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A indústria automobilística insta o governo do Reino Unido a criar novos incentivos de EV | Carros elétricos, híbridos e de baixa emissão
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Gwyn Topham Transport correspondent
Novos incentivos para aumentar um mercado de carros elétricos de planosas são urgentemente necessários, de acordo com a indústria automotiva do Reino Unido, cujos líderes pediram ao governo que agisse rapidamente e “Revise o mandato” Para veículos de emissão zero (ZEV).
A Sociedade de Fabricantes e Comerçadores de Motores (SMMT) disse que sua pesquisa mostrou que o crescimento da demanda do consumidor por VEs foi menor do que o esperado, com apenas um em cada oito novos compradores planejando alternar nos próximos três anos, colocando empregos em risco.
O mandato do Reino Unido exige que os fabricantes garantem que 28% dos carros novos vendidos este ano sejam emissões zero ou enfrentem uma penalidade de £ 15.000 para cada veículo.
O executivo -chefe do SMMT, Mike Hawes, disse: “As consequências dessa estrutura regulatória e uma incapacidade de encontrá -lo, (significa) que você está começando a ver (isso) ocorrendo em termos de achatamento das vendas, produção baixa, plantas fechadas ou consolidadas, empregos perdidos. Isso deve ser um fator de crescimento, não um motorista de desindustrialização. ”
O fabricante Stellantis culpou parcialmente o mandato por sua decisão em novembro a fechar sua fábrica de van em Luton, afetando cerca de 1.100 empregos.
Hawes disse: “Precisamos revisitar o mandato … para não abandoná -lo, mas as circunstâncias mudaram”.
Ele disse que, embora o transporte rodoviário tivesse que “aceitar o maior fardo” na redução das emissões de carbono e no trabalho em direção a zero líquido, as condições haviam mudado desde então os mandatos foram estabelecidos. “Tivemos menores custos de energia, forte demanda do consumidor, forte crescimento orgânico para veículos elétricos … sem incentivos, a demanda privada do consumidor por VEs é fraca”, disse ele.
O setor incorreu em custos de £ 4,5 bilhões no ano passado em descontar veículos elétricos aos clientes para cumprir as metas de vendas, disse o SMMT. Os subsídios para os primeiros adotantes terminaram e os proprietários de veículos elétricos serão responsáveis pelo imposto especial de consumo de veículos, incluindo taxas em carros premium a partir de abril.
As montadoras querem que o IVA seja reduzido pela metade em veículos novos e para corresponder à família de 5% Taxa de eletricidade para pontos de cobrança públicos de EVentre os incentivos para conquistar “os céticos do EV”.
Hawes disse que a SMMT Research mostrou que o mercado de novos VEs dependia amplamente de motoristas que já haviam se tornado elétricos, com apenas 12% dos novos compradores pesquisados ativamente pretendendo mudar de gasolina ou diesel até 2028.
Falando em uma conferência da indústria em Londres, as montadoras disseram que estavam comprometidas com a eletrificação, mas os alvos agora eram “desafiadores”.
Lisa Brankin, diretora administrativa da Ford na Grã -Bretanha e na Irlanda, disse: “A trajetória e o sentimento mudaram muito”.
Ford Corte 800 empregos no Reino Unido em novembro em meio a um crescimento lento da demanda. Mas, ela acrescentou: “Precisamos encontrar uma maneira de torná -lo um sucesso. Temos que transformá -lo em uma espiral ascendente e trata -se de gerar demanda de clientes. Precisamos incentivar o governo a agir rapidamente. ”
David George, executivo -chefe do Reino Unido e da Irlanda da BMW, disse: “Fizemos grandes investimentos na transição – mas a demanda de varejo realmente não está alinhada com o mandato da ZEV. Veremos desafios incríveis este ano se a paisagem não mudar. ”
Paul Philpott, executivo -chefe da Kia UK, disse: “Estamos sentindo que temos espadas penduradas acima de nossas cabeças … somos forçados a incentivar e descontar a melhor tecnologia que temos”.
Lilian Greenwood, o futuro ministro das estradas, disse à conferência que mais de um em cada quatro carros vendidos no mês passado era um veículo veloz, e agora há mais de 75.000 carregadores públicos de EV, prometendo “manter esse momento” e dar à indústria “a trajetória clara que eles merecem”.
Ela disse que o governo estava “correndo inferno para o couro para entregar a infraestrutura de cobrança necessária para cumprir nossos alvos ZEV”.
Greenwood disse que se prometa proibir a venda de novos Carros de 2030 e as vans de 2035 eram “Iron Clad”, acrescentando que o mandato da ZEV era crucial e o caminho para 2030 foi fixado. Ela disse que as respostas ao seu consulta sobre como as medidas pós-2030 podem ser relaxadas seria publicado no final da primavera.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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