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A BBC pede desculpas à equipe que ‘se sentiu incapaz de levantar’ Russell Brand Preocupações | Russell Brand

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Caroline Davies

A BBC pediu desculpas depois que uma revisão constatou que vários indivíduos tinham preocupações com o comportamento de Russell Brand durante seu tempo com a emissora que eles sentiram incapazes de levantar, acreditando que o apresentador “sempre recebia esse próprio caminho e, portanto, eles permaneceram em silêncio”.

Brand, 49 anos, nega alegações históricas de estupro, agressão e abuso emocional, e já disse que todos os seus relacionamentos sexuais eram “absolutamente sempre consensuais”, após uma investigação de setembro de 2023 do Sunday Times, The Times e do Channel 4, que revelaram que quatro mulheres o acusaram de agressões sexuais entre 2006 e 2013.

O ator e o comediante é objeto de uma investigação policial em andamento.

Peter Johnston, diretor de reclamações e revisões editoriais da BBC, conduziu a revisãoque investigou oito reclamações sobre a marca, com apenas uma das formalmente feitas na BBC e focada no comportamento da marca na BBC 6 Music e na BBC Radio 2 entre 2006 e 2008.

Ele olhou para os relatórios que a marca urinou “em xícaras ou garrafas enquanto estava no estúdio, jogando objetos, alegações de sexo nas instalações, incluindo os vencedores da competição e a exposição enquanto estavam no estúdio em frente à equipe e aos hóspedes”, e comentários no ar .

Ele também investigou as “falhas” da gerência, incluindo uma percepção entre os funcionários de uma estreita relação de trabalho entre a marca e o então controlador da Radio 2 Lesley Douglas, que renunciou a uma marca de brincadeira feita ao ator Andrew Sachs.

Johnston disse que “pediu desculpas em nome do BBC para os mais diretamente afetados pelo que documentei aqui ”.

Ele descobriu que “vários indivíduos tinham preocupações com o comportamento de Russell Brand que eles sentiram incapazes de levantar na época.

“Muitos entrevistados acreditavam, com razão ou incorretamente, que Russell Brand sempre conseguia o que quer e, portanto, eles ficaram em silêncio (e observo aqui minha descoberta acima de que a única reclamação feita em 2007 não foi tratada com eficácia quando foi feita). ”

A BBC desde então “introduziu outros mecanismos e rotas para a equipe levantar preocupações”.

Embora a revisão tenha sido baseada em eventos que ocorreram há mais de 15 anos, “demonstra que a questão das hierarquias de poder nas equipes criativas e o papel dos apresentadores é algo que a BBC deve continuar monitorando de perto”, disse Johnston.

Brand não aceitou um convite para participar da revisão ou comentar sobre suas conclusões propostas, disse ele.

A BBC disse: “É uma grande preocupação que alguns desses indivíduos se sentissem incapazes de levantar preocupações sobre o comportamento de Russell Brand na época, e a BBC pediu desculpas a eles como parte desta revisão”.

Acrescentou que “estava claro que havia inadequações de conformidade em alguns dos programas Radio 2 da Russell Brand, que levaram o conteúdo que não seria transmitido hoje. Russell Brand deixou a BBC em 2008 após uma violação editorial de alto perfil ”.

A emissora também disse que “os apresentadores claros foram capazes de abusar de suas posições na BBC no passado” e que várias etapas foram introduzidas desde 2008 para lidar com alegações sérias.

A revisão investigou uma queixa feita por uma mulher que trabalha no mesmo prédio que o escritório da BBC em Los Angeles, na qual ela alegou que ele a exibiu em 2008, e depois riu do encontro em seu programa de rádio.

Outra alegação analisou uma reivindicação feita por uma mulher chamada “Alice”, que alegou que os carros da BBC a transportaram, inclusive de sua escola para sua casa, quando ela tinha 16 anos e supostamente estava em um relacionamento com a marca.

Em novembro, o Serviço de Promotoria da Coroa confirmou que estava considerando trazer acusações contra a marca.

O Met disse que recebeu vários relatos de crimes sexuais de mulheres em Londres e de outras partes do país após a investigação do Times.

Um homem de 40 anos foi entrevistado por policiais com cautela Em relação às alegações, disse a força na época.

A secretária de cultura, Lisa Nandy, disse: “As queixas contra a marca Russell estabelecidas neste relatório são horrendas. Como é o fato de que os funcionários se sentiram incapazes de levantar preocupações porque não achavam que seriam acreditados ou levados a sério. ”

Ela acrescentou: “Por muito tempo, houve uma cultura de silêncio na indústria da mídia, onde comportamentos inadequados como a marca foram tolerados ou subestimados. Os desequilíbrios de poder e a percepção de que certas estrelas não podem ser desafiadas, infelizmente, não são exclusivas para este caso.

“A BBC e a indústria em geral devem agora considerar urgentemente o que mais eles podem fazer para garantir que o abuso e o assédio por qualquer pessoa, não importa quem sejam, não sejam tolerados em nenhum de seus locais de trabalho”.



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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