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3 dias em Vancouver: o que visitar na cidade do Canadá – 24/12/2024 – Turismo
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Carina Gonçalves
Muitas pessoas ficam indecisas entre viajar para Toronto, a versão canadense de São Paulo, ou Vancouver, comparada ao Rio de Janeiro. Enquanto Toronto é uma grande metrópole com invernos severos, Vancouver é rodeada por praias e atrai turistas apaixonados pela natureza.
Vancouver também é um importante polo cinematográfico. Quem passa por lá pode até ser surpreendido por sets montados em ruas da cidade.
Outro aspecto a ser destacado na cidade é sua organização, com ruas bem asfaltadas, mapas explicativos para ajudar os turistas e um transporte público pontual. É comum ouvir imigrantes de várias partes do mundo conversando em seus idiomas, além do inglês. O trem, chamado de SkyTrain, passa por cima da cidade, permitindo vislumbrar diferentes bairros ao longo da linha Expo Line.
A desvantagem são os preços altos da comida, acomodação e passeios turísticos. Vancouver é considerada o lugar mais caro do Canadá, e o custo de vida também pesa para os moradores. Entretanto, a cidade apresenta tantas atrações que vale a pena conhecer a aproveitar a sua riqueza natural.
DIA 1
Comece sua viagem em Downtown, o coração turístico da cidade. Pegue a linha Canada Line do SkyTrain, que começa no subsolo e, em parte do trajeto, passa na altura dos prédios. Vá até o último ponto e desça na estação Waterfront. Este edifício conecta os três principais transportes da cidade: SkyTrain, SeaBus e o Aquabus. Inaugurado em 1914, o prédio tem um estilo neoclássico inspirado em Montreal, marcando um momento significativo na história de Vancouver como um importante centro comercial e de transporte no oeste do Canadá.
Após sair da estação, vire à direita para entrar em Gastown, onde encontrará várias lojas de souvenirs e o famoso Gastown Steam Clock. Apesar de parecer da Era Vitoriana, o relógio foi construído em 1977 pelo relojoeiro Raymond Saunders, em homenagem ao passado da cidade durante a revitalização dos anos 1970. O relógio, que combina eletricidade e vapor, funciona normalmente e apresenta um show de música e fumaça a cada 15 minutos.
Continuando a caminhada, chegará a Chinatown, repleta de lojas japonesas e chinesas, ideal para almoçar. No entanto, é preciso ter cuidado ao andar na região, especialmente na Carrall Street, que apresenta problemas de criminalidade.
À esquerda, verá uma vasta marina que se estende até a entrada do Stanley Park, que será o passeio do dia seguinte. No meio do caminho, encontra-se o Olympic Cauldron, no endereço 1055 Canada Place, onde a tocha das Olimpíadas de 2010 foi acesa. Ao lado, há a escultura da Orca Digital, um monumento moderno perfeito para fotos.
Seguindo em frente, hidroaviões fazem passeios sobrevoando a cidade, com custo médio de 150 dólares canadenses por uma hora. A vista de cima é tão impressionante quanto de baixo, mas essa rápida viagem não é recomendada para quem tem medo de altura.
Aproveite o pôr do sol na orla da marina enquanto caminha pelos parques e, para o jantar, uma dica é o Greta Bar, a apenas oito minutos a pé da estação Waterfront. O ocal é repleto de jogos vintage, como Mario Kart e cestas de basquete. O ambiente também oferece diversas opções de cervejas artesanais locais e uma variedade de pratos para acompanhar.
DIA 2
O Stanley Park é tão grande que supera até o Central Park em Nova York. O local oferece caminhadas e passeios de bicicleta até acesso a cinco praias, monumentos e um aquário.
O Aquário de Vancouver, localizado no meio do parque, é mundialmente reconhecido por seus esforços em conservação marinha, educação ambiental e pesquisa. Se decidir visitá-lo, encontrará uma ampla variedade de animais marinhos, incluindo peixes, focas, leões-marinhos, lontras e golfinhos, além de experiências imersivas em apresentações. Os ingressos são caros, custando cerca de 80 dólares canadenses para adultos, com pacotes familiares a partir de 200 dólares canadenses.
Uma opção gratuita é conhecer os Totens, monumentos que homenageiam a cultura indígena de Vancouver. Essas nove estruturas de madeira foram instaladas em 1920, representando os povos kwakwaka’wakw, nuu-chah-nulth, haida e coast salish, refletindo a arte, a história e a tradição de cada origem.
Depois, visite o Prospect Point, localizado na parte norte do parque, a cerca de 30 minutos a pé. A vista permite ficar perto da ponte Lions Gate e oferece uma vista panorâmica da marina e das montanhas do outro lado da ponte.
