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A Alaa Abd El-Fattah, presa, iniciou uma greve de fome

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A Alaa Abd El-Fattah, presa, iniciou uma greve de fome

Laila Soueif, mãe do oponente egípcio, aprisionou Alaa Abd El-Fattah, em frente à 10 Downing Street, em Londres, em 10 de fevereiro de 2025.

A ativista de direitos humanos egípcios-britânicos Alaa Abd El-Fattah, preso, iniciou uma greve de fome no início de março depois de aprender a hospitalização de sua mãe, que parou de se alimentar em setembro, anunciou sua família, sexta-feira, 7 de março.

Laila Soueif, que, como seu filho, tem dupla nacionalidade egípcia e britânica, iniciou uma greve de fome em 29 de setembro de 2024 para alertar o encarceramento interminável de seu filho, uma das figuras da revolução egípcia de 2011 nas prisões do presidente Abdel Fattah al-Sissi. Esse famoso ativista egípcio dos direitos humanos, 68 anos, tomou essa decisão depois que as autoridades egípcias decidiram, enquanto seu filho havia feito sua sentença, não de contar seus dois anos de detenção pré -quadriada.

Após sua hospitalização, em 25 de fevereiro, em um hospital de Londres, seus parentes anunciaram na quarta -feira que ela havia relaxado sua greve de fome. A partir de agora, ingerirá 300 calorias por dia, pela absorção de uma solução líquida, mas sempre se abstém de comer alimentos sólidos. Os médicos haviam alertado anteriormente que seu açúcar no sangue e a tensão no sangue haviam caído em níveis perigosamente baixos.

Mmeu Soueif, que tenta pressionar o governo britânico para que seu filho seja libertado, disse que havia recebido de “Ter esperança” Depois que o primeiro -ministro britânico Keir Starmer chamou, no final de fevereiro, ao presidente egípcio, e “Insistiu” com ele “Para libertação” do oponente.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes Em Londres, a fome de Laila Soueif, uma mãe corajosa da oposição egípcia

Um símbolo de prisioneiros políticos egípcios

Alaa Abd El-Fattah foi preso em 2019 e então condenado no mesmo ano a cinco anos de prisão por “disseminação de falsas notícias” depois de compartilhar uma publicação no Facebook por alegações de tortura nas prisões egípcias. Sua última greve de fome remonta a 2022, quando ele sobreviveu a 100 calorias por dia por sete meses.

“Minha família está devastada pelo fato de que Alaa está agora em greve de fome na prisão”disse sua irmã, Sanaa Seif, em um comunicado à imprensa. “Mas eu entendo o quanto ele se sente desesperado lá” ENTÃO “Que nossa mãe fome para tentar tirá -lo”.

Considerado um símbolo de prisioneiros políticos egípcios, o ativista passou a maior parte da última década atrás das grades. Grupos de defesa de direitos humanos e políticos pediram ao presidente Sissi que lhe concedesse uma graça.

Em 2022, Sissi reviveu um comitê de perdão presidencial que permitiu a libertação de um certo número de prisioneiros políticos líderes, incluindo o advogado de Abdel-Fattah, Mohamed al-Baqer. Desde então, o governo divulgou centenas de outras pessoas que estavam em detenção pré -condicional. Mas os grupos de direitos humanos acreditam que dezenas de milhares de prisioneiros políticos permanecem atrás das grades, que o governo nega.

O mundo com AFP

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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre

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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural---todos.jpg

Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.

Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.

Cultivo do cacaueiro

O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.

“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”

Bananicultura no Acre

A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.

“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”

Mulheres na gestão

A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.

“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.

Milho e inflação

O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.

“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”

 



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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física-interna.jpg

A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.

A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.

O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.

“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.

O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.

A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”

 



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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre

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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos-interna.jpg

Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.

A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.

Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.

 



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