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‘A construção do Estado é o nosso negócio principal’ – DW – 11/12/2024
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Svenja Schulze, a ministra alemã do Desenvolvimento do centro-esquerda Partido Social Democrata (SPD)tinha agendado uma conferência de imprensa em Berlim para falar sobre os últimos três anos extremamente difíceis para o seu ministério: Durante este período, os projetos em que ela tem trabalhado em todo o mundo estiveram sob constante ataque. Especialmente por parte dos populistas de direita que têm vindo a ganhar terreno na Alemanha e que muitas vezes expressam apenas ódio e escárnio por qualquer pessoa que ofereça apoio aos pobres no Sul global.
Mas dada a situação muito urgente em Síriaa política do SPD aproveitou a oportunidade para falar sobre o novo potencial que vê para o envolvimento da Alemanha na Síria. Nos anos desde o início da guerra civil síria em 2011, a ajuda alemã ao desenvolvimento ao país caiu para actualmente 125 milhões de euros (132 milhões de dólares).
Esse dinheiro foi usado para apoiar Nações Unidas projetos, como o fornecimento de água potável a Aleppo. Por outras palavras, as necessidades básicas ao nível mais pequeno, simplesmente não eram possíveis devido aos constantes combates no país.
Mas agora Schulze quer fazer mais. “O Ministério do Desenvolvimento vem se preparando para este momento há 13 anos. Construir estruturas estatais é o nosso negócio principal”, disse ela.
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Cortes no orçamento federal
Mas foi esta actividade principal que foi repetidamente criticada durante os quase três anos em que o governo de coligação do SPD, ambientalista Verdese neoliberal Democratas Livres (FDP)estavam no poder.
Durante as negociações sobre o orçamento de 2025, Schulze conseguiu apenas garantir 10,3 mil milhões de euros para o seu ministério, quase mil milhões de euros menos do que em 2024. Houve repetidas alegações de que a Alemanha já não podia suportar projectos dispendiosos no estrangeiro, numa altura em que a habitação se está a tornar cada vez mais difícil. escassos e a infraestrutura está desmoronando em casa.
Seguindo o colapso da coalizãoo orçamento continua por resolver, mas parece improvável que o Ministério do Desenvolvimento receba mais dinheiro no futuro. Ainda claramente indignado, Schulze disse: “O que foi novo foi a intensidade das críticas e a disseminação deliberada de falsidades. Vimos um exemplo perfeito disso com as agora famosas ciclovias no Peru”.
A Alternativa para a Alemanha (AfD), um partido com algumas facções extremistas de extrema direita, afirmou que Schulze estava a gastar colossais 315 milhões de euros em novas ciclovias no país latino-americano. Na verdade, foram apenas cerca de 20 milhões de euros em subvenções e mais 40 milhões de euros em empréstimos – dinheiro que será devolvido. Schulze acrescentou agora a informação de que empresas alemãs também estiveram envolvidas na construção das ciclovias, que serviram de meio de ligação ao sistema de metro. Dado o envolvimento de empresas alemãs, o projecto também beneficiou a economia alemã.
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Países autoconfiantes no Sul Global
Segundo Schulze, os projetos no Peru são um bom exemplo dos princípios nos quais ela baseia a sua cooperação para o desenvolvimento: Num mundo cada vez mais multipolar, disse ela, o apoio aos países mais pobres deve ser dado em pé de igualdade, caso contrário, muitos países recorrerão a Rússia ou Chinaque muitas vezes cooperam com base em interesses geopolíticos: “Os países da Ásia, África e América Latina estão a tornar-se cada vez mais autoconfiantes. Eles escolhem os seus parceiros. E é nossa tarefa continuar a ser um parceiro forte neste novo e multipolar mundo.”
Segundo a Ministra, outra prioridade nos últimos três anos tem sido a tentativa de desenvolver projectos com uma abordagem mais fortemente feminista. E esta é outra questão pela qual o ministério tem sido repetidamente criticado. Schulze anunciou a meta de que, até 2025, pelo menos 93% de todos os projetos aprovados sejam concebidos para promover a igualdade de género. Em 2022, tal acontecia apenas em 66% dos projetos, enquanto em 2024 aumentou para cerca de 91%.
O Relatório sobre a Política de Desenvolvimento é publicado uma vez por cada legislatura e serve principalmente para fornecer ao Bundestag uma visão geral da política de desenvolvimento. Apesar de todos os seus esforços, permanece incerto se Schulze, política do SPD, conseguirá continuar o seu trabalho. Agora que o FDP deixou o governo, os sociais-democratas e os verdes governam como um governo minoritário.
