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a agência Fitch emite um alerta à França
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Mais um aviso para Michel Barnier. A empresa americana Fitch decidiu, sexta-feira, 11 de outubro, não baixar imediatamente a notação atribuída à dívida francesa, mantendo-a em AA−o equivalente a 17 de 20, mas ela acrescentou um “perspectiva negativa”. É evidente que, se a situação não for rapidamente corrigida, se as promessas de restaurar as contas públicas não forem cumpridas, a classificação corre o risco de ser revista em baixa durante a próxima revisão.
O novo Ministro da Economia, Antoine Armand, imediatamente “tomei nota” da decisão da Fitch e reafirmou “a determinação do governo em endireitar a trajetória das finanças públicas e controlar a dívida”.
Por enquanto, as contas francesas podem parecer fora de controlo. O défice público, que, após uma derrapagem inicial em 2023, se esperava inicialmente que regressasse a 4,4% do produto interno bruto (PIB) em 2024, tem todas as hipóteses, pelo contrário, de se agravar. Os grandes financiadores do Estado ficarão satisfeitos se não ultrapassar 6,1% do PIB no final do ano.
“Incerteza política persistente”
O orçamento de austeridade para 2025 apresentado na quinta-feira deverá marcar uma primeira mudança e reduzir o défice para 5% do PIB, mas muitos especialistas duvidam que este objetivo possa ser alcançado. Em vez disso, a Fitch espera 5,4% do PIB em 2025, como em 2026“tendo em conta a contínua incerteza política e os riscos de implementação de determinadas medidas”. A agência aposta que o orçamento será promulgado antes do final do ano, “mas o governo poderá ter de fazer concessões para garantir o apoio dos partidos da oposição.”
Seguindo em frente, o governo prepara-se para negociar com Bruxelas no sentido de adiar de 2027 para 2029 a data em que o défice deverá cair abaixo do limite de 3% do PIB previsto nos tratados. Mas aqui, mais uma vez, a Fitch não acredita que este objectivo possa ser alcançado até 2029.
Este aviso da Fitch – enquanto se aguardam as decisões das outras agências, a Moody’s no final de Outubro e a Standard & Poor’s em Novembro – sublinha mais uma vez a erosão da credibilidade do governo francês junto dos mercados financeiros. A evolução do défice semeou dúvidas sobre a fiabilidade do Ministério da Economia. “Durante muito tempo, Bercy mentiu com credibilidade, diz Hadrien Camatte, economista francês do Natixis, um banco de investimento. Agora está começando a aparecer. »
A preocupação da “decepção permanente”
Como sinal desta crise de confiança, os investidores japoneses, há muito tempo grandes compradores de dívida francesa, começaram a retirar-se. “O argumento de que sempre haverá investidores japoneses para comprar a dívida é obsoleto, observa Raphaël Gallardo, economista-chefe da Carmignac, uma empresa francesa de gestão de ativos. A inflação está de volta ao Japão, as taxas de juro subiram e continuarão a normalizar sob o mandato do (Primeiro Ministro Shigeru) Ishiba: Os investidores japoneses já não precisam necessariamente de vir para a Europa em busca de rendimento. »
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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre
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26 de março de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.
A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.
Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.
Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.
Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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