feira (03), um bando armado invadiu uma propriedade rural localizada na divisa dos municípios de Capixaba e Xapuri, com a intenção de roubar uma caminhonete.

Durante a ação criminosa houve troca de tiros do bando com o pecuarista que teve a propriedade invadida, e ele na tentativa de se defender do perigo iminente de morte findou por atingir um dos bandidos com um tiro no rosto, o que causou a morte do criminoso e fuga dos comparsas.

Diante da reação da vítima, os comparsas do bandido morto fugiram, e vizinhos do pecuarista acionaram a polícia informando da invasão e tiroteio.

Imediatamente policiais civis e militares das duas cidades se reuniram e deslocaram para o endereço informado.

No caminho as equipes se depararam com um homem identificado pelo nome de Kennedy Silva de Andrade, de 23 anos que reside em Rio Branco, e ao ser abordado e indagado do que estaria fazendo naquele ramal, alegou ser motorista de aplicativo e se encontrava perdido naquele ramal.

Segundo a polícia Kennedy apresentava uma atitude suspeita imediatamente foi detido pela guarnição para averiguação.

No local do crime, os militares encontraram um homem caído morto ao lado da casa com um tiro no rosto.

Dentro da residência a polícia localizou uma espingarda jogada no chão da sala, e o proprietário da casa ausente, pois ao perceber que tinha atingido um dos assaltantes, o homem fugiu para salvar-se da ação do restante do bando.

Kennedy foi preso e confessou participação na tentativa de roubo

O suspeito detido no ramal foi encaminhado a delegacia, onde confessou ter participado da tentativa de roubo, além de detalhar que o objetivo do bando era roubar a caminhonete da vítima e leva-la para a Bolívia, onde seria trocada por cocaína.

Kennedy foi preso e será encaminhado para audiência de Custódia.

Os demais integrantes do bando se embrenhou na mata em fuga, e a polícia civil juntamente com guarnições da Polícia Militar realizaram buscas pelos criminosos que fugiram.

O pecuarista vítima da tentativa de roubo que reagiu matando um criminoso deverá se apresentar a polícia nos próximos dias.

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No AC, visitas são suspensas em presídio após descoberta de plano de fuga em massa; veja

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Foram apreendias teresas, que são cordas feitas de lençóis, e estoques dentro das celas do Chapão, no FOC em Rio Branco.

Foram apreendias teresas, que são cordas feitas de lençóis, e estoques dentro das celas do Chapão — Foto: Ascom/Iapen-AC

Foram apreendias teresas, que são cordas feitas de lençóis, e estoques dentro das celas do Chapão — Foto: Ascom/Iapen-AC.

As visitas familiares foram suspensas novamente na Unidade de Regime Fechado nº 01, conhecido como Chapão, do Complexo Prisional Francisco d’Oliveira Conde (FOC), em Rio Branco, após as equipes de segurança descobrirem um plano de fuga em massa.

A descoberta ocorreu nesta sexta-feira (14) durante revista nos pavilhões. Foram apreendidas teresas, que são cordas feitas de lençóis, estoques – armas artesanais – e celas danificadas nos pavilhões.

O Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC) disse que os presos planejavam fugir no domingo (16), quando ocorre o retorno das visitas após quatro meses suspensas.

Na terça (11), o Iapen-AC publicou uma portaria que determina o retorno gradual das visitas a cada 15 dias nas unidades prisionais do estado. As visitas íntimas que eram feitas na semana, ainda não estão permitidas. A suspensão começou no mês de março devido à pandemia do novo coronavírus.

Porém, com a fuga frustrada nesta sexta, todos os presos do Chapão (pavilhões G, H, I, J, K e L) não vão receber visitas. A programação segue normalmente para os demais detentos.

O Iapen-AC destacou que a medida é para garantir a segurança dos parentes dentro da unidade.

Equipes acharam salas danificadas e um buraco no Chapão — Foto: Ascom/Iapen-AC

Equipes acharam salas danificadas e um buraco no Chapão — Foto: Ascom/Iapen-AC

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Servidor público do AC é investigado após postagens de ‘ódio’ contra pessoas transgêneras

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Servidor é lotado em secretaria que defende os direitos humanos e é acusado de ‘disseminar intolerância e discurso de ódio contra pessoas transgêneras’.

Servidor da Secretaria de Assistência Social dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres é investigado por postagens ofensivas  — Foto: Reprodução

Servidor da Secretaria de Assistência Social dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres é investigado por postagens ofensivas — Foto: Reprodução.

O pastor e servidor da Secretaria de Assistência Social dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres (SEASDHM) Nelson de Freitas Correia está sendo investigado por homofobia e transfobia.

O Ministério Público Federal enviou para a Promotoria Especializada em Direitos Humanos e à Promotoria Especializada na Proteção do Patrimônio Público do Ministério Público do Acre (MP-AC) denúncia contra o servidor público por ‘disseminar intolerância e discurso de ódio contra pessoas transgêneras’.

O governo do Acre afirmou, por meio de nota, que não compactua com nenhuma prática discriminatória. Além disso, destacou que o caso é investigado também internamente pela secretaria.

Publicação apagada

Ao G1, Nelson da Vitória, como é conhecido, disse que não foi notificado e nem sabia da decisão. Ao ouvir sobre o tipo de crime que teria praticado, ele disse que apagou uma postagem e que não ia mais falar sobre o caso.

“Você está me trazendo uma novidade, não sabia. Não tenho nada para falar, essa publicação da Natura [do Dia dos Pais com o ator Tammy Miranda] já foi comentado e apaguei. Vou aguardar a notificação e quando for vamos nos posicionar”, disse.

Representações

O MPF-AC destaca na documentação que, como representante de uma pasta que deve defender os direitos humanos, o servidor não pode adotar um discurso de ódio e de intolerância contra as pessoas transgêneras.

“O procurador ressalta também que racismo e discurso de ódio não são protegidos pela liberdade de expressão, conforme decidiu o Supremo Tribunal Federal, pois a liberdade de expressão não é absoluta e deve ser exercida de acordo com os limites da Constituição Federal”, destaca.

O órgão federal também pediu que o servidor público seja responsabilizado por danos morais coletivos e que seja instaurado um procedimento administrativo no setor.

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