E um novo Bundestag será eleito em 23 de fevereiro do próximo ano. O partido de Svenja Schulze, o SPD, está actualmente muito atrás dos conservadores nas sondagens.
Este artigo foi escrito originalmente em alemão.
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Exame Nacional de Acesso ENA/Profmat em 2026 — Universidade Federal do Acre
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22 horas atrásem
13 de janeiro de 2026A Coordenação Institucional do Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT/UFAC) divulga a lista de pedidos de matrícula deferidos pela Coordenação, no âmbito do Exame Nacional de Acesso 2026.
LISTA DE PEDIDO DE MATRÍCULA DEFERIDOS
1 ALEXANDRE SANTA CATARINA
2 CARLOS KEVEN DE MORAIS MAIA
3 FELIPE VALENTIM DA SILVA
4 LUCAS NASCIMENTO DA SILVA
5 CARLOS FERREIRA DE ALMEIDA
6 ISRAEL FARAZ DE SOUZA
7 MARCUS WILLIAM MACIEL OLIVEIRA
8 WESLEY BEZERRA
9 SÉRGIO MELO DE SOUZA BATALHA SALES
10 NARCIZO CORREIA DE AMORIM JÚNIOR
Informamos aos candidatos que as aulas terão início a partir do dia 6 de março de 2026, no Bloco dos Mestrados da Universidade Federal do Acre. O horário das aulas será informado oportunamente.
Esclarecemos, ainda, que os pedidos de matrícula serão encaminhados ao Núcleo de Registro e Controle Acadêmico da UFAC, que poderá solicitar documentação complementar.
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Linguagem e Identidade — Universidade Federal do Acre
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12 de janeiro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) da Ufac chega aos 20 anos com um legado consolidado na formação de profissionais da educação na Amazônia. Criado em 2005 e com sua primeira turma de mestrado iniciada em 2006, o PPGLI passou a ofertar curso de doutorado a partir de 2019. Em 2026, o programa contabiliza 330 mestres e doutores titulados, muitos deles com inserção em instituições de ensino e pesquisa na região.
Os dados mais recentes apontam que 41% dos egressos do PPGLI atuam como docentes na própria Ufac e no Instituto Federal do Acre (Ifac), enquanto 39,4% contribuem com a educação básica. Com conceito 5 na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) no quadriênio 2017-2020, o PPGLI figura entre os melhores da região Norte.
“Ao longo dessas duas décadas, o programa de pós-graduação em Linguagem e Identidade destaca-se pela excelência acadêmica e pela forte relevância social”, disse a reitora Guida Aquino. “Sua trajetória tem contribuído de forma decisiva para a produção científica e cultural, especialmente no campo dos estudos sobre linguagens e identidades, fortalecendo o compromisso da Ufac com formação qualificada, pesquisa e transformação social.”
O coordenador do programa, Gerson Albuquerque, destacou que, apesar de recente no contexto da pós-graduação brasileira, o PPGLI promove uma transformação na educação superior da Amazônia acreana. “Nesses 20 anos, o PPGLI foi responsável não apenas pela formação de centenas de profissionais altamente qualificados, mas por inúmeras outras iniciativas e realizações que impactam diretamente a sociedade.”
Entre essas ações, Gerson citou a implementação de uma política linguística pioneira que possibilitou o ingresso e permanência de estudantes indígenas e de outras minorias linguísticas, além do protagonismo de pesquisadores indígenas em projetos voltados ao fortalecimento de suas culturas e línguas. “As ações do PPGLI transcenderam os limites acadêmicos, gerando impactos sociais, culturais e econômicos significativos”, opinou. “O programa contribui para a construção de uma sociedade mais inclusiva e consciente de sua riqueza linguística e cultural.”
Educação básica, pesquisa e projetos
Sobre a inserção dos egressos na educação básica, Gerson considerou que, embora a formação stricto sensu seja voltada prioritariamente ao ensino superior e à pesquisa, o alcance do PPGLI vai além. “Se analisarmos o perfil de nossos mestres e doutores, 72% atuam em instituições de ensino superior, técnico, tecnológico ou na educação básica. Isso atesta a importância do programa para a Amazônia e para a área de linguística e literatura, uma das que mais forma mestres e doutores no país.”
O professor também destacou a trajetória de 15 egressos que hoje se destacam em instituições de ensino, projetos de extensão e pesquisa, tanto no Brasil quanto no exterior. Para ele, esses exemplos ilustram a diversidade de atuações do corpo formado pelo programa, que inclui professores indígenas, pesquisadores em literatura comparada, especialistas em língua brasileira de sinais (Libras), artistas da palavra, autores de livros, lideranças educacionais e docentes em universidades peruanas.
