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A maioria dos eleitores dos EUA diz que a democracia está ameaçada, mas está dividida sobre quem culpar, mostra a pesquisa | Eleições dos EUA 2024
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2 anos atrásem
Edward Helmore
Quase metade Eleitores dos EUA pensam que o governo faz um mau trabalho na representação das pessoas comuns, metade está céptica quanto ao funcionamento da auto-governação e três quartos pensam que a democracia está ameaçada, de acordo com uma das últimas sondagens antes da Eleições presidenciais de 5 de novembro.
A pesquisa, publicada domingo pela New York Times em colaboração com o Siena College, esboçou um cenário político profundamente dividido. Ambos os lados da divisão expressaram desconfiança um do outro – e dúvidas em geral sobre o tipo de democracia dos EUA.
Mas juntam-se a uma perceção geral: a maioria disse que o país estava assolado pela corrupção, com 62% a dizer que o governo estava a trabalhar principalmente para servir a si próprio e às elites do que qualquer propósito mais amplo de bem coletivo.
Cinquenta e oito por cento dos eleitores entrevistados indicaram que os sistemas financeiro e político do país precisavam de grandes mudanças ou de uma revisão completa.
Um nacional separado enquete publicado um dia antes descobriu que Kamala Harris estava em um impasse com Donald Trump enquanto procura regressar à Casa Branca – uma queda de três pontos para o vice-presidente numa sondagem semelhante no início de Outubro.
Essa sondagem suscitou receios entre alguns de que o candidato democrata pudesse perder o voto popular – uma reversão das últimas quatro eleições. Ambos os candidatos representam 48% a nível nacional, abaixo dos 49% de Harris e dos 46% de Trump semanas antes.
Um vislumbre de positividade da última pesquisa que avalia a confiança na democracia dos EUA: quase 80% dos eleitores dos principais partidos e dos independentes disseram confiar que os resultados da próxima semana seriam precisos, apesar dos esforços sustentados de Trump para questionar a integridade do voto nesta corrida e aquele que ele perdeu para Joe Biden em 2020.
Isso é uma melhoria em relação a dois anos atrás, quando apenas cerca de 70% disseram estar confiantes nos resultados.
Mas o enquete os números também apontaram para uma profunda desconfiança no universo da informação: 21% disseram que os grandes meios de comunicação social eram bons para a democracia e 55% disseram que eram maus. Relativamente às redes sociais, 21% dos entrevistados disseram que era bom para a democracia e 51% disseