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10 anos de longa leitura: uma seleção de ótimas histórias |
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2 anos atrásem
David Wolf
To ano dele a longa leitura do Guardian comemorou seu 10º aniversário. Desde o lançamento em 2014, publicamos mais de 1.200 peças, sobre tudo, desde os esforços de Luxemburgo até privatizar o espaço sideral para a história de o homem que dorme na cama de Hitler.
Abaixo está uma seleção de 100 peças da última década, organizadas em 10 listas, para que você possa encontrar a peça certa para explorar, não importa o que esteja procurando. Boa leitura!
AS 10 PEÇAS MAIS LIDAS
‘London Bridge caiu’: o plano secreto para os dias após a morte da Rainha -Sam Cavaleiro
Três crianças abandonadas, dois pais desaparecidos e um mistério de 40 anos -Giles Tremlett
Do nada: o mistério do homem que caiu do céu – Outro segredo
A nova ciência da morte: ‘Há algo acontecendo no cérebro que não faz sentido’ -Alex Blasdel
Na floresta: como um homem sobreviveu sozinho na selva por 27 anos -Michael Finkel
Por que caímos na alimentação limpa -Bee Wilson
‘Estamos testemunhando um crime contra a humanidade’: a catástrofe de Covid na Índia – Arundhati Roy
O homem do pulmão de ferro -Linda Rodríguez McRobbie
‘Esse cara não sabe de nada’: a história interna da caótica equipe de transição de Trump -Michael Lewis
Os ricos versus os muito, muito ricos: a rebelião do clube de golfe Wentworth -Samanth Subramanian
10 PERFIS
Enterrando Leni Riefenstahl: a cruzada vitalícia de uma mulher contra o cineasta favorito de Hitler -Kate Connolly
A cartomante de Cabul -May Jeong
Como Robyn transformou o pop -Laura Snapes
Três dias com Ngũgĩ wa Thiong’o -Carey Baraka
A ascensão e queda de Alan Yentob -Sam Cavaleiro
O último humanista: como Paul Gilroy se tornou o guia mais vital para a nossa era de crise – Yohann Koshy
‘Eu sei onde os corpos estão enterrados’: a missão de Betsy Stanko para mudar a forma como a polícia investiga o estupro -Melissa Denes
O sonho impossível de Yakov Smirnoff -Avi Steinberg
A tragédia do jornalista palestino Wael al-Dahdouh – Nesrine Malik
Como Andrew Wylie transformou a literatura séria em um grande negócio -Alex Blasdel
10 HISTÓRIAS DE COMIDA E BEBIDA
Sim, o bacon realmente está nos matando -Bee Wilson
Como a revolução do café Nespresso foi derrubada -Ed Cumming
O efeito Aldi – Arroz Xan
Um funeral para peixe e batatas fritas -Tom Lamont
Magia fora do molde: dentro do restaurante mais selvagem do mundo – Jordan Kisner
A conspiração do açúcar -Ian Leslie
Homaro Cantu, o chef genial que quis mudar para mudar o mundo -Kieran Morris
A ascensão e queda da culinária francesa -Wendell Steavenson
Por que as pessoas odeiam veganos? -George Reynolds
Ouro branco: a ascensão imparável dos leites alternativos -Oliver Franklin-Wallis
10 HISTÓRIAS DE CRIME E MISTÉRIO
De quantos assassinatos um informante da polícia pode escapar impune? -Ian Cobain
O cartel, o jornalista e os assassinatos de gangues que abalaram a Holanda – Jéssica Loudis
O mistério do drone Gatwick – Samira Manilha
Explosão: como meia tonelada de cocaína transformou uma ilha -Matthew Bremner
Um traficante de drogas, dois policiais corruptos e uma armação arriscada do FBI – Yudhijit Bhattacharjee
Quem matou o maior espião do século 20? -Simon Parkin
A verdadeira história da falsa embaixada dos EUA em Gana – Yepoka Sim
O assassinato que obcecou a Itália -Tobias Jones
Como o ‘julgamento de estupro no rugby’ dividiu a Irlanda -Susan McKay
O batman da obscenidade –Edward Docx
10 HISTÓRIAS SOBRE A GRÃ-BRETANHA
Como é realmente ser um refugiado na Grã-Bretanha –Zarlasht Halaimzai
A invenção de Essex -Tim Burrows
As Casas do Parlamento estão caindo -Charlotte Higgins
‘Quem se lembra dos verdadeiros binmen?’ Os memes nostálgicos que ajudam a explicar a Grã-Bretanha hoje -Dan Hancox
‘Se não há outro lugar para ir, é para lá que eles vêm’: como as bibliotecas britânicas fornecem muito mais do que livros – Aida Edemariam
Cruel, paranóico, fracassado: dentro do Home Office -Daniel Trilling
Os sinos versus o hotel boutique: a batalha para salvar a fábrica mais antiga da Grã-Bretanha -Hettie O’Brien
PPE: o diploma de Oxford que governa a Grã-Bretanha -Andy Beckett
Os gangsters à nossa porta -Felicity Lawrence
Como Boots se tornou desonesto – Aditya Chakrabortty
