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6 mortos em ataque de drone israelense no campo de refugiados ocupado de Jenin, na Cisjordânia | Notícias da Cisjordânia Ocupada
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Um drone militar israelense teria disparado três mísseis contra um grupo de pessoas no campo de refugiados de Jenin.
Um adolescente palestino e três irmãos estavam entre pelo menos Seis pessoas mortas num ataque aéreo israelita no campo de refugiados de Jenin, na Cisjordânia ocupada, segundo relatos.
A agência de notícias palestina Wafa disse que um drone israelense disparou três mísseis contra um grupo de pessoas perto de uma rotatória no campo na noite de terça-feira, matando seis pessoas, incluindo um menino de 15 anos, e ferindo várias outras.
Cinco outras vítimas do ataque tinham idades entre 23 e 34 anos e incluíam três irmãos, relata Wafa. No início deste mês, um ataque de drone israelita à cidade ocupada de Tammun, na Cisjordânia, matou duas crianças palestinianas e um jovem de 23 anos da mesma família.
Hamdah Salhut, da Al Jazeera, disse que o ataque de drones ao campo de Jenin ocorre em meio a intensos ataques militares israelenses às comunidades locais e ao assassinato pelas forças israelenses de quase 800 palestinos na Cisjordânia ocupada desde 7 de outubro de 2023 – bem como à prisão de vários milhares de palestinos. outros.
“O ministro da defesa de Israel disse que Israel continuará esta política em toda a Cisjordânia”, disse Salhut, acrescentando que a violência no território ocupado é agora conhecida como a “guerra silenciosa” de Israel.
“Tornou-se conhecida como a guerra silenciosa – paralela, lado a lado, com o que Israel está a fazer em Gaza, mas sem receber tanta atenção”, disse Salhut.
O ataque mortal de drones também ocorre em meio a uma operação militar lançada no campo de Jenin por da Autoridade Palestina (PA) nas últimas semanas, visando combatentes da resistência palestina, o que resultou na morte de mais de uma dúzia de pessoas.
Anwar Rajab, porta-voz das forças de segurança da AP, disse que o ataque pretendia “perturbar os esforços” da autoridade para alcançar segurança e estabilidade em Jenin.
Hassan Khraisheh, vice-presidente do Conselho Legislativo Palestino, disse que o ataque com drones demonstrou a disposição de Israel de matar palestinos indiscriminadamente.
“Esta é uma mensagem clara da ocupação israelita de que todos os palestinianos são um alvo”, disse Khraisheh à Al Jazeera.
O ataque de drones também provocou raiva entre os moradores locais, pois ocorreu em meio à operação militar da AP em Jenin, disse Khraisheh, acrescentando que o ataque PA agora deve se retirar de Jenin e unir-se a outros grupos palestinianos na oposição à ocupação israelita.
“Nosso inimigo é um só – seja como combatentes da resistência ou como forças de segurança (AP)”, disse ele.
“Ninguém está protegido contra os ataques israelenses.”
Mais cedo na terça-feira, o Batalhão Jenin da Jihad Islâmica Palestina disse que concordou com uma iniciativa local para acabar com as lutas internas palestinas e parar o derramamento de sangue entre os palestinos no território ocupado. O grupo não revelou detalhes do acordo, mas disse que afirma o “direito legítimo de resistir à ocupação criminosa”.
Paralelamente à sua campanha para reprimir os combatentes em Jenin, que classifica como “fora da lei”, a AP também suspendeu a Al Jazeera na Cisjordânia ocupada, no que é visto como um maior silenciamento da dissidência e da liberdade de expressão por parte das autoridades.
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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