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A DGSE extingue o gabinete muito secreto de assuntos reservados
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O Estado sempre se esforçou para manter a justiça distante do mundo da inteligência. Os momentos em que um juiz conseguiu aproximar-se dele levaram, na maioria das vezes, o poder executivo a torná-lo ainda mais inacessível. É por isso que as consequências do caso Alain Duménil na Direcção-Geral de Segurança Externa (DGSE) são fora do comum.
Este processo deu origem, no dia 23 de outubro, ao encaminhamento, a tribunal, de Bernard Bajolet, chefe da DGSE de 2013 a 2017por “cumplicidade em tentativa de extorsão” e “ataque arbitrário à liberdade individual por titular de autoridade pública”. Esta irrupção da justiça nos assuntos da DGSE também convenceu, segundo informações da Mundoo atual chefe do serviço, Nicholas Lernerpara eliminar o gabinete de assuntos reservados, entidade ultrassecreta que reportava apenas ao diretor da DGSE e que existia desde a década de 1950. Foram, de facto, membros desta estrutura que geriram, em 2016, a operação de pressão. sobre o empresário franco-suíço Alain Duménil, na origem do encaminhamento jurídico.
Em março de 2016, no aeroporto Paris-Charles-de-Gaulle, fazendo check-in para um voo com destino a Genebra, na Suíça, o Sr. Duménil foi convidado a acompanhar dois funcionários da polícia de fronteira (PAF) para uma operação de controle. Mas, ao chegar à estação da PAF, compreende que o verdadeiro objectivo desta verificação é colocá-lo na presença de dois homens à paisana que dizem pertencer à DGSE.
Manobras financeiras injustas
Como recorda o despacho de remessa ao tribunal do Sr. Bajolet, estes dois agentes alegadamente lhe pediram o reembolso de uma quantia de “15 milhões de euros”ligado a um litígio financeiro, que remonta ao início dos anos 2000, entre o empresário e a DGSE. Exigência de que acompanhassem fotos do Sr. Duménil e sua família, durante estadias no Reino Unido e na Suíça.
A investigação da juíza Claire Thépaut tentou reconstituir as reviravoltas de um caso em que a DGSE considera ter sido “enganado” pelo Sr. Duménil por um total de 23 milhões de euros graças a manobras financeiras injustas. “O Sr. Duménil é um empresário internacional e um criminoso condenado na França”explicou a DGSE aos tribunais. Em 2012, este último foi condenado a seis meses de prisão por “cumplicidade na falência” pelo Tribunal de Recurso de Grenoble e, em junho de 2017, em Paris, foi condenado a um ano de pena suspensa por evasão fiscal. O interessado diz que nunca soube que se tratava de dinheiro escondido dos serviços e afirma não dever nada a ninguém. Ele acrescenta passar pelo “pressões” da DGSE há anos.
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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
26 de março de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.
A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.
Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.
Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.
Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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