10 HISTÓRIAS PESSOAIS
O último dos Zoroastrianos –Shaun Walker
Adeus à América -Gary Younge
Meus quatro abortos: por que perder uma gravidez está tão envolto em mistério? -Jennie Ag
Como deixei o álcool tomar conta da minha vida –William Leith
Mães estrangeiras, línguas estrangeiras -Dina Nayeri
‘É assim que o Ocidente é realmente?’ Como foi trocar a China pela Grã-Bretanha -Xiaolu Guo
‘O Irã era a nossa Hogwarts: minha infância entre Teerã e Essex -Arianne Shahvisi
Minha vida sob guarda armada -Roberto Saviano
‘Durante cinco anos tememos todas as refeições’: a luta do meu filho pequeno com a comida -Tahmima Anam
‘O colonialismo nunca tinha realmente acabado’: minha vida à sombra de Cecil Rhodes – Não use pano
10 HISTÓRIAS SOBRE IDEIAS
Guerras terapêuticas: a vingança de Freud -Oliver Burkeman
O reinado imundo do relógio biológico -Moira Weigel
Precisamos de uma nova teoria da evolução? Stephen Buranyi
‘Nós, o povo’: a batalha para definir o populismo -Peter C Baker
A época do antropoceno: entramos em uma nova fase da história planetária? -Nicola Davison
Justiça para os Neandertais! O que o debate sobre nossos primos falecidos revela sobre nós -Nhil Krishnan
Acabando com o mito de que a depressão não afeta as pessoas nos países pobres -Tina Rosenberg
Neoliberalismo: a ideia que engoliu o mundo -Stephen Metcalf
O fim do Atlanticismo -Madeleine Schwartz
A invenção da branquitude: a longa história de uma ideia perigosa -Robert P. Baird
10 HISTÓRIAS DE ESPORTE
A prisão onde assassinos jogam pelo Manchester United -David Goldblatt
Campo dos sonhos: desgosto e heroísmo no Campeonato Mundial de Aração -Sophie Elmhirst
Como o sul de Londres se tornou uma fábrica de talentos para jogadores de futebol negros britânicos –Aniefiok Ekpoudom
Sem treinador, sem agente, sem ego: a incrível história do ‘Lionel Messi do cliff dive’ – Arroz Xan
Como a ginástica rítmica tomou conta da minha infância -Rebeca Liu
‘Cantando e dançando até a morte: a tragédia esquecida do futebol -John Hodgman
A solidão do tenista de baixo escalão – Conor Niland
‘O Vale do Silício do gramado’: como a busca do campo perfeito no Reino Unido mudou o futebol -William Ralston
O mundo brutal da luta de ovelhas: o desporto ilegal adorado pela “geração perdida” da Argélia -Hannah Rae Armstrong
Phil Taylor: será que o maior jogador de dardos pode se afastar do jogo que o criou? -Ed César
10 HISTÓRIAS DE MEIO AMBIENTE
O grande abandono: o que acontece ao mundo natural quando as pessoas desaparecem? -Tess McClure
O som dos icebergs derretendo: minha jornada pela Antártida -Jonathan Watts
Um zoológico sueco, sete chimpanzés escaparam – Imogen Cavaleiros Ocidentais
Detetives de esgoto: os homens que revelaram a morte lenta e suja dos rios galeses e ingleses -Oliver Bullough
Como mover um país: o plano radical de Fiji para escapar do aumento do nível do mar –Kate Lyons
Rock of Ages: como o giz criou a Inglaterra – Helen Gordon
Os humanos poderão algum dia entender como os animais pensam? -Adam Kirsch
Os rebeldes rewilders tentando reverter a maré da extinção -Patrick Barkham
‘Uma piroscape perturbada’: como os incêndios em todo o mundo se tornaram mais estranhos -Daniel Immerwahr
Dez maneiras de enfrentar a crise climática sem perder a esperança –Rebecca Solnit
10 ANOS DE LEITURA LONGA DE ÁUDIO, APRESENTADA PELOS AUTORES
2014: Será este o fim do britanismo? -Ian Jack
2015: Adeus à América -Gary Younge
2016: Homem x rato – Jordan Kisner
2017: Como o sanduíche consumiu a Grã-Bretanha -Sam Cavaleiro
2018: Por que os bilionários do Vale do Silício estão se preparando para o apocalipse na Nova Zelândia -Mark O’Connell
2019: Secadores de mãos versus toalhas de papel: a luta surpreendentemente suja pelo direito de secar as mãos –Samanth Subramanian
2020: A cidade invisível: como um morador de rua construiu uma vida no subsolo -Tom Lamont
2021: A viagem desastrosa de Satoshi, o primeiro navio de cruzeiro com criptomoeda do mundo –Sophie Elmhirst
2022: Sete passageiros clandestinos e um petroleiro sequestrado: o estranho caso da Nave Andromeda – Samira Shackle
2023: ‘Tudo o que tínhamos desapareceu’: o meu lamento pela Cartum devastada pela guerra – Nesrine Malik
2024: Os salvadores de arte que desafiam a morte na Ucrânia –Charlotte Higgins
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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