POLÍTICA
A avaliação de Haddad na Fazenda e a força-tarefa…
PUBLICADO
1 ano atrásem
Marcela Rahal
Depois de se reunir com o presidente Lula, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse, nesta segunda-feira, 16, que o petista pediu para que as medidas do pacote fiscal não sejam desidratadas. Haddad se encontrou com o presidente para atualizar a situação dos projetos de corte de gastos e da reforma tributária no Congresso. Lula recebeu alta neste domingo após fazer dois procedimento cirúrgicos para tratar uma hemorragia intracraniana.
Uma pesquisa do Datafolha divulgada hoje indica que 34% dos brasileiros avaliam como ruim ou péssima a gestão do ministro Fernando Haddad na Fazenda. Outros 34% consideram a gestão regular e 27% aprovam o desempenho do ministro, considerando como ótima ou boa. O levantamento foi feito cerca de duas semanas depois da apresentação do pacote de corte de gastos, que foi mal recebido pelo mercado.
Em agenda apertada, o Congresso fará um esforço concentrado nesta semana para votar as medidas de ajuste fiscal, a reforma tributária e o orçamento. As pautas enfrentaram dificuldades devido às novas regras para as emendas parlamentares impostas pelo ministro do STF Flavio Dino. Com a liberação dos recursos pelo governo, a expectativa é de que os projetos sejam votados. Acompanhe o Giro Veja.
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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social)
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POLÍTICA
A articulação para mudar quem define o teto de jur…
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8 meses atrásem
5 de maio de 2025Nicholas Shores
O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN).
A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica.
Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.
A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira.
Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.
Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios.
Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.
A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.
Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.
Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.
Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.
Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.
Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.


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