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A Inglaterra de Borthwick enfrenta o teste dos All Blacks em um jogo que ainda mexe com a alma | Seleção inglesa de rugby
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Robert Kitson
Fou aqueles que, por algum motivo estranho, só assistem ao rugby internacional, muita coisa mudou desde a última vez que a Inglaterra entrou em campo, em meados de julho. Tecnicamente falando, para começar, o time da casa não joga mais em um campo chamado Twickenham e, em vez disso, jogará em algum lugar chamado Allianz Stadium. Chegou a era do “Ally Pally”, que pode ou não impressionar a clientela da velha escola nas partes mais elegantes do West Car Park.
Se há uma sensação de que a Rugby Football Union está vendendo a prata da família e descartando uma fatia significativa da identidade global do futebol inglês, isso é reforçado pelo fato de que os All Blacks visitarão um segundo Allianz Stadium dentro de três semanas, quando eles jogar contra a Itália em Turim. O único consolo para os tradicionalistas convictos é que novos apelidos podem levar décadas para se popularizarem; algumas pessoas ainda se referem ao “Manchester Guardian” apenas 65 anos depois.
De qualquer forma, quando os torcedores ingleses finalmente completarem sua jornada para o leste de Whitton, eles serão confrontados com várias outras iniciativas desconhecidas. Já se foi, por exemplo, a noção de um cartão vermelho reduzindo automaticamente um time a 14 jogadores pelo resto do jogo. Em vez disso, os jogadores culpados de, por exemplo, um ataque imprudente mas não intencional neste outono podem ser substituído por um companheiro de equipe após 20 minutosuma iniciativa experimental destinada a suavizar o impacto de alguns dos tintos marginais que influenciaram alguns jogos importantes da temporada passada.
Não é de surpreender que isso não tenha entusiasmado o lobby do bem-estar dos jogadores e corre o risco de confundir ainda mais os fãs casuais. Seria muito mais fácil mostrar um cartão laranja para tais infrações; por enquanto, a sanção de um vermelho de 20 minutos terá que passar pelos protocolos habituais do TMO antes que o resultado preciso possa ser esclarecido. Adicione relógios de chute para scrums, alinhamentos e chutes a gol e há uma grande quantidade de pedantismo reservado.
E nem comece a falar do haka, que foi novamente colocado no centro das atenções antes do jogo, cortesia de Feed de mídia social de Joe Marler. Qualquer pessoa com um mínimo de conhecimento da cultura Māori sabe que ela se baseia principalmente no respeito, além de lançar um desafio tradicional às equipes adversárias. O único problema é que as versões interpretadas pelos All Blacks tornaram-se tão coreografadas e fotogenicamente corporativas que a coisa toda corre o risco de perder a sua essência espiritual e arrepiante.
Portanto, independentemente de como a Inglaterra responder – e os jogadores têm discutido fazer algo – será um alívio quando o rugby real começar. Em meio a toda a conversa sobre contratos híbridos, turbulências nos bastidores, lesões e testes no Catar, seria triste se isso fizesse com que as pessoas ignorassem as razões pelas quais velhos tempos como este ainda ressoam e agitam a alma.
Em parte, claro, tem a ver com o património que a RFU, sem dinheiro ou não, mexe por sua conta e risco. A Nova Zelândia vem para este canto do sudoeste de Londres há quase exatamente 100 anos e, no geral, perdeu apenas oito dos 45 testes contra a Inglaterra. Conseqüentemente, ainda é um negócio considerável quando eles atingem a cidade de uma forma que talvez não fosse em algum local neutro no Golfo.
E apesar de toda a conversa sobre as melhorias graduais da Inglaterra, os quase acidentes deixam de contar depois de um tempo. O 2-0 derrota na série de verão na Nova Zelândia foi o exemplo mais recente: os visitantes tiveram alguns momentos ofensivos brilhantes, mas não conseguiram fazê-lo em Dunedin ou Auckland. Voltando ao o empate 25-25 quando os All Blacks visitaram Twickenham pela última vez em 2022, também ignora o fato de que a Inglaterra estava perdendo por 25-6, faltando 10 minutos para o final da visita de Beauden Barrett ao Sinbin, que lhes deu uma tábua de salvação.
A solução para o jogo de sábado parece bastante simples: terminar mais forte, marcar mais alguns golos, dias felizes. Infelizmente, Test rugby não é tão simples. A Inglaterra perdeu quatro dos últimos cinco testes e seu banco nem sempre teve o impacto que Steve Borthwick gostaria. Desta vez, um ataque de 6-2 sublinha a sua determinação renovada em exercer pressão prolongada sobre uma equipa dos All Blacks que também tem tido um ano misto.
após a promoção do boletim informativo
A área chave, como sempre, será no intervalo onde a Inglaterra quer bater forte e rasteiro e posicionar o corpo da maneira certa. A bola rápida é tudo, principalmente com as defesas que a Inglaterra tem agora. Fique atento ao apoio e à conscientização de George Furbank, uma engrenagem cada vez mais vital na lateral, e fique de olho também em Ben Spencer, fazendo sua primeira partida no meio-scrum. Se ele for bem e ajudar a Inglaterra a jogar nas áreas certas, pode ser um jogo difícil.
Por outro lado, descartar a Nova Zelândia nunca é inteligente. Não se deixe enganar pelo cabelo loiro surfista e pelo comportamento amigável de Scott Robertson; seus olhos claros traem a intensidade de um ex-remador All Black e a queda abrupta do excelente Ethan de Groot nesta semana por não cumprir os “padrões internos” sublinhou isso. É verdade que a ausência de Richie Mo’unga priva os All Blacks do melhor meio-campo do mundo, mas combinar os irmãos Barrett aos 10 e 12 anos não é a pior alternativa. A Inglaterra também não precisou se preocupar com o prolífico Will Jordan – 35 tentativas em 37 testes – em julho. “Quando acertamos, formamos uma boa equipe”, murmura Robertson.
Os visitantes, derrotado pela última vez em Twickenham em 2012também foram reforçados por alguns jogos exigentes do Campeonato de Rugby, enquanto a Inglaterra, em alguns casos, jogou muito pouco rugby nesta temporada. Eles parecem ser uma equipe mais equilibrada hoje em dia, mas estas são semanas cruciais para o projeto de Steve Borthwick. Vença todos os quatro testes de novembro e o futuro de seu time será quente e confuso. Perder para a Nova Zelândia pela terceira vez em quatro meses e, com novo nome de estádio ou não, será a mesma velha história.
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Gestão superior cumpre agenda institucional no campus Floresta — Universidade Federal do Acre
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28 de outubro de 2026A Reitoria da Ufac cumpriu agenda institucional no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. De segunda-feira, 26, até esta quarta-feira, 28, o reitor Josimar Ferreira e integrantes da administração superior se reuniram com a comunidade universitária para tratar de demandas e apresentar projetos da nova gestão.
“Foi uma reunião de apresentação das equipes, das pró-reitorias, mas também de escuta, uma escuta permanente, de um diálogo muito próximo da nossa comunidade”, disse Josimar. Ele entregou a portaria de nomeação do diretor-geral do campus Floresta, Hugo Mota Ferreira Leite.
“A visita da Reitoria e toda a equipe dos pró-reitores foi muito importante para promover esse primeiro contato da nova gestão com a comunidade acadêmica, ouvir as demandas, apresentar as realizações ao longo desses 70 dias de gestão, o que já foi feito e o que ainda será feito”, pontuou Ferreira Leite.
Uma das principais atividades ocorreu na terça-feira, 27, com a entrega de equipamentos destinados aos programas de pós-graduação de Cruzeiro do Sul. A iniciativa, realizada por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, tem como objetivo melhorar as condições de ensino e pesquisa.
Atualmente, o campus Floresta conta com três programas de mestrado, e a agenda também incluiu discussões sobre a proposta de doutorado. Josimar destacou a necessidade de avançar na estruturação dos laboratórios e na formação de pesquisadores, considerando a biodiversidade regional, os saberes tradicionais e as possibilidades de internacionalização.
Também participaram da entrega o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; o diretor de Pós-Graduação, Genilvado Moreira; e o diretor de Inovação, Paulo Trazzi.

Orçamento
Durante a programação, a Reitoria e a Pró-Reitoria de Planejamento se reuniram com diretores de centros e representantes da Direção-Geral do campus para tratar de questões relacionadas ao orçamento institucional, demandas administrativas, fluxos de processos e sistemas de gestão. O encontro contou com a participação do pró-reitor Edcarlos Miranda de Souza.
As atividades também envolveram discussões sobre projetos de extensão e possibilidades de captação de recursos. Em reunião com diretores de centros e coordenadores de cursos, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, abordou demandas acadêmicas e mecanismos de fomento às ações extensionistas desenvolvidas no campus.
Entre os projetos apresentados à Reitoria, esteve a proposta de criação de uma trilha agroecológica no campus Floresta, apresentada pela professora Sonaira Souza da Silva. A iniciativa pretende utilizar a natureza como espaço educativo, com previsão de visitação pública, construção de um quiosque para exposição de produtos desenvolvidos em experimentos e projetos universitários e instalação de uma torre de aproximadamente 30 metros para observação do dossel da floresta.
Prática jurídica e inclusão
A agenda contemplou ainda uma reunião com o professor Daniel de Faria Galvão, do curso de Direito, que apresentou demandas relacionadas ao funcionamento do curso, especialmente às necessidades do Núcleo de Prática Jurídica. Ele manifestou satisfação com a receptividade da nova gestão e a abertura para discutir as questões apresentadas.
