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A desnutrição infantil aguda no norte de Gaza dobra em um mês, diz o UNICEF | Notícias de conflito de Israel-Palestina

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A desnutrição infantil aguda no norte de Gaza dobra em um mês, diz o UNICEF | Notícias de conflito de Israel-Palestina

A agência da ONU alerta a crise de desnutrição piora em Gaza, com aumentos dramáticos em crianças afetadas com menos de dois anos e menos de cinco.

Uma em cada três crianças com menos de dois anos de idade na faixa do norte de Gaza sofre de desnutrição aguda, alertou a agência infantil das Nações Unidas, como Israel’s bloqueio total de ajuda entra em sua terceira semana.

Em um comunicado no sábado, o UNICEF disse que a desnutrição rápida entre as crianças em Gaza está atingindo “níveis devastadores e sem precedentes” devido aos efeitos profundos da guerra de Israel e a meio-fio em andamento na entrega de ajuda ao território.

A agência disse que a desnutrição aguda dobrou em um mês, afetando 31 % das crianças menores de dois em fevereiro, em comparação com 15,6 % em janeiro. Entre crianças menores de cinco anos, a desnutrição aguda subiu de 13 para 25 %, acrescentou, citando exames nutricionais realizados pela UNICEF e seus parceiros.

“A velocidade com que essa crise catastrófica de desnutrição infantil em Gaza se desenrolou é chocante, especialmente quando a assistência desesperadamente necessária está pronta a poucos quilômetros de distância”, disse Catherine Russell, diretora executiva da UNICEF.

Ela acrescentou que, apesar das repetidas tentativas de entregar ajuda, a situação para as crianças em Gaza “está piorando a cada dia que passa”.

“Nossos esforços em fornecer ajuda a salvar vidas estão sendo dificultados por restrições desnecessárias, e essas estão custando às crianças suas vidas”, disse Russell.

Blockade de ajuda de Israel providências

Israel interrompeu a entrada De todo o fornecimento de ajuda a Gaza em 2 de março, horas após a primeira fase de seu frágil cessar -fogo, o grupo palestino Hamas expirou, aumentando os temores de “aprofundar a fome” e mais dificuldades para a população do território. Israel também reduziu a eletricidade para uma planta crucial de dessalinização de água, ameaçando o suprimento de água potável de Gaza.

As organizações de direitos acusaram Israel de crimes contra a humanidade e violações das leis internacionais por cortar a ajuda a Gaza. As autoridades de saúde palestinas dizem que quase 50.000 palestinos foram confirmados mortos na guerra de Israel contra o enclave, com milhares mais ausentes sob os escombros e presumidos mortos, e 70 % dos edifícios e estradas de Gaza danificados após 15 meses de bombardeio israelense.

Uma criança palestina espera para receber comida cozida por uma cozinha de caridade (Hatem Khaled/Reuters)

“Pelo menos 23 crianças na faixa do norte de Gaza morreram de desnutrição e desidratação nas últimas semanas, aumentando o pedágio de crianças mortas na faixa nesse conflito atual”, disse o UNICEF.

Ele acrescentou que 4,5 % das crianças em centros de saúde e abrigos sofriam de desperdício grave – a forma mais mortal de desnutrição, “que coloca crianças em maior risco de complicações médicas e morte”.

As exibições na cidade de Khan Younis, no sul, descobriram que 28 % das crianças menores de dois são desnutridas agudamente, com 10 % sofrendo de desperdício grave.

“Mesmo em Rafah, o Enclave do Sul com o maior acesso à ajuda, os resultados de exames entre crianças menores de 2 anos dobraram de 5 % que ficaram de forma aguda em janeiro para cerca de 10 % até o final de fevereiro”, observou a agência da ONU.

“A desnutrição aguda entre as crianças continuou a subir rapidamente e em escala e há um alto risco de que ela continuará aumentando na faixa de Gaza, custando mais vidas, na ausência de mais assistência humanitária e na restauração de serviços essenciais”.

Russell, da UNICEF, disse enquanto “fazendo tudo” para evitar uma grande crise humanitária, não foi suficiente.

“Um cessar -fogo humanitário imediato continua a oferecer a única chance de salvar a vida das crianças e acabar com seu sofrimento”.



Leia Mais: Aljazeera

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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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