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’80 anos de mentiras e decepção’: esta prova de filme da vida alienígena na Terra? | Filme SXSW
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Adrian Horton in Austin
Um novo documentário que afirma a presença de vida extraterrestre na Terra e alega um esforço do governo dos EUA para ocultar informações sobre possível atividade alienígena está fazendo ondas SXSW.
A idade da divulgação expõe anos de atividade e testemunho do Congresso em torno da presença de fenômenos anômalos inexplicáveis (ou UAP, uma rebranding do OVNI estigmatizado), nos Estados Unidos, desenhando o burburinho e o ceticismo no festival cultural de Austin, no Texas.
O filme, dirigido por Dan Farah, apresenta 34 veteranos militares e de inteligência com conhecimento direto ou experiência com o UAPS. Todos testemunham a presença de objetos voadores alienígenas e, para alguns seres extraterrestres na Terra. Alguns também alegam um encobrimento do governo de informações supostamente que mudam de paradigma-um esforço que o assunto principal do filme, Luis Elizondo, membro do programa de identificação de ameaças aeroespacial avançado do governo (AATIP), considerou “a campanha de desinformação mais bem-sucedida na história do governo dos EUA”, representando 80 anos de Lives e Decepção ”.
Um grupo bipartidário de funcionários do governo, incluindo o ex -senador da Flórida e o novo secretário de Estado de Trump, Marco Rubio; o senador democrata de Nova York Kirsten Gillibrand; E o senador republicano de Dakota do Sul, Mike Rounds, também exige mais transparência sobre o assunto, citando sua experiência pessoal lutando para acessar qualquer informação no UAPS. Todos os participantes, de acordo com o filme, divulgam o máximo de informações possível – o que não é muito em termos de evidências concretas, como vários críticos observaram. Como Indiewire Coloque, a idade de divulgação apresenta “o argumento mais convincente que você pode fazer sem mostrar nenhuma evidência real”. Daniel Fienberg, do repórter de Hollywood demitido Como “um documento básico de exploração a cabo, feito com um brilho sofisticado”, no qual “nada é comprovado e, portanto, nada pode ser refutado”.
Mas ainda é o documentário mais grave e proveniente do tratamento do governo do UAP até o momento, examinando anos de crescente interesse público no assunto, mesmo que proclama, nas palavras de Elizondo, “a maior mudança de paradigma na história da humanidade”. A idade de divulgação é “o documentário mais histórico já feito sobre esse tópico”, disse um participante-chave, Jay Stratton, um funcionário da agência de inteligência de defesa e diretor da Força-Tarefa UAP do governo, durante uma sessão de perguntas e respostas pós-triagem no teatro Paramount do festival.
“Esta é uma situação muito real, e as apostas são incrivelmente altas, e é claramente a questão mais bipartidária de nosso tempo – líderes de ambos os partidos políticos deixaram claro para mim o quão sério é”, disse Farah, produtor de Steven Spielberg’s Jogador pronto um e o Doc 2020 OVNI O fenômenodurante as perguntas e respostas. “Mas o público não tem idéia. A pessoa comum na rua está completamente no escuro. ”
O filme começa com uma montagem de sujeitos-veteranos ex-militares e de inteligência, muitos dos quais testemunharam sob juramento perante o Congresso-afirmando pelo registro: “Não estamos sozinhos”. Embora tenha diversificado idéias fantásticas que atraíram suspiros audíveis do público-especulações da vida extraterrestre escondida nas profundezas não mapeadas do oceano, discussões sobre o espaço teórico do espaço-tempo que dobra a tecnologia alienígena que absolveria a humanidade de combustíveis fósseis-a idade da divulgação se baseia em relatórios legítimos em programas governamentais.
Esse relatório começa com um Buzzy 2017 New York Times relatório Sobre a existência da AATIP, que investigou relatórios de OVNIs do Pentágono. (Elizondo e vários outros participantes do cinema, incluindo o ex -secretário de Defesa Adjunto da Inteligência Christopher Mellon e o físico da consultoria da AATIP Harold Puthoff, serviu como fontes nomeadas para o artigo.) Em 2020, o Times Times confirmado A existência contínua da AATIP como uma força -tarefa renomeada para fenômenos aéreos não identificados dentro do Escritório de Inteligência Naval, precipitando uma investigação oficial do governo sobre o assunto.
O interesse público levou a vários relatórios do Pentágono confirmando Centenas de avistamentos de UAP por militares, bem como o lançamento de um pentágono oficial Ferramenta de relatórios on -line. No outono passado, Elizondo e vários outros participantes do cinema testemunhado antes Congresso que o governo conduziu um programa secreto de recuperação de OVNIs – embora a audiência não tenha nenhuma evidência direta para apoiar as reivindicações. Que se seguiu a Audiência do Congresso de sucesso de bilheteria Em julho de 2023, no qual o denunciante David Grusch, que liderou a análise da UAP dentro de uma agência de defesa dos EUA, disse aos legisladores que o governo dos EUA possuía “biológicos” e espaçonave não humanos. “Fui informado, no decorrer de minhas funções oficiais, de um programa de recuperação de acidentes e engenharia reversa de várias décadas, ao qual me negassem acesso”, disse ele ao comitê, novamente sem evidências diretas.
A idade da divulgação enfrenta um obstáculo semelhante: muita conversa sobre o que certas pessoas viram que são muito classificadas ou sensíveis demais para realmente detalham e, portanto, impossíveis de provar. Alguns participantes se recusam a especular sobre alienígenas, em vez de manter o que é desconhecido. “Poderia ser a China, pode ser a Rússia, pode ser qualquer adversário”, disse Gillibrand, da UAP avistamentos. Rubio alertou contra o fracasso da imaginação sobre as capacidades de qualquer adversário americano, humano ou não humano. Ambos expressaram preocupações de segurança nacional sobre a presença de UAPs no espaço aéreo dos EUA – um raro ponto de acordo.
Outros participantes detalham sua experiência pessoal testemunhar um evento UAP, como Alex Dietrich, um comandante do tenente da Marinha que tem falado publicamente sobre ver o chamado “objeto Tic Tac” durante um voo na costa de San Diego em 2004. O objeto misterioso parecia não ter asas, marcas ou plumas de escape; O radar naval detectou que poderia girar um centavo e descer 80.000 pés em menos de um segundo. E outros ainda, como Puthoff e o astrofísico Eric Davis, afirmam com confiança a realidade da interferência extraterrestre na Terra, com muitos supostos avistamentos ao redor das instalações nucleares dos EUA – embora, novamente, sem documentação.
Elizondo e Stratton também abordam brevemente um 2019 relatório Pela interceptação, questionando a experiência de Elizondo, encontrando “nenhuma evidência discernível de que Luis Elizondo já trabalhou para um programa de OVNIs do governo, muito menos liderou um”. Os dois descartam o relatório como uma tentativa do governo de desacreditar Elizondo por desinformação. O ex-oficial da CIA Jim Semivan, um veterano de 25 anos do Serviço de Inteligência Sênior, chamou as maiores supostas táticas de supressão do governo e silenciamento de informações de “tradição de descrença”.
Por mais provocativo e controverso que sejam as reivindicações, os cineastas deixaram a questão dos próximos passos para o público, com um chamado explícito para exigir mais informações dos legisladores que, segundo eles, também são mantidos no escuro. “Empurre seus representantes, empurre o ramo executivo, empurre o presidente para fazer isso vir à tona, fazer a transparência acontecer, para que o mundo possa entender o que estamos lidando é real”, disse Stratton. “Nós não estamos sozinhos.”
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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
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20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
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19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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