As políticas de inclusão e representatividade estudantil também fizeram parte das atividades. A pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, reuniu-se com representantes do Núcleo de Apoio à Inclusão para conhecer demandas relacionadas ao atendimento da comunidade acadêmica.
Em outro encontro, o estudante Samuel Lima Pereira Arara, representante do coletivo indígena da Ufac, apresentou questões relacionadas à representatividade, à participação em eventos e à proposta de criação de uma comissão para acompanhar as demandas dos estudantes indígenas.

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Clube do Livro Amaro comemora 3 anos de leituras e discussões — Universidade Federal do Acre
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28 de outubro de 2026O projeto de extensão Clube do Livro Amaro, da Ufac, completa, neste mês de outubro, três anos de atividades dedicadas à leitura e à discussão de obras da literatura brasileira e mundial, reunindo participantes com diferentes formações, trajetórias e experiências de leitura. Criado em outubro de 2023, o projeto é coordenado pelos professores Carlisson de Oliveira e Maysa Dourado.
Segundo os coordenadores, a celebração do terceiro aniversário representa um momento de reconhecimento da trajetória construída coletivamente e, sobretudo, da importância dos participantes para a continuidade do projeto.
“Ao longo desse período, o clube tornou-se um espaço em que diferentes olhares sobre uma mesma obra se encontram, se complementam e, muitas vezes, se contrapõem, fazendo da leitura uma experiência de troca e descoberta”, ponderaram. “Ao completar três anos, o Clube do Livro Amaro reafirma seu compromisso com a valorização da literatura, a formação de leitores e o fortalecimento dos vínculos entre a universidade e a sociedade.”
Trajetória
O clube iniciou suas atividades com a leitura de “Medeia”, de Eurípides. Na sequência, foram discutidas as obras “Gota d’Água”, de Chico Buarque e Paulo Pontes, e “Mata Teu Pai”, de Grace Passô, estabelecendo, desde os primeiros encontros, um diálogo entre obras de diferentes períodos históricos e tradições literárias.
Ao longo desses três anos, o grupo percorreu um repertório diversificado, que inclui clássicos como “Odisseia”, de Homero; “Orgulho e Preconceito”, de Jane Austen; “Hamlet”, de William Shakespeare; e “O Velho e o Mar”, de Ernest Hemingway. A literatura brasileira também ocupa lugar de destaque, com obras de Machado de Assis, Conceição Evaristo, Milton Hatoum, Rachel de Queiroz, Maria Firmina dos Reis, José Lins do Rego, entre outros.
O percurso de leituras contempla ainda diferentes vozes e perspectivas culturais, com obras de autoras como Toni Morrison, Paulina Chiziane, Isabel Allende e Marguerite Yourcenar, ampliando as discussões sobre identidade, memória, relações humanas, desigualdades sociais e questões históricas e culturais.

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Ufac celebra o Dia do Servidor Público no campus Floresta — Universidade Federal do Acre
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28 de outubro de 2026A Ufac realizou a comemoração do Dia do Servidor Público no campus Floresta. O evento ocorreu nessa terça-feira, 27, reunindo professores, técnico-administrativos, integrantes da administração superior e de sindicatos. A programação contou com a cerimônia de entrega das portarias para a nova diretoria da universidade em Cruzeiro do Sul (AC) e a entrega de crachás aos servidores.
O reitor Josimar Ferreira entregou as portarias que designam o professor Hugo Mota Ferreira Leite como diretor-geral do campus e o servidor técnico-administrativo Anselmo de Jesus Damasceno como diretor de Administração, Manutenção e Infraestrutura.
Ele também fez a entrega simbólica de crachás a quatro servidores, sendo que cada um contabiliza 20 anos de trabalho na Ufac: os técnicos em assuntos educacionais Alexon de Lima Moura Barros e Fernanda Cristina Jucá de Lima; os professores Francisco Ricardo Negri e Maria Aldecy Rodrigues de Lima.
Além disso, houve uma apresentação institucional ministrada pelo coordenador da área de saúde dos Serviços Social do Transporte (Sest) e Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) de Cruzeiro do Sul, Francisco da Silva Souza, destacando os benefícios da parceria firmada com a universidade. Para celebrar a data, a administração realizou, ainda, sorteios comemorativos conduzidos pelo reitor.
Também compuseram a mesa de solenidade a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Antonio Amaro; o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; o pró-reitor de Planejamento, Edcarlos Miranda; o pró-reitor de Administração, Tony Eli da Silva Roca; a vice-diretora do CEL, no exercício da direção, Francisca Adma de Oliveira Martins; o diretor do CMulti, Antonio William Flores de Melo; o coordenador de Gestão de Recursos Humanos, Jason de Oliveira Gomes; a representante da Adufac, Suerda Mara Monteiro Vital; e o representante do Sintest, Bruno César Mota Brandão.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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