Ao redor do parque, é possível fazer uma caminhada de quase duas horas pela orla, conhecendo as praias, ou alugar uma bicicleta na Denman Street, perto da entrada. Essa região apresenta várias lojas e opções de refeições, com preços variando de 7 dólares canadenses a 50 dólares canadenses.
No final do dia, continue em direção a English Bay, uma praia cheia de conchas e rochas na areia, com uma área comercial de restaurantes e cafés, ideal para almoçar. Não deixe de se divertir com as estátuas na entrada, chamadas de A-maze-ing Laughter, criadas pelo artista chinês Yuan Zhang. Os turistas podem interagir imitando os movimentos e tirando fotos.
Desfrute do dia na praia e caminhe até a ponte da Burrard Street, onde você encontrará barcos gratuitos que levam os turistas até o Granville Market, um mercado de comida fresca com grande variedade gastronômica. Durante a caminhada pela área, você pode apreciar apresentações musicais e visitar as lojas diversificadas da região.
DIA 3
Vancouver é conhecida por sua natureza e pela grande variedade de lugares para caminhadas. Suas opções podem ser feitas de ônibus e SeaBus, uma vez que muitas trilhas mais distantes requerem horas de carro.
Deep Cove é uma vila tranquila com várias casas grandes e um lago ideal para praticar caiaque, onde é possível alugar pranchas ou barcos. Você pode fazer uma trilha de 40 minutos (cerca de 3,8 km ida e volta), que inclui várias escadas e subidas até chegar à grande pedra Quarry Rock, que oferece uma vista panorâmica da região, com montanhas imponentes e barcos ancorados.
Grouse Mountain é famosa pela possibilidade de avistar ursos ao longo da trilha, que normalmente não reagem aos viajantes. No entanto, a trilha é desafiadora, com uma extensão de cerca de 2,9 km e um ganho de elevação de 853 metros. A subida leva mais de duas horas, e você pode optar por gastar 20 dólares canadenses na gôndola Skyride, que proporciona vistas panorâmicas da floresta.
A Capilano Suspension Bridge, com 137 metros de comprimento e suspensa a 70 metros de altura, oferece paisagens de tirar o fôlego. Para chegar lá, há ônibus específicos gratuitos na cidade, e a entrada custa 25 dólares canadenses para crianças e 71 dólares canadenses para adultos.
Se essa opção estiver fora do seu orçamento, considere visitar a pequena ponte suspensa do Lynn Canyon Park, uma grande área de conservação da natureza que proporciona uma experiência imersiva na floresta temperada da costa oeste, com trilhas cênicas, rios e cachoeiras onde os turistas podem nadar, embora a água seja muito gelada em estações frias.
Whistler é um dos destinos turísticos mais famosos do Canadá, conhecido por suas vistas deslumbrantes e várias opções de trilhas por florestas, rios e cachoeiras. A cidade fica a cerca de 120 km ao norte de Vancouver e é mundialmente conhecida pelo Whistler Blackcomb, um dos maiores e mais renomados resorts de esqui e snowboard da América do Norte.
Além disso, Whistler foi sede dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010, e ainda é possível ver resquícios da época, como os anéis olímpicos na entrada da cidade. Para chegar lá, você precisará de ônibus fretado ou alugar um carro.
Se você puder aproveitar a cidade por mais dias, uma dica é conhecer o mirante Queen Elizabeth Park, que oferece vistas incríveis da cidade e pontos floridos perfeitos para fotos, além do Conservatório, que tem uma entrada de sete dólares para a estufa. Não deixe de visitar o McArthurGlen Designer Outlet Vancouver Airport, localizado na estação Templeton.
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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.
A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.
O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.
“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.
O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.
A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”
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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.
A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.
Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.
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Curso de Ciências Contáveis realiza evento sobre IA e deepfakes — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026O curso e o Centro Acadêmico de Ciências Contábeis, da Ufac, promoveram o evento de extensão Inteligência Artificial (IA), Regulação de Deepfakes e Formação Cidadã, em 9 e 10 de julho, no bloco do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas. Nesse período, estudantes, professores e interessados no assunto realizaram troca de experiências, além de debates sobre temas atuais para cidadania e o exercício profissional.
A programação contou com palestra de Virgilio Viana, a qual proporcionou aos participantes reflexões sobre os desafios e as oportunidades decorrentes das transformações tecnológicas na sociedade contemporânea. Também ocorreram três oficinas: O Perfil Profissional para a Gestão Pública, ministrada por Esteferson Rocha; Cartão de Crédito: Aliado ou Vilão?, ministrada por Gilvanete Pereira; e Inteligência Emocional, ministrada por Jordeane Oliveira
Os professores Marconde Silva e Oleides Oliveira organizaram o evento, que, segundo eles, reafirmou o compromisso do curso de Ciências Contábeis com a promoção de ações de extensão que integram ensino, pesquisa e extensão, fortalecendo o diálogo entre a universidade e a sociedade.
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