A produção científica do PPGLI também foi ressaltada pelo coordenador, que apontou os avanços no quadriênio 2021-2024 como reflexo de um projeto acadêmico articulado com os desafios amazônicos. “Promovemos ações de ensino, pesquisa e extensão com foco na diversidade étnica, linguística e cultural. Nossas parcerias internacionais ampliam o alcance do programa sem perder o vínculo com as realidades locais, especialmente as regiões de fronteira com Peru e Bolívia.”
Entre os destaques estão as políticas afirmativas, a produção de material didático bilíngue para escolas indígenas, a inserção em redes de pesquisa e eventos científicos, a publicação de livros e dossiês temáticos e a atuação dos docentes e discentes em comunidades ribeirinhas e florestais.
Para os próximos anos, o desafio, segundo Gerson, é manter e ampliar essas ações. “Nosso foco está no aprimoramento das estratégias de educação inclusiva e no fortalecimento do impacto social do Programa”, afirmou. Para marcar a data, o PPGLI irá realizar um seminário comemorativo no início de fevereiro de 2026, além de uma série de homenagens e atividades acadêmico-culturais ao longo do ano.
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Ufac lança nova versão do SEI com melhorias e interface moderna — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
12 de janeiro de 2026A Ufac realizou a solenidade de lançamento da nova versão do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), que passa a operar na versão 5.0.3. A atualização oferece interface mais moderna, melhorias de desempenho, maior segurança e avanços significativos na gestão de documentos eletrônicos. O evento ocorreu nesta segunda-feira, 12, no auditório da Pró-Reitoria de Graduação.
A reitora Guida Aquino destacou a importância da modernização para a eficiência institucional. Ela lembrou que a primeira implantação do SEI ocorreu em 2020, antes mesmo do início da pandemia, permitindo à universidade manter suas atividades administrativas durante o período de restrições sanitárias. “Esse sistema coroou um momento importante da nossa história. Agora, com a versão 5.0, damos mais um passo na economia de papel, na praticidade e na sustentabilidade. Não tenho dúvida de que teremos mais celeridade e eficiência no nosso dia a dia.”
Ela também pontuou que a universidade está entre as primeiras do país a operar com a versão mais atual do sistema e reforçou o compromisso da gestão em concluir o mandato com entregas concretas. “Trabalharei até o último dia para garantir que a Ufac continue avançando. Não fiz da Reitoria trampolim político. Fizemos obras, sim, mas também implementamos políticas. Digitalizamos assentamentos, reorganizamos processos, criamos oportunidades para estudantes e servidores. E tudo isso se comunica diretamente com o que estamos lançando hoje.”
Guida reforçou que a credibilidade institucional conquistada ao longo dos anos é resultado de um esforço coletivo. “Tudo o que fiz na Reitoria foi com compromisso com esta universidade. E farei até o último dia. Continuamos avançando porque a Ufac merece.”
Mudanças e gestão documental
Responsável técnico pela atualização, o diretor do Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI), Jerbisclei de Souza Silva, explicou que a nova versão exigiu mudanças profundas na infraestrutura de servidores e bancos de dados, devido ao crescimento exponencial de documentos armazenados.
“São milhões de arquivos em PDF e externos que exigem processamento, armazenamento e desempenho. A atualização envolveu um trabalho complexo e minucioso da nossa equipe, que fez tudo com o máximo cuidado para garantir segurança e estabilidade”, explicou. Ele ressaltou ainda que o novo SEI já conta com recursos de inteligência artificial e apresentou melhora perceptível na velocidade de navegação.

O coordenador de Documentos Eletrônicos e gestor do SEI, Márcio Pontes, reforçou que a nova versão transforma o sistema em uma ferramenta de gestão documental mais ampla, com funcionalidades como classificação, eliminação e descrição de documentos conforme tabela de temporalidade. “Passamos a ter um controle mais efetivo sobre o ciclo de vida dos documentos. Isso representa um avanço muito importante para a universidade.” Ele informou ainda que nesta quinta-feira, 15, será realizada uma live, às 10h, no canal UfacTV no YouTube, para apresentar todas as novidades do sistema e tirar dúvidas dos usuários.
A coordenação do SEI passou a funcionar em novo endereço: saiu do pavimento superior e agora está localizada no térreo do prédio do Nurca/Arquivo Central, com acesso facilitado ao público. Os canais de atendimento seguem ativos pelo WhatsApp (68) 99257-9587 e e-mail sei@ufac.br.
Também participaram da solenidade o pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; e a pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino.
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