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A decisão de Louvre de mover Mona Lisa é um ato equivocado de esnobo | Mona Lisa
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1 ano atrásem
Jonathan Jones
CHat uma maravilhosa dor de cabeça para um museu ter. O Louvre em Paris recebe tantos visitantes que estão tomando medidas drásticas para lidar, que incluem movendo seu tesouro mais famoso para um espaço dedicado onde os fãs podem visitar sem entrar no museu principal. Não vai mais sugar o oxigênio de outra arte. Quase 9 milhões de visitantes por ano pelo Louvre e acredita -se que 80% deles procuram o retrato de Lisa Gherardini del Giocondo de Leonardo da Vinci, mais conhecido como La Gioconde, melhor ainda como a Mona Lisa.
Estou preocupado que o Louvre esteja tentando resolver um problema que não é realmente um problema. Pergunte aos museus da Grã-Bretanha se os altos números de visitantes são uma coisa ruim: eles ainda não recuperaram suas multidões pré-panorâmicas. A decisão, anunciada dramaticamente por Emmanuel Macron, de mover o Aqui está Lisa para uma galeria especial isolada higienicamente onde O idiotas que se reúnem para tirar selfies na frente dele não incomodarão mais visitantes cultivados que desejam estudar arte em uma atmosfera silenciosa, é um ato equivocado de esnobismo. Pode arruinar o ecossistema do Louvre como um lugar onde a alta arte se torna cultura popular.
Na minha última visita ao Louvre, fiz um sinal de ver a obra -prima de Leonardo. Por que não? Para chegar a isso, depois que os controles de segurança entrarem no tribunal sob a pirâmide de vidro, você passa pela ala de Denon, escolhendo um dos vários caminhos – talvez após a vitória de Samotrace ou a jangada de Medusa de Gericault – até chegar à sala onde A Mona Lisa é selada atrás de plateglass.
É barulhento. As barreiras impedem a multidão, muitas das quais parecem estar fixadas em tirar fotos. Mas quem sou eu e quem é Macron, para assumir que nenhuma dessas pessoas sente ou vê ou descobre nada com a experiência? O barulho e o empurrão houve, mas eu ainda era capaz de ver a pintura de Leonardo, um mistério silencioso no coração do tumulto. Seu sorriso, pessoalmente, é muito mais quente do que parece na reprodução. Percebi, mais claramente do que nunca, este é realmente um retrato doce de uma pessoa comum que posou para Leonardo em Florença em 1503 – e fez uma impressão mágica nele.
É verdade que a Mona Lisa torna difícil prestar atenção às pinturas de Veronese, Ticiano e outros na mesma sala. Mas isso não é por causa das multidões. É a Mona Lisa que faz isso sendo tão convincente.
Na minha experiência, as multidões não estragam o Louvre. Eles dão vida. Outra medida que está planejada – abrir uma nova entrada – parece mais útil, pois pode ser uma fila lenta entrando na pirâmide do IM PEI. Mas quando você estiver, a vastidão deste museu dá uma impressão emocionante de riquezas ilimitadas. Sempre há muitos visitantes na galeria de pinturas da história francesa. Outros passam pelos afrescos Botticelli, telas de caravaggio – para não mencionar as outras pinturas de Leonardo da Vinci da coleção.
Se você quer paz no Louvre, procure suas galerias do Renascença do Norte ou sua coleção de cenas de Chardin Still Life. Melhor ainda, desça as escadas da Mona Lisa, onde as pessoas passam pelos escravos moribundos e rebeldes de Michelangelo com apenas um olhar. Você pode olhar para essas obras -primas em paz.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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