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A ameaça de Trump é vasta. Mas não subestime a mudança incremental | Michael Brownstein
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2 anos atrásem
Michael Brownstein
Donald Trump está tentando desmontar a democracia constitucional americana diante de nossos olhos. Nas últimas seis semanas, muitos de nós estamos nos dizendo que temos que fazer algo sobre isso antes que seja tarde demais. E, no entanto, muitas pessoas que se sentem assim – por mais indignadas que estejam ou quão genuinamente preocupadas com o futuro do nosso país – estão fazendo muito pouco, mas com calabilidade e a rolagem de pesar.
Líderes eleitos no Democrático O Partido não está inspirado para as pessoas que estão alarmadas com as ações do presidente. Os remos de protesto que eles manteve o discurso de Trump Antes de uma sessão conjunta do Congresso destacar o fato de que eles estão mais agitados do que liderando. Enquanto isso, para a maioria de nós, a chance de votar novamente é de quase dois anos.
O problema é não Que não há coisas significativas que as pessoas comuns possam fazer. Há fortes evidências Esse protesto, chamando nossos representantes eleitos e mesmo apenas conversando com as pessoas sobre nossas preocupações políticas pode criar mudanças. Lutando contra a captura de poder nu de Trump requer um todo “ecossistema de resistência“Como Sherilyn Ifill, professor de direito e ex -presidente do Fundo de Defesa Legal da NAACP, colocou recentemente. Cada bit desse ecossistema soma mais do que a soma de suas partes.
A questão não é se existem medidas significativas a serem tomadas. É por isso que não os levamos com mais frequência.
O trabalho de fazer mudanças é difícil. A maior parte é chata, indexada e, na melhor das hipóteses, modestamente incremental do dia a dia. Mas se solicitado a descrever uma história de sucesso da mudança política – por exemplo, o Março de 1963 em Washington para empregos e liberdadeque é amplamente creditado por pavimentar o caminho para a Lei dos Direitos Civis de 1964 – o que vem à mente é uma imagem de centenas de milhares de pessoas reunidas em um momento triunfante e decisivo. Imagens como essas podem ser inspiradoras, mas também podem obscurecer a imaginação. O que nem sempre vem à mente são os mil pequenos passos que levaram a esse momento e levaram o trabalho adiante no dia seguinte.
Um viés anti-incrementalismo evita que muitos de nós agem. Como economista Albert Hirschman Coloque: “É a pobreza de nossa imaginação que paradoxalmente produz imagens de mudança” total “em vez de expectativas mais modestas”. O problema das expectativas modestas, porém, é que elas têm uma maneira de serem atendidas. Então eles podem crescer um pouco. Então cresça um pouco mais. E antes que você perceba, doenças como a varíola são erradicadas, a pobreza global mergulhou e a vida útil média humana dobrou.
Uma das razões pelas quais resistimos ao incrementalismo é porque achamos que isso exige que isso tolere a injustiça, como a moderação de um problema como os direitos dos transgêneros, em um esforço para os eleitores do Estado Swing do Tribunal. Mas abraçar o incrementalismo não determina se você é moderado, liberal, progressivo ou radical. O incrementalismo é sobre os meios com os quais alcançamos mudanças, não os fins que buscamos. Não importa os objetivos de alguém – crescendo Suporte local para projetos de energia limpaAssim, persuadir representantes eleitos considerar a representação proporcional ou mesmo alterando a constituição – A mudança requer pequenas etapas, cada uma empurrando um pouco mais além do status quo.
Ativistas, organizadores e outros empreendedores de mudança social são frequentemente incrementais, mesmo que não o diga. Por exemplo, os membros do Partido Pantera Negro não eram moderados de milquetoast, mas estavam servindo café da manhã para crianças todas as manhãs em Oakland a partir de 1969. Seu trabalho se expandiu para programas semelhantes em todo o país, que eventualmente inspirado O programa federal de café da manhã, que agora alimenta milhões de crianças. Ame ou odeie os Panteras, eles apareceram dia após dia, batendo nas portas, reunindo assinaturas, planejando orçamentos, fazendo o café.
O mesmo vale para políticas públicas bem -sucedidas. Na maioria dos casos, etapas incrementais – como Ratcheting Up Up Social Security Através de revisões sucessivas ao longo de décadas – são o caminho mais eficiente para a mudança transformadora. Quaisquer que sejam os objetivos de alguém, não há como evitar “fazer o trabalho”.
