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CURIOSIDADES

6 recursos que estão a caminho do WhatsApp

Luanna, Colaboradora do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O WhatsApp está constantemente mudando. Se você utiliza apenas a versão convencional do aplicativo, as novidades podem chegar de forma mais espaçada, mas o público que se aventura com a versão beta sempre recebe uma atualização experimental para conferir antes do resto dos usuários.

Neste momento, o aplicativo está testando uma série de novos recursos que devem chegar a qualquer momento. Alguns deles já estão disponíveis para os usuários do beta; outros foram confirmados, mas ainda não estão acessíveis, enquanto outros são esperados há algum tempo.

Reprodução automática de áudio no Android

Usuários do iOS já têm desde o ano passado este recurso, e ele finalmente começou a chegar para usuários do Android. A função é extremamente útil para quem já se deparou com aquele “paredão” de áudio ao abrir o WhatsApp, com várias mensagens enviadas na sequência.

O WhatsApp agora vai entender quando muitas mensagens de áudio forem enviadas em um espaço de tempo curto e engatará a reprodução da próxima assim que a execução da primeira terminar.

A função já está disponível para usuários da versão beta do WhatsApp para Android e não deve demorar muito para chegar a todos os usuários.

Modo escuro

Um pedido antigo do público, que pode ser útil em vários aspectos. O modo escuro tem a vantagem mais óbvia de tornar o uso do aplicativo mais confortável quando você está em ambientes escuros, sem precisar levar um jato de luz na cara.

Além disso, para quem usa celulares com tela AMOLED, existe uma segunda vantagem. Como cada pixel é individualmente aceso para formar a imagem na tela, o modo escuro permite que os pontos pretos se mantenham totalmente apagados, o que ajuda a economizar energia. Se você usa muito o WhatsApp, o ganho de autonomia do celular pode ser considerável.

O recurso ainda está em desenvolvimento interno e não está acessível nem mesmo na versão beta, mas ele deve começar a chegar aos primeiros usuários em breve.

Dedo-duro de spam
Assim como sua empresa-mãe, o Facebook, o WhatsApp tem lidado com seus próprios problemas com boatos, com impacto bastante negativos na sociedade. Na Índia, onde a presença do aplicativo é muito forte, houve ondas de linchamentos resultantes de correntes falsas compartilhadas sem cuidado; no Brasil, também não precisamos ir muito longe para lembrar de como o app virou uma arma para difusão de mentiras durante as eleições.

Há algum tempo, o aplicativo começou a mostrar quando uma mensagem é encaminhada em vez de redigida pelo próprio remetente. Agora, o próximo passo é mostrar quando aquela mensagem foi encaminhada muitas vezes, o que poderá ser feito olhando os dados de uma publicação. Lá haverá a informação de quantas vezes aquela mensagem foi encaminhada, o que reforça seu caráter viral e, muito provavelmente, falso.

A função ainda não foi implementada, mas deve chegar primeiro à Índia, onde a questão dos boatos é fortíssima e onde haverá eleições dentro de pouco tempo.

Bloqueio por impressões digitais

A autenticação em duas etapas do WhatsApp é útil para impedir que alguém use sua conta sem permissão, mas ela não é o método mais eficaz de bloqueio do app para impedir que alguém acesse seu perfil se tiver o celular em mãos. Em breve, será possível bloquear o WhatsApp com biometria.

No iOS, essa função foi implementada com suporte ao FaceID e TouchID, e agora está em desenvolvimento para o Android. Com ela, você poderá utilizar usar a impressão digital cadastrada no seu celular para impedir que outras pessoas leiam suas conversas.

Trata-se de mais uma função que está em desenvolvimento interno e ainda não tem previsão de lançamento, mas está a caminho.

Pagamentos

O WhatsApp já havia anunciado há algum tempo uma função de pagamentos, que permite a transferência de dinheiro entre usuários, visando inicialmente a Índia. O Brasil deve estar entre a próxima leva de países a receber a funcionalidade.

Espera-se que em algum momento seja implementado um sistema que utilize criptomoedas, mas por enquanto, no entanto, o WhatsApp Payments funciona sem depender delas. Na Índia, ele opera integrado ao UPI, o sistema unificado de pagamentos do país, que integra bancos e instituições financeiras locais, o que significa que você pode associar seu WhatsApp a uma conta bancária e transferir seu dinheiro a partir da sua conta corrente.

Na Índia, para usar o recurso é necessário fazer a verificação do número telefônico mais uma vez para fazer a associação do app a uma conta bancária. Então, basta abrir uma conversa com outro usuário habilitado a receber pagamentos, selecionar o ícone de pagamentos e definir a quantia a ser transferida.

