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“A bola está do lado do Hamas” para uma trégua em Gaza, diz Antony Blinken
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2 anos atrásem
“A bola está do lado do Hamas” para concluir um acordo de trégua na Faixa de Gaza, disse o secretário de Estado americano, Antony Blinken, na terça-feira, 14 de janeiro, enquanto a guerra entre Israel e o movimento palestino causou dezenas de milhares de mortes em quinze meses. “Se o Hamas aceitar, o acordo estará pronto para ser concluído e implementado”acrescentou poucas horas depois de o Catar ter afirmado que as discussões sobre este acordo estavam no auge. «estádio final».
O Qatar, principal país mediador com os Estados Unidos e o Egipto, garante que o “principais problemas” bloquear um acordo foi resolvido. “Nunca estivemos tão perto do objetivo, mas por enquanto estamos à espera que o Hamas aceite o projeto. E até que isso aconteça, permaneceremos em alerta.”afirmou o secretário de Estado americano, ao dizer ” pensar “ que um acordo de trégua será concluído.
Durante um telefonema, os presidentes americano, Joe Biden, e os presidentes egípcio, Abdel Fattah Al-Sissi, discutiram na terça-feira o “esforços intensos” implantado para um acordo de trégua. Eles têm “sublinhou a importância do compromisso das partes envolvidas em superar obstáculos e demonstrar a flexibilidade necessária para alcançar este objetivo”declarou o porta-voz do Sr. Al-Sissi.
“Uma última rodada” de negociações
“Há um desejo real da nossa parte de chegar a um acordo”disse terça-feira à noite em Roma o chefe da diplomacia israelita, Gideon Saar, durante uma conferência de imprensa com o seu homólogo italiano, Antonio Tajani. “Se chegarmos a este acordo sobre os reféns, teremos uma maioria no governo que apoiará o acordo. »
As conversações em curso no Qatar decorrem com o Hamas e os negociadores israelitas presentes em duas salas separadas; “um último ciclo” deveria começar na terça-feira, segundo uma fonte próxima às negociações. Desde o início da guerra, apenas foi observada uma trégua de uma semana – no final de Novembro de 2023 – e as negociações desde então foram recebidas com intransigência de ambos os lados.
Washington também acredita que, uma vez concluído o acordo de trégua, Israel terá de aceitar um caminho para a criação de um Estado palestiniano sujeito a um calendário e a condições, declarou o chefe cessante da diplomacia americana. “Israel terá de aceitar a reunificação da Faixa de Gaza e da Cisjordânia sob a liderança de uma Autoridade Palestiniana reformada”explicou Antony Blinken. “Todos devem embarcar no caminho da formação de um Estado palestiniano independente, respeitando simultaneamente as condições e os prazos estabelecidos. »
“Uma trégua é também o primeiro passo para uma solução política, que é a solução de dois Estados” Palestino e israelense, disse, por sua vez, o chefe da diplomacia francesa, Jean-Noël Barrot, em entrevista à mídia Bruto. Barrot lembrou que dois reféns franco-israelenses, Ohad Yahalomi e Ofer Kalderon, estavam entre as dezenas de reféns ainda detidos na Faixa de Gaza. “Não temos informações precisas sobre o destino” dos dois franco-israelenses, “Esperamos que eles possam voltar para nós o mais rápido possível”acrescentou.
A Autoridade Palestina terá que administrar o pós-guerra em Gaza
Em Washington, o Secretário de Estado americano estimou que a Autoridade Palestiniana deveria gerir o período pós-guerra na Faixa de Gaza, com um papel provisório para a ONU e parceiros estrangeiros. “Acreditamos que a Autoridade Palestiniana deveria convidar parceiros estrangeiros para ajudar a estabelecer e gerir uma administração interina responsável pelos principais sectores civis em Gaza”declarou Blinken, revelando assim os contornos de um plano para gerir o período pós-guerra.
“Sem uma alternativa clara, um plano pós-conflito e um horizonte político credível para os palestinianos, o Hamas – ou qualquer outra coisa igualmente desprezível e perigosa – reagirá”.ele disse. Desde o início dos ataques israelenses a Gaza, “Estimamos que o Hamas recrutou quase tantos novos militantes quanto perdeu”acrescentou.
“A perspectiva de normalização (relacionamentos) entre Israel e a Arábia Saudita constitui a melhor oportunidade para alcançar o objectivo há muito almejado por Israel de uma maior integração.” no Oriente Médio, disse Blinken. “É também a melhor motivação para as partes tomarem as decisões difíceis necessárias para concretizar plenamente as aspirações tanto dos israelitas como dos palestinianos. »
A uma semana da chegada de Donald Trump à Casa Branca, intensificaram-se as negociações indiretas em Doha com vista a uma trégua associada à libertação dos reféns detidos em Gaza desde o ataque do movimento islâmico palestiniano Hamas em solo israelita, em 7 de outubro de 2023. , que deu início à guerra.
Desde esta data, Israel aumentou os ataques na Faixa de Gaza, principalmente em Deir Al-Balah (centro), Rafah (sul) e na Cidade de Gaza (norte), onde pelo menos 18 pessoas, incluindo crianças, foram mortas durante a guerra. últimas vinte e quatro horas, de acordo com os serviços de emergência locais. No total, pelo menos 61 pessoas morreram num dia, segundo o ministério da saúde do Hamas.
Duzentas e cinquenta e uma pessoas foram raptadas durante o ataque de 7 de outubro de 2023, que provocou a morte de 1.210 pessoas do lado israelita, a maioria civis, segundo uma contagem da agência France-Presse baseada em dados oficiais.
Pelo menos 46.645 pessoas, a maioria civis, foram mortas na campanha militar de retaliação de Israel na Faixa de Gaza, que está à beira de um desastre humanitário, segundo dados do Ministério da Saúde do Hamas, considerados confiáveis pela ONU.
O mundo com AFP
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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