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a ajuda financeira aos países em desenvolvimento está no centro das discussões e causa tensões
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Se há uma sigla para lembrar de navegar nos mistérios da diplomacia climática, cheia de siglas, em 2024, é a de NCQG (para Novo Objectivo Quantificado Colectivo sobre Financiamento Climático). Este “novo objectivo colectivo quantificado”, ou seja, um novo objectivo global em termos de financiamento climático, estará no centro das negociações durante o 29.e conferência mundial do clima (COP29), no Azerbaijão, de 11 a 22 de novembro.
Deve substituir, a partir de 2025, o estabelecido em 2009, que previa que os países desenvolvidos mobilizassem 100 mil milhões de dólares por ano (cerca de 92 mil milhões de euros) para os países em desenvolvimento, a fim de os ajudar a reduzir as suas emissões de gases com efeito de estufa e a adaptarem-se às alterações climáticas globais. aquecimento.
Essa soma, que se tornou totêmica, foi alcançada e superada em 2022 (116 mil milhões), com dois anos de atraso, envenenando as relações entre o Norte e o Sul. Para os países em desenvolvimento, esta promessa não é caridade, mas uma dívida moral. Os países ricos, historicamente responsáveis pelas alterações climáticas, devem ajudar os mais pobres, que poluem pouco mas pagam o preço mais elevado.
O NCQG é essencial para reconstruir a confiança entre os estados e aumentar as reduções de emissões. É uma das condições para pressionar os países a apresentarem planos climáticos mais ambiciosos durante a COP30 em Belém (Brasil), em 2025. Em suma, “Dinheiro ou confronto”como resumiu um observador.
O desenvolvimento deste novo objectivo já estava planeado noAcordo de Paris, em 2015. Mas os 197 Estados não conseguiram resolver nenhuma das questões sensíveis, quer se trate do montante do envelope, dos contribuintes ou dos beneficiários. A eleição de Donald Trump nos Estados Unidos aumenta ainda mais as incertezas.
Os montantes
Lidar com os impactos cada vez maiores da crise climática requer agora triliões de dólares (trilhões Em inglês). A comissão responsável pelas questões financeiras no âmbito da conferência sobre o clima quantificou as necessidades globais dos países em desenvolvimento entre 5.800 e 5.900 bilhões de dólares para implementar planos climáticos até 2030um inventário porém incompleto.
A questão reside também, se não mais, na natureza e distribuição dos fundos, entre públicos e privados. O objetivo dos 100 mil milhões reúne financiamento público, bilateral e multilateral (80% do total em 2022), dinheiro privado mobilizado pelo público e créditos à exportação.
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Nota da Andifes sobre os cortes no orçamento aprovado pelo Congresso Nacional para as Universidades Federais — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
23 de dezembro de 2025Notícias
publicado:
23/12/2025 07h31,
última modificação:
23/12/2025 07h32
Confira a nota na integra no link: Nota Andifes
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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
18 de dezembro de 2025A Ufac, a Associação Paradesportiva Acreana (APA) e a Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer realizaram, nessa quarta-feira, 17, a entrega dos equipamentos de halterofilismo e musculação no Centro de Referência Paralímpico, localizado no bloco de Educação Física, campus-sede. A iniciativa fortalece as ações voltadas ao esporte paraolímpico e amplia as condições de treinamento e preparação dos atletas atendidos pelo centro, contribuindo para o desenvolvimento esportivo e a inclusão de pessoas com deficiência.
Os equipamentos foram adquiridos por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD), em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro, com o objetivo de fortalecer a preparação esportiva e garantir melhores condições de treino aos atletas do Centro de Referência Paralímpico da Ufac.
Durante a solenidade, a reitora da Ufac, Guida Aquino, destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Sozinho não fazemos nada, mas juntos somos mais fortes. É por isso que esse centro está dando certo.”
A presidente da APA, Rakel Thompson Abud, relembrou a trajetória de construção do projeto. “Estamos dentro da Ufac realizando esse trabalho há muitos anos e hoje vemos esse resultado, que é o Centro de Referência Paralímpico.”
O coordenador do centro e do curso de Educação Física, Jader Bezerra, ressaltou o compromisso das instituições envolvidas. “Este momento é de agradecimento. Tudo o que fizemos é em prol dessa comunidade. Agradeço a todas as instituições envolvidas e reforço que estaremos sempre aqui para receber os atletas com a melhor estrutura possível.”

O atleta paralímpico Mazinho Silva, representando os demais atletas, agradeceu o apoio recebido. “Hoje é um momento de gratidão a todos os envolvidos. Precisamos avançar cada vez mais e somos muito gratos por tudo o que está sendo feito.”
A vice-governadora do Estado do Acre, Mailza Assis da Silva, também destacou o trabalho desenvolvido no centro e o talento dos atletas. “Estou reconhecendo o excelente trabalho de toda a equipe, mas, acima de tudo, o talento de cada um de nossos atletas.”
Já o assessor do deputado estadual Eduardo Ribeiro, Jeferson Barroso, enfatizou a finalidade social da emenda. “O deputado Eduardo fica muito feliz em ver que o recurso está sendo bem gerenciado, garantindo direitos, igualdade e representatividade.”
Também compuseram o dispositivo de honra a pró-reitora de Inovação, Almecina Balbino, e um dos coordenadores do Centro de Referência Paralímpico, Antônio Clodoaldo Melo de Castro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre
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18 de dezembro de 2025A Orquestra de Câmara da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 17, uma apresentação musical no auditório do E-Amazônia, no campus-sede. Sob a coordenação e regência do professor Romualdo Medeiros, o concerto integrou a programação cultural da instituição e evidenciou a importância da música instrumental na formação artística, cultural e acadêmica da comunidade universitária.
A reitora Guida Aquino ressaltou a relevância da iniciativa. “Fico encantada. A cultura e a arte são fundamentais para a nossa universidade.” Durante o evento, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, destacou o papel social da arte. “Sem arte, sem cultura e sem música, a sociedade sofre mais. A arte, a cultura e a música são direitos humanos.”
Também compôs o dispositivo de honra a professora Lya Januária Vasconcelos.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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