Ainda não se sabe quando essa função pode chegar ao Brasil.

Busca avançada de mídia

O WhatsApp vai ganhar mais um recurso para facilitar a vida de quem costuma buscar por mensagens ou imagens antigas no aplicativo. O recurso, chamado de Pesquisa Avançada, está em desenvolvimento e deve dar as caras dentro de algum tempo para usuários do Android e do iOS.

A vantagem da busca avançada é que é possível filtrar as categorias de busca. Em vez de pesquisar apenas por mensagens, é possível observar também as imagens, GIFs, vídeos, documentos, links e áudio que são trocados por meio do WhatsApp. Atualmente, não há um modo simples de recuperar arquivos de mídia que são enviados ou recebidos por meio do app.

O recurso foi descoberto primeiro no iOS, ainda em desenvolvimento interno, e está inacessível, mas chegará primeiro aos celulares da Apple e, posteriormente, aos aparelhos Android.

Informações de olhar Digital 

CURIOSIDADES

Mortes no trânsito aumentam quase 20% no AC e maioria dos acidentes envolvem motociclistas

G1AC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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O número de mortes no trânsito aumentou no Acre de janeiro a agosto deste ano, em relação ao mesmo período de 2018. Os dados são do Departamento Estadual de Trânsito do Acre (Detran-AC). Os números excluem os acidentes em rodovias federais.

O crescimento é de 19%, segundo informou o órgão. Nos oito meses do ano passado foram registradas 31 mortes em todo estado. Já neste ano, foram 37 óbitos. Deste total, 90% envolvem motociclistas.

No dia Nacional do Trânsito, celebrado nesta quarta-feira (25), o diretor do Detran-AC, Luiz Fenando Duarte, disse que a maioria das ações são voltadas para o os motociclistas.

Ele informou ao G1 que são desenvolvidas ações referentes tanto à Semana Nacional do Trânsito quanto continuadas para tentar reduzir estes números.

“Antes da Semana Nacional de Trânsito, nós já estávamos intensificando a fiscalização com o Batalhão de Trânsito e Polícia Militar com operações que visam a abordagem a motociclistas”, informou.

Além disso, ele informou que vai intensificar as blitzen educativas em proximidades de escolas.

“Estes são os dois eixos que podemos trabalhar para reduzir esse número de acidentes [com mortes]. A fiscalização e a educação de trânsito”, disse.

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BRASIL

Mais policiais se suicidam no país do que morrem em confrontos

Juruá em Tempo, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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O número de policiais que cometeram suicídio no Brasil em 2018 (104) foi maior que a quantidade que morreu em decorrência de confronto nas ruas (87), enquanto estavam em serviço. Para especialistas, o volume de suicídios acende um alerta sobre a necessidade de as corporações prestarem melhor assistência à saúde mental dos agentes. O estresse inerente à função policial e conflitos institucionais, como assédio moral, são apontados pela Ouvidoria da Polícia de São Paulo como fatores que, em conjunto com outros, podem contribuir para essas mortes.
A Ouvidoria divulgou relatório em que analisa os suicídios de policiais cometidos no Estado de São Paulo em 2017 e 2018 – os dados nacionais são do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgados neste mês. O estudo paulista compila os registros para detalhar informações como o perfil da vítima, além de ter conversado com parentes e amigos para entender o contexto em que a morte aconteceu. O órgão chama a atenção para a alta taxa de suicídio entre policiais, que é de 23,9, enquanto no total da população o número é de 5,8 por 100 mil habitantes.
Os números mostram que o suicídio é a principal causa de morte dos policiais civis paulistas, superando as mortes decorrentes de confronto em serviço e de folga. Na Polícia Militar, as autolesões fatais representam a segunda maior causa de morte, atrás dos assassinatos sofridos na folga, mas à frente dos óbitos ocasionados por confrontos em serviço. “A pesquisa aponta que há necessidade de ampliar o suporte à saúde mental dos policiais em São Paulo”, disse o ouvidor, Benedito Mariano. O jornal O Estado de S. Paulo mostrou neste mês que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 90% dos casos de suicídio estão associados a distúrbios mentais e, portanto, podem ser evitados com o tratamento certo.

