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A coalizão governante de esquerda do Sri Lanka caminha para uma vitória eleitoral esmagadora | Notícias de política

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O Poder Popular Nacional do presidente do Sri Lanka obtém 62% dos votos, mostram os primeiros resultados.

A coligação esquerdista do presidente do Sri Lanka, Anura Kumara Dissanayake, está no caminho certo para uma vitória esmagadora em eleições antecipadas, conferindo ao líder de tendência marxista um mandato poderoso para aliviar as medidas de austeridade punitivas na nação atingida pela crise.

Com bem mais de metade dos votos contados na manhã de sexta-feira, o Poder Popular Nacional (NPP) de Dissanayake estava muito à frente da aliança de oposição Samagi Jana Balawegaya (SJB), com 62 por cento dos votos, de acordo com os primeiros resultados da Comissão Eleitoral do país.

O NPP conquistou 80 assentos no parlamento de 225 membros, em comparação com 21 assentos para o SBJ, e liderava em todos os 22 distritos eleitorais, exceto um, de acordo com os resultados.

A participação eleitoral na votação de quinta-feira foi de cerca de 65 por cento, de acordo com a comissão eleitoral, menos do que na eleição presidencial de Setembro, quando quase 80 por cento dos eleitores elegíveis votaram.

Dissanayake venceu as eleições presidenciais de Setembro, aproveitando uma onda de descontentamento popular com as medidas de austeridade impostas pelo seu antecessor, Ranil Wickremesinghe, como parte de um acordo de resgate com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

Com a sua coligação a deter apenas três assentos no parlamento cessante, o líder de 55 anos de Janatha Vimukti Peramuna (JVP) convocou eleições legislativas antecipadas em busca de um novo mandato.

Dissanayake projetou confiança antes da votação, dizendo à mídia local na quinta-feira que esperava uma “forte maioria” no parlamento.

“Acreditamos que esta é uma eleição crucial que marcará um ponto de viragem no Sri Lanka”, disse Dissanayake aos jornalistas depois de votar numa assembleia de voto na capital.

“Há uma mudança na cultura política do Sri Lanka que começou em setembro e que deve continuar.”

Dissanayake, cujo JVP liderou uma sangrenta revolta armada contra o governo durante as décadas de 1970 e 1980, comprometeu-se a combater a corrupção e a procurar “meios alternativos” para reforçar as finanças da nação do Sul da Ásia, o que impõe menos peso aos pobres.

Embora Dissanayake tenha criticado fortemente o acordo com o FMI durante a sua campanha presidencial, mais recentemente expressou amplo acordo com os seus objectivos, ao mesmo tempo que enfatizou a importância de cuidar dos cingaleses que estão em dificuldades.

O Sri Lanka tem lutado para recuperar da sua pior crise económica desde a independência em 1948, na sequência da má gestão económica por parte de sucessivos governos, da pandemia de COVID-19 e dos atentados bombistas da Páscoa de 2019.

Em 2022, o então presidente Gotabaya Rajapaksa foi forçado a renunciar depois que dezenas de milhares de cingaleses saíram às ruas para protestar contra a inflação altíssima e a escassez de combustível e alimentos.

O substituto de Rajapaksa, Wickremesinghe, que terminou em terceiro lugar nas eleições presidenciais de Setembro, supervisionou a estabilização da economia, mas os esforços do seu governo para aumentar as receitas, nomeadamente através do aumento das facturas de electricidade e dos impostos sobre o rendimento, revelaram-se impopulares junto do público.



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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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