Outra barreira ao incrementalismo é como a mídia social é fácil para adiar o trabalho enquanto simultaneamente nos ajuda a sentir como se se Na verdade, estamos fazendo isso. Em uma pesquisa de 2018, o cientista político Eitan Hersh encontrado Esse terço dos entrevistados relatou gastar pelo menos duas horas por dia lendo, discutindo e pensando em notícias políticas. No entanto, praticamente nenhuma dessas pessoas passou algum tempo trabalhando ou se voluntariando para uma organização política. Hersh teme que muitos de nós, especialmente à esquerda, entendam mal o que é a política – ou, pelo menos, para que serve. Como ele escreveu em um ensaio de 2020 para o The Times: “A política é obter poder para promulgar uma agenda. Trata -se de trabalhar em grupos para transformar um voto em mais de um voto, uma voz em mais de uma voz, levando outros a bordo com você. Se você não está fazendo isso, não está fazendo política. Mas ei, parabéns pelo seu hobby interessante. ”
Outras barreiras ao abraçar mudanças incrementais são mais profundas: imagine dois governos da cidade, cada um dos quais define uma meta para o policiamento da reforma. Seus objetivos são basicamente idênticos, mas o governo A se aproxima muito do que o governo B do alvo, embora nenhum deles o alcance. Em um artigo de 2022 intitulado Perder a visão do progresso fragmentadoo psicólogo Ed O’Brien mostra que, uma vez que um limiar para o sucesso é claro, as pessoas geralmente atingem falhas quase completas, juntamente com sucessos parciais como “tudo o mesmo”. Embora o governo tenha feito um progresso real em comparação com o governo B, somos passíveis de descontar seus esforços se eles não resultarem em sucesso total. Pior, O’Brien mostra que, quando atribuímos o progresso parcial como falha, perdemos a motivação para continuar trabalhando para mudar.
Alguns ativistas climáticos temem que apliquem a mesma lógica ao objetivo de manter o aquecimento global abaixo de 1,5 ° C. De fato, o crise climática Demonstra qual é talvez a maior barreira ao incrementalismo: se não soubermos sobre o progresso, por que continuaríamos trabalhando para isso? Per capita, as emissões de gases de efeito estufa nos Estados Unidos estão atualmente com os níveis de 1920. Anualmente, nosso país agora emite sobre o que fizemos na década de 1980. Mas como Hannah Ritchie discute em seu livro Não o fim do mundoquando perguntado se as emissões aumentaram, diminuíram ou permaneceram os mesmos nos EUA nos últimos 15 anos, apenas uma em cada cinco pessoas diz que diminuiu. Essa falta de consciência das vitórias parciais pode criar cinismo e desespero.
Os conservadores americanos têm sido frequentemente incrementais de sucesso, talvez mais notavelmente em seu ataque de décadas aos direitos reprodutivos que culminaram na derrubada de Roe v Wade. Mesmo quando os progressistas recuam nessa reversão dos direitos, eles devem aprender com a forma como esse objetivo político foi alcançado.
Reconhecer o sucesso parcial não é equivalente à complacência. Enquanto os Estados Unidos e outros países fizeram um progresso importante na crise climática, as emissões globais de gases de efeito estufa continuam a subir, abrindo caminho para uma tremenda quantidade de sofrimento. Ainda não Reconhecer o sucesso parcial é uma receita para a inação. Isso nos deixa com a esperança ociosa de um momento de libertação, entregue nas asas de um anjo de mudança social que não existe.
O que me dá esperança é o pensamento não original e até banal de que a maioria das pessoas está tentando ser decente, na maioria das vezes. Claro, isso deixa muito espaço para que coisas ruins aconteçam. Podemos fazer coisas terríveis umas para as outras sob a interpretação que estamos fazendo o bem. Somos tendenciosos sobre como e para quem estendemos nossa decência. E os poucos indecentes podem manipular muitos para desviar o olhar enquanto roubam e saqueiam. Mas a justiça não seria possível se a maioria de nós não se importasse com isso, por mais de maneira que seja de maneira ardente, a perseguimos. E a maioria de nós, eu acho.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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