O estudo paulista elenca oito fatores que, em conjunto, podem contribuir para esses casos. São eles: estresse inerente à função policial; falta de suporte de serviço de saúde mental; depressão; conflitos institucionais; conflitos familiares e problemas financeiros; isolamento social, rigidez e introspecção; subnotificação de tentativas de suicídio; e fácil acesso a arma.
Os pesquisadores destacam que, corriqueiramente, os pensamentos suicidas estão associados a problemas da saúde mental, como depressão. Mas é o estresse inerente à função policial que é citado com destaque nessa lista de fatores. “O policial deve começar a lidar com isso já na academia e tem de existir um programa que o acompanhe ao longo da carreira. Não adianta só dar viatura, armamento e uniforme e não cuidar da saúde mental”, apontou Mariano.
A psicóloga Beatriz Brambilla, do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, reforça que não é uma única dimensão que produz a motivação das vítimas. “A ideia do multicausal é que se possa compreender o fenômeno na totalidade. Então a pessoa que está em sofrimento não está assim por uma questão interna ou porque ela tem uma fragilidade ou inadaptação. Temos de compreender que há questões que são do sujeito, mas que há questões sociais.”
Resiliência
O soldado Antônio Figueiredo Sobrinho, de 56 anos, tinha três anos e meio de carreira na Polícia Militar quando reagiu a uma tentativa de assalto no comércio onde realizava um “bico” de segurança. Correu atrás do assaltante, mas não percebeu que um comparsa estava nas suas costas. Foi baleado e ficou paraplégico.
Acostumado à ideia de ser um herói para os filhos e de prover a sua família, viu-se muito abalado depois do caso, pois se enxergava como um fardo para os que tentavam ajudá-lo a se adaptar e a vencer as barreiras. “Por duas vezes tentei suicídio. Coloquei a arma na cabeça e o dedo no gatilho. Não queria mais viver porque pensava que meus filhos não precisavam de um pai aleijado”, disse ao jornal.
Desistiu da ideia e trilhou o caminho contrário, passando a ajudar aqueles que enfrentavam os mesmos problemas que ele. Sobrinho ajudou a criar a Associação de Policiais Portadores de Deficiência, que conta hoje, segundo ele, com mais de 23 mil associados. Lá, uma série de serviços é oferecida, de doação de cadeira de roda à assistência psicológica. “Fazemos um trabalho de integração daquele policial de volta à sociedade.”
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo disse que as recomendações da Ouvidoria (mais informações nesta página) serão avaliadas pelas áreas técnicas da pasta. Disse que as polícias do Estado “contam com sistemas de apoio e atendimento psicológico aos seus agentes”. Além disso, a Corregedoria e a Academia também oferecem atendimento psicológico aos agentes. “Sempre que necessário, os casos são encaminhados ao Departamento de Perícias Médicas do Estado (DPME) para avaliação.”
Presidente do Conselho Federal de Psicologia, Rogério Giannini disse que a reflexão sobre a saúde mental do policial beneficia a corporação e toda a sociedade. “A pesquisa de certo modo contribui com a ideia de humanização da polícia. O policial é um ser humano que tem as vicissitudes de qualquer ser humano.”
Frustração
A auditora fiscal do trabalho aposentada Maria Aparecida Almeida Dias de Souza, de 70 anos, ainda reflete sobre as razões que levaram a irmã, a delegada Maria Cássia Almeida Almagro, a tirar a própria vida, em julho de 2015, aos 54 anos. “Podem ter havido outros motivos, mas é certo que havia uma insatisfação muito grande com a profissão. Ela vivia uma frustração de não poder realizar aquilo que achava que devia fazer.” A delegada foi encontrada morta em sua casa, em um condomínio de Sorocaba, com ferimento à bala. A perícia indicou que ela havia se suicidado.
Maria Aparecida conta que a irmã enfrentava problemas familiares, pois seu segundo casamento havia terminado e o único filho tinha se mudado para os Estados Unidos. No dia anterior à morte, Cássia esteve na casa da irmã e falou de um curso que estava fazendo na área policial. “Ela não demonstrou nada, estava feliz, cheia de planos.”
A presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia de São Paulo, Raquel Kobashi Gallinati, classificou a rotina do policial civil no Estado como “estafante”. “Sabemos que a profissão internacionalmente é ligada a maior índice de suicídio. Atuamos sob pressão e tendo de gerenciar crises a todo instante em situações adversas.”
Sugestões
O relatório da Ouvidoria termina com 11 recomendações de melhorias. À Polícia Militar, o órgão recomenda a criação de mais 75 núcleos de assistência psicossocial, o que cobriria quase todos os batalhões. Hoje, são 35 núcleos.
Além disso, a Ouvidoria pede que o tema da saúde mental seja incluído nas preleções diárias das unidades e nos treinamentos. Para a Polícia Civil, o órgão recomenda a implementação urgente de um programa de saúde mental e contratação de psicólogos para a atividade

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