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A escolha do NIH de Trump faz um arremesso para uma boa ciência – nesta administração? | Administração Trump
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2 anos atrásem
Jessica Glenza
O candidato de Donald Trump para administrar os Institutos Nacionais de Saúde (NIH), Jay Bhattacharya, disse aos senadores que estava comprometido em garantir que os cientistas “tenham os recursos de que precisam”-mesmo como a agência de US $ 48 bilhões que ele espera liderar se tornou um foco dos esforços ideológicos e de corte de custos do governo.
Em uma audiência de confirmação na quarta-feira, Bhattacharya fez um argumento para a investigação científica gratuita e um exame da epidemia de doenças crônicas, agora uma pedra angular da retórica de saúde republicana, enquanto espera servir em uma administração que assustou os cientistas na autocensura.
“A ciência deve ser um mecanismo de liberdade – conhecimento e liberdade. Não deveria estar pressionando mandatos para vacinas ”, disse Bhattacharya, referindo-se a mandatos da era pandemia e articulando uma veia de pensamento libertário que rejuvenesceu a retórica da saúde republicana na época. “Se a ciência é uma força de liberdade e conhecimento, terá apoio universal”.
Bhattacharya ignorou o papel do Partido Republicano na semeadura de desconfiança do estabelecimento científico, argumentou que “bons dados” mudariam as mentes e, nas palavras de um senador, fortes credulidade ao afirmar que o presidente dos EUA não pediria que ele fizesse nada ilegal.
Para um homem cuja ascensão da era da pandemia foi construída com base na autoridade questionadora, algumas afirmações pousaram entre pensamentos desejosos e cegueira voluntária. Mas, apesar de todas as respostas notáveis de Bhattacharya, a dissidência foi silenciada.
Alguns na academia agora vêem Bhattacharya como o menos ruim opção para executar o NIH. E, depois de confirmar Robert F Kennedy Jr, o principal crítico de vacinas do país, para liderar o Departamento de Saúde, há poucas dúvidas de que os republicanos tenham os votos.
“Talvez eu seja ingênuo, senador”, disse Bhattacharya em resposta a uma pergunta sobre o ceticismo da vacina, “mas acredito muito fundamentalmente que a pesquisa, se replicável, se bem feita, é tão persuasiva que moverá as pessoas a tomarem ações”.
Bhattacharya foi uma pesquisadora de baixo perfil da Universidade de Stanford, recebendo US $ 3,7 milhões em subsídios do NIH, de acordo com um banco de dados da agência. Sua estrela se levantou entre os conservadores quando ele defendido contra bloqueios Em 2020. Ele foi ostracizado pelo estabelecimento científico e na lista negra pelo Twitter – apenas para ser convidada para a sede da plataforma pelo bilionário Elon Musk.
Por sua vez, ele se tornou uma queridinha da direita: hospedando seu próprio podcast dedicado a questionar o consenso médico, trabalhando como testemunha especializada em tribunais (mesmo que Os tribunais nem sempre encontre -o convincente) e muitas vezes aparecendo em Programas de rádio católicos.
Mas o discurso de Bhattacharya por investigação científica gratuita está em um conflito impressionante com as ações do governo. Sua indicação ocorre quando o mundo da pesquisa foi abalado por demissões em massa, congela de financiamento, censura e um surto de sarampo que reivindicou a primeira vida americana em quase uma década.
Algumas das perguntas mais prementes vieram do senador republicano Bill Cassidy, um médico da Louisiana que se recusou firmemente a se envolver nas teorias da conspiração anti-vacina vendidas por alguns colegas.
“Agora há uma criança que morreu de uma doença evitável por vacina no Texas”, disse Cassidy sobre o surto de sarampo.
O candidato gastaria Ainda mais dólares dos contribuintes para pesquisar um vínculo entre vacinas e autismo quando a idéia foi “exaustivamente” desmascarada?
“Eu não acho que exista uma ligação entre a vacina (sarampo, caxumba e rubéola) e autismo”, disse Bhattacharya. “A única razão pela qual não estou dizendo de todo o coração sim” – que dólares federais podem ser melhor gastos em outro lugar – é “há pessoas que podem discordar de mim”.
“Há pessoas que discordam que o mundo é redondo”, respondeu Cassidy. “As pessoas ainda pensam que Elvis está vivo.”
“Meu senso, minha inclinação é dar aos pessoas boas dados”, disse Bhattacharya. “É assim que você aborda essas preocupações.”
“Não tenho certeza em que ponto final dizemos que temos bons dados”, disse Cassidy, parecendo insatisfeita.
Somente no NIH, o “Departamento de Eficiência do Governo” liderado por almíscar (DOGE) disparou aproximadamente 1.200 trabalhadores. Bhattacharya caracterizou isso como “decisões de pessoal” às quais ele não estava privado. A administração também tem Financiamento de concessão congelada em um esquema provavelmente ilegal, é Ainda está degustando ordens para descongelar o financiamento e está buscando Corte US $ 4 bilhões de subsídios que vá principalmente para universidades e faculdades.
Trunfo elogiou sua campanha Para acabar com “a tirania da diversidade, a equidade e as políticas de inclusão em todo o governo federal” em seu discurso no estado da união apenas na noite anterior – uma política que em termos práticos é um Revisão ideológica de subsídios do NIH.
“Eu não estava envolvido em nenhuma tomada de decisão no NIH até esse momento”, foi um refrão comum para Bhattacharya quando questionado sobre se ele protegeria o financiamento da pesquisa.
De maneira mais ampla, os congelamentos de financiamento e cortes propostos semearam o caos no mundo da pesquisa – as instituições acadêmicas têm contratação congeladaos pesquisadores de pós -graduação estão lutando para encontrar colocações em meio a cortes no orçamento, e o financiamento atrasado tem muitos pesquisadores preocupados que seus projetos estejam no beira do fechamento.
Indiscutivelmente, a questão mais pontiaguda da audiência veio do senador democrata Maggie Hassan, de New Hampshire: “Se dirigido pelo presidente a tomar medidas que viessem a lei, você seguiria a lei ou seguiria a diretiva do presidente?”
“Senador, não acredito que o presidente jamais me peça para violar a lei”, disse Bhattacharya.
Hassan disse: “Bem, isso torna a credulidade dada, especialmente nas últimas semanas, e é uma resposta decepcionante”.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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