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A colheita única da Austrália pretende quebrar a seca de 49 anos no Grand Slam em casa | Aberto da Austrália 2025
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Jack Snape in Melbourne
A safra de tenistas masculinos da Austrália, que ocorre uma vez em uma geração, pode permanecer tímida sobre suas próprias chances de quebrar uma seca de 49 anos e vencer seu Grand Slam em casa, mas eles estão felizes em conversar sobre as perspectivas uns dos outros para o início do torneio. no domingo.
Quatorze locais estão no sorteio de simples masculino do Aberto da Austrália e entre eles estão três cabeças-de-chave, o maior número em um Grand Slam desde que Lleyton Hewitt, Mark Philippoussis e Pat Rafter disputaram Wimbledon em 2000.
Alexei Popyrin subiu para o top 25 quando venceu o Masters de Montreal no ano passado, a primeira vez que um australiano conquistou um título de nível 1000 desde Hewitt em 2003, e está cotado para superar o que descreve como o “obstáculo” da terceira rodada, onde foi eliminado três vezes.
“Se você está me perguntando se posso vencer este torneio, não faz sentido ir lá e pensar que vou perder esta partida”, disse Popyrin. “Você vai lá pensando que pode vencer todas as partidas… mas não é um gol.”
O jogador de 25 anos foi mais explícito sobre as chances de seu compatriota, Alex de Minaur, que, no oitavo lugar, é o australiano com melhor classificação em um Grand Slam desde Wimbledon, em 2006.
“Ele definitivamente tem uma grande oportunidade”, disse Popyrin. “Acho que ele é um dos melhores jogadores do mundo, então com cada melhor jogador do mundo você acha que eles podem vencer o torneio, e eu definitivamente não quero enfrentá-lo.”
De Minaur também estava relutante em falar sobre suas próprias chances, mas mostrou uma confiança tranquila em suas muitas obrigações com a mídia esta semana. “Estou fazendo tudo certo e olha, tudo pode acontecer, certo?” ele disse. “No final das contas, é tênis, se fosse estritamente baseado em classificações, seria um esporte bastante chato.”
O jogador de 25 anos parecia excelente no ano passado em Melbourne Park, antes do imprevisível O russo Andrey Rublev começou a balançar descontroladamente e conseguiu reverter o confronto da terceira rodada e eliminar o último adversário local. Mas de Minaur continuou chegar às quartas de final nos outros três Grand Slams.
De Minaur começa com uma partida contra o holandês Botic van de Zandschulpque derrotou Carlos Alcaraz no Aberto dos Estados Unidos do ano passado. “Para mim, trata-se de ter uma visão limitada, focar em um oponente no primeiro round – que é difícil – e depois fazer o que puder”, disse de Minaur. “Mas sempre há uma chance, toda vez que você participa de um torneio, você sempre tem que pensar que há uma chance.”
Jordan Thompson é o terceiro cabeça-de-chave australiano e disse que a safra atual “parece muito boa no topo” e eles se beneficiaram do esforço mútuo para melhorar. “Temos uma ótima equipe e Nick (Kyrgios) não é cabeça de chave. Se ele estiver em forma, será um candidato e chegou à final em Wimbledon.”
após a promoção do boletim informativo
Embora Thompson esteja perto de uma posição alta na carreira, no 27º lugar, ele foi forçado a se retirar do Brisbane International devido a uma lesão no pé. Ele disse que está “definitivamente melhorando”, embora tenha admitido que não era uma doença menor. “Normalmente demora um pouco para eu desistir, e também não pude jogar contra Adelaide, então passei o tempo tentando descansar e me recuperar e acertar para esta primeira rodada, e está parecendo muito bom até agora.”
Kyrgios também está preocupado com sua saúdedepois de uma recuperação de dois anos de uma cirurgia no pulso que foi complicada por uma distensão abdominal esta semana que limitou sua capacidade de servir na prática. O jogador de 29 anos disse que o tênis masculino australiano era “ridiculamente forte” e que de Minaur tem uma chance legítima de conquistar o troféu.
“Para lidar com tudo, como a pressão de ser nosso jogador número um – eu estava lá e nem sempre lidei com isso da melhor maneira – mas ele tem sido um modelo ridiculamente bom”, disse Kyrgios. “Eu realmente acho que ele é uma ameaça em qualquer Grand Slam.”
Chris O’Connell, Aleks Vukic, Rinky Hijikata, James Duckworth, Thanasi Kokkinakis e Adam Walton estão todos classificados entre os 100 primeiros e são acompanhados no sorteio principal pelos curingas Omar Jasika, James McCabe, Tristan Schoolkate e Li Tu.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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