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Vítimas de acidente com o barco em Cruzeiro do Sul se preparam para voltar pra casa

Contilnet, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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José Francisco do Nascimento, 49 anos; Francisco Rodrigues da Rocha, 49 anos; Francisco Rodrigues de Oliveira, 60 anos; João Oliveira da Silva, 32 anos, foram transferidos para o HRAN cinco dias depois do acidente com o barco no Rio Juruá, ocorrido no dia 7 de junho.

Os pacientes seguem internados em enfermaria, recebendo curativos especiais e já se preparando para a volta ao lar. “Os pacientes estão já com curativos de longa duração, fazendo fisioterapia com a equipe e com previsão de alta para semana que vem”, informou o chefe Unidade de Queimados do HRAN, José Adorno.

Ainda se recuperando pela perda da irmã Simone Souza Rocha, 24 anos, primeira vítima fatal do acidente,   Gleidson Rocha recebeu com alegria a notícia da alta médica do pai dele, Francisco Rodrigues Rocha, também internado no HRAN.  “Lá tenho minha mãe e mais quatro irmãos esperando por nós. Aqui fomos muito bem recebidos e cuidados, só tenho a agradecer “, disse Gleidson.

Vítimas do acidente recebem atendimento no Hospital Regional da Asa Norte. (Foto: cedida)

Distante da capital federal cerca de 200 Km, em Goiânia, outro cruzeirense, Romário Lima, acompanha com atenção a recuperação de Jucicleia Ferreira da Silva, 42 anos, internada no Hospital Estadual de Urgências da Região Noroeste de Goiânia Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol).

Ainda em estado grave, porém estável, Jucicleia tem reagido bem ao tratamento. “A paciente tem apresentado significativa melhora nos  padrões de respiração. Deve este final de semana se submeter a novo desbridamento cirúrgico (procedimento para retirada dos tecidos queimados), seguindo em tratamento que deve ainda durar de 30 a 60 dias”, informou José Adorno.

Devido à gravidade dos ferimentos que sofreu, Jucicleia foi uma das últimas a ser transferida para tratamento fora de domicílio. “Tivemos que  aguardar que o quadro clínico estabilizasse para que ela pudesse ser transportada”, explicou a coordenadora da Central de Leitos e Cirurgias da Regulação Estadual do Acre, Paula de Faria Mariano.

“Aqui chegando ela recebeu todos os cuidados. Estamos sendo muito bem atendidos, acompanhados por assistente social, psicólogo. Comparado ao estado em que chegou aqui ela já tá bem melhor, sem a necessidade de sedativos para  dormir”, informou o acompanhante de Jucicleia, Romário Lima.

Moradora do seringal Novo Horizonte, em Marechal Thaumaturgo, Jucicleia  tinha ido a Cruzeiro do Sul acompanhar o marido Valdir Torquato para exames clínicos. O casal viajava com o filho P.V. , de 4 anos. A família havia embarcado para retornar para casa, quando sofreu o acidente. Valdir Torquato e o filho, de 4 anos, foram transferidos para o tratamento especializado no Hospital João XXIII, onde continuam internados.

Centro de referência no Acre

A alta dos pacientes do HRAN está prevista para a próxima sexta-feira (28) e será acompanhada pela secretária de Saúde do Acre, Mônica Kanaan Machado. O retorno dos  pacientes ao Acre não é a única boa notícia. Além da visita ao HRAN, em Brasília, a secretária de Saúde cumpre agenda com o presidente da Sociedade Brasileira de Queimados (SBQ), José Adorno.

Durante reunião serão abordados os  procedimentos formais para viabilizar a instalação de uma unidade do centro de queimados em Rio Branco. “Com isso vamos evitar tratamento fora de domicílio, como aconteceu com os queimados da explosão no rio Juruá”, disse a secretária ao agradecer a colaboração da SBQ e unidades de Brasília, Belo Horizonte e Goiânia no atendimento às vítimas do acidente em Cruzeiro do Sul.  A implantação do centro de queimados em Rio Branco contará com o apoio e treinamento da SBQ

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Com R$ 13 milhões bloqueados, Ufac pode fechar restaurante que atende 3 mil pessoas diariamente

Ac24horas, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Os efeitos do bloqueio de verbas nas universidades federais, anunciado pelo Ministério da Educação (MEC), vêm sendo sentidos por aqueles que estão na ponta: os alunos. Em meio aos cortes, as instituições têm anunciado medidas de economia, enquanto que os estudantes, para contornar os problemas, apelam para marmitas, caronas, vaquinhas e até empréstimos.

Um exemplo disso, é a Universidade Federal do Acre que teve R$ 13,1 milhões bloqueados até o momento. De acordo com levantamento, 75 das 278 bolsas de iniciação científica foram cortadas e os editais para bolsas de extensão e estágio, suspensos.

Se o bloqueio se perdurar por mais tempo a Universidade Federal do Acre prevê fechar o Restaurante Universitário que atende diariamente mais de 3 mil pessoas. Além dos estudantes e professores ficarem desassistidos na alimentação, a possível suspensão dos trabalhos na cozinha pode causar a demissão de 48 pais e mãe de famílias que trabalham numa empresa terceirizada, responsável pelo serviço.

“Na verdade a Ufac não quer fechar nada. O que acontece é que se não forem liberar os recursos que atualmente estão contingenciados não tem como manter os gastos básicos como pagar conta de energia elétrica e manter limpeza dos campi, por isso tudo para, inclusive o RU”, destacou a assessoria da Universidade quando consultada pelo ac24horas.

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Sindicato acusa secretaria do governo de estar mais ‘ditadora’ que na gestão do PT

Ac24horas, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Que o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac) continua reivindicando ações e melhorias à categoria junto ao governo não é novidade. Nos últimos meses o sindicato vem cobrando a Secretaria Estadual de Educação e Esportes (SEE) de uma maneira bem mais contundente e, por último, afirmou que a atual gestão da SEE no governo de Gladson Cameli “tem sido mais ditadora que na gestão anterior (PT)”, nas palavras da presidente do sindicato, Rosana Nascimento.

Isso porque, segundo a categoria, o Estado não tem aberto diálogo e nem espaço para que o sindicato integre decisões importantes para os educadores do Acre. “Não chamaram o sindicato para construção do edital da certificação para eleição dos gestores escolares. Esta secretaria exclui a participação do SINTEAC. Já verificamos que o edital contém vários erros, inclusive o descumprindo assim a Lei de Gestão Democrática. Iremos entrar com recurso e, se necessário, com ação judicial”, declarou Nascimento.

Ainda de acordo com o Sinteac, a SEE tem tido uma postura pior do que a gestão anterior. “Não respeita o sindicato como representante da categoria. Tem sido mais ditadora do que a gestão anterior”, revela a professora Rosana, a qual protagonizou inúmeros embates com o ex-governador.

Ela destaca que tapinha nas costas, aperto de mão e abraço não vai fazer com que deixem de existir os problemas ou cobrança e críticas com a SEE. “A SEE se recusa a ouvir as reclamações, críticas e muito menos tratar com os professores e funcionários sobre o que estão achando e sentindo sobre as políticas educacionais que estão sendo implantadas”.

Para Rosana, a educação é coletiva, não é carreira solo. “Toda política educacional tem que ser construída juntas, encontrando solução para as dificuldades. O sindicato vem cobrando que se faça este diálogo, mas tem sido interpretado como inimigo e perseguidor”.

O outro lado

Procurada pelo ac24horas, a secretaria de educação respondeu às acusações por meio de uma nota de esclarecimento. Segundo o órgão governamental, em nenhum momento a SEE tem se eximido do diálogo. “Por várias vezes recebeu, conversou e reuniu, tanto com a diretoria do sindicato quanto com outras entidades de representação de professores ou gestores, como é o caso do Conselho de Diretores das Escolas Públicas do Acre – CODEP”.

Quanto à certificação dos candidatos a gestores escolares, o departamento de formação e assistência educacional da secretaria foi quem assumiu a organização do referido processo. “O edital foi elaborado por uma comissão, em consonância com a lei n° 3.141 de 22.07.2016, que dispõe sobre a gestão democrática das unidades escolares da rede pública estadual de educação básica do Acre. A constituição da comissão paritária, na qual é estabelecida a participação dos sindicatos, conselho estadual de educação e outros órgãos relacionados, e sobre a qual se refere a Lei em seu artigo 7°, destina-se a elaboração do regimento da eleição propriamente dito. Nesta etapa, sim, todas as entidades relacionadas serão convidadas”.

A SEE finalizou dizendo que tem compromisso e respeito para com os trabalhadores em educação, aos órgãos representativos, bem como a todos que não tem medido esforços para que elevar a qualidade da educação no Acre.

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