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A embaraçada história do URL do New York Times – 29/01/2025 – Tec
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1 ano atrásem
Megan DiTrolio
Em 22 de janeiro de 1996, em um artigo escondido na página D7, o The New York Times anunciou o lançamento público de seu site.
“O The New York Times começa a publicar diariamente na World Wide Web hoje, oferecendo aos leitores de todo o mundo acesso imediato à maior parte do conteúdo diário do jornal”, afirmou o artigo, de Peter H. Lewis. “O jornal eletrônico (endereço: http:/www.nytimes.com) faz parte de uma estratégia para ampliar o público leitor do Times.”
Lewis já havia sido proprietário desse mesmo URL.
Em 1985, os editores do Times, A.M. Rosenthal e Arthur Gelb, reuniram uma força-tarefa, que incluía Lewis, para trabalhar em um projeto chamado The New York Times no Ano 2000. Lewis compartilhou nesta semana os detalhes do projeto e de seu trabalho no Times em um e-mail, do qual grande parte deste relato é extraída.
Na época editor da seção de Ciência e colunista de computadores pessoais, Lewis lembrou-se de prever que, até o milênio, os artigos do New York Times seriam lidos em telas de computadores pessoais, no ciberespaço.
“Lembro-me de Artie me dispensando com um gesto”, escreveu Lewis sobre Gelb.
Anos depois, o editor Bill Stockton, que Lewis disse ser um defensor da cobertura de ciência e tecnologia, designou Lewis para cobrir a “ascensão da internet“.
Em algum momento, “Pedi permissão para registrar um domínio web para o Times e me disseram não”, escreveu Lewis no e-mail. “Vários de nós achamos que isso era uma visão limitada.”
Outro repórter, John Markoff, que havia se juntado ao Times para cobrir redes de computadores em 1988, registrou o nyt.com algum tempo depois de assumir sua vaga. Ele o usou para e-mail; não configurou uma página web no domínio, então as pessoas recebiam um alerta de erro quando tentavam visitá-lo. E Lewis registrou o nytimes.com por volta do final de 1993 ou início de 1994.
Em meados de 1995, Lewis recebeu uma ligação de Gordon Thompson, gerente de serviços de internet do Times, dizendo que o jornal queria entrar online como “The New York Times no Ciberespaço” e precisava do domínio nytimes.com, que havia vencido nas discussões internas sobre o URL mais curto nyt.com registrado por Markoff. (Segundo o relato de Markoff, o Times achava que o URL de três letras seria confundido com o endereço de internet da New York Telephone.)
Em um e-mail na sexta-feira, Markoff disse que havia registrado o domínio nyt.com antes de haver taxas de registro. Mas Lewis pagou uma taxa de US$ 35 (R$ 205 na cotação atual) por nytimes.com. Lewis disse que estava feliz em entregar o domínio —desde que fosse reembolsado. Ele transferiu a propriedade do URL para o Times, que ativou o site em 19 de janeiro de 1996, do edifício de escritórios Hippodrome em Manhattan.
Poucos dias depois, o site estava ao vivo para o mundo. Lewis não esteve envolvido no lançamento, embora tenha coberto o evento para o jornal.
Como Markoff escreveu em 2017, ele ano final entregou o nyt.com, com a condição de que pudesse manter seu e-mail, markoff@nyt.com, o que fez até 2016. E hoje, ambos os URLs direcionam os leitores para a página inicial do Times.
Mas há um problema: Lewis disse que nunca recebeu seu reembolso de US$ 35.
Estamos trabalhando nisso.
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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