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A ambivalência dos europeus face às contestadas eleições legislativas na Geórgia
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É um pequeno lembrete para os poderes que estão em Tbilisi. Na quinta-feira, 7 de Novembro, os líderes franceses, alemães e polacos apelaram solenemente às autoridades georgianas para que “conduzir investigações transparentes rapidamente” no “numerosas irregularidades” relatado durante as eleições legislativas de 26 de outubro, cujos resultados a oposição pró-europeia denuncia.
“Se a Geórgia não mudar de rumo demonstrando esforços concretos de reforma (…)não poderemos apoiar a abertura de negociações de adesão à União Europeia (UE) com este país »alertam o Presidente francês, Emmanuel Macron, o chanceler alemão, Olaf Scholz, e o primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, numa declaração conjunta. Em 30 de outubro, a Comissão Europeia recomendou a não retomada das negociações de adesão com a Geórgia, candidata à UE desde dezembro de 2023. O processo foi congelado em junho, após a adoção de leis repressivas contra a sociedade civil e a comunidade LGBT.
A declaração dos três líderes faz eco à da UE, que, no dia seguinte às eleições, também apelou à abertura de uma investigação independente para esclarecer estas irregularidades. “Eles precisam ser esclarecidos e abordados. Este é um passo necessário para restaurar a confiança no processo eleitoral”, declarou a UE.
No entanto, não pretende ir mais longe, nomeadamente pronunciar-se sobre a legitimidade da eleição. A Geórgia estará na agenda do Conselho de Ministros dos Negócios Estrangeiros de 18 de novembro, mas Bruxelas está à espera”. até então, as respostas das autoridades públicas georgianas ». “A União Europeia deve ter uma posição clara sobre o reconhecimento dos resultados eleitoraisgarante Amanda Paul, do Centro de Política Europeia em Bruxelas. Contudo, conseguir uma posição comum será complicado, porque é necessária a unanimidade. E dada a posição de Viktor Orban (Primeiro Ministro Húngaro)não tenho certeza de que um acordo possa ser encontrado aos vinte e sete anos. »
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Mais uma vez, os Estados-membros estão divididos. A Hungria é um obstáculo, e Viktor Orban não esconde a proximidade ideológica que o liga aos líderes do Georgian Dream, o partido pró-Rússia e autoritário no poder desde 2012. No dia seguinte às eleições, correu a Tbilisi para felicitar o seu representante georgiano. homólogo, Irakli Kobakhidze, de quem é próximo.
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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
30 de abril de 2026O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.
O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.
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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
23 de abril de 2026O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.
A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.
Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.
Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.
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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli
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16 de abril de 2026No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo.
O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:
SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.
A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.
Veja o vídeo:
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