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Warner se junta ao Spirit London em cem masculina, mas Anderson não vende no rascunho | Os cem
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Taha Hashim
David Warner chamará o lar de Lord neste verão. O ex -batedor da Austrália está na fila para fazer sua centena de estréia depois que ele foi recrutado pelo London Spirit no último draft da competição, com Jimmy Anderson – Outro aposentado recente Do jogo internacional – deixado não vendido.
Warner se reunirá com seu ex-técnico da Austrália, Justin Langer, embora o jogador de 38 anos não fique no suporte salarial mais alto do torneio masculino. Jamie Overton (Spirit), Noor Ahmad, do Afeganistão (Manchester Originals), David Willey (Trent Rockets) e Michael Bracewell da Nova Zelândia (Southern Brave), todos garantiram acordos de £ 200.000, com a Warner A Rung abaixo de £ 120.000.
Anderson, que assinou um contrato de um ano para disputar o Lancashire no campeonato do condado e o T20 este ano, não encontrou tomadores, pois o rascunho dos homens preencheu 37 lacunas nas listas das oito franquias. O ex -abridor da Inglaterra Jason Roy foi ignorado no draft pelo segundo ano consecutivo.
A Nova Zelândia supere o pool estrangeiro do torneio masculino com nove representantes, a Austrália seguindo oito. Rachin Ravindra – jogador do torneio no Troféu dos Campeões – jogará por originais enquanto os Rockets adquiriram Lockie Ferguson, ambos jogadores por £ 120.000.
Zak Crawley foi contratado por superalimentadores do norte, enquanto Reece Topley se juntou a um lado bravo em um lado já cheio de pedidos de caça do passado e do presente; Ele chamará Jofra Archer, Tymal Mills, Chris Jordan e Craig Overton, companheiros de equipe. Rehan Ahmed, o subestudo da perna de Adil Rashid nos lados da bola branca da Inglaterra, foi escolhida por foguetes. Houve também um contrato de £ 41.500 para o Seamer Harry Moore, de 17 anos, ainda para fazer sua estréia no Twenty20, mas pronta o suficiente para Birmingham Phoenix.
Enquanto um abridor australiano encabeça a competição masculina, outro encontrou espaço na faixa de pagamento superior do torneio feminino. Georgia Voll, que atacou 99 invicto e recorde na Premier League feminino no fim de semana passado, foi convocado por £ 65.000 por Phoenix. Ellyse Perry e Megan Schutt, seus compatriotas, foram assinados por Phoenix antes do rascunho.
Após a promoção do boletim informativo
Alyssa Healy não vendeu depois de ser listada com um preço de reserva de £ 50.000. Sophie Devine (Brave), que liderou Nova Zelândia para a Glória da Copa do Mundo T20 no ano passadoDeandra Dottin, das Índias Ocidentais (Originals), e Chloe Tryon (Brave) da África do Sul (Brave) retardaram os pontos restantes no exterior no draft. Heather Knight, Sophia Dunkley e Paige Scholfield retornaram às suas equipes anteriores – Spirit, Welsh Fire e Oval Invincibles, respectivamente – com acordos de £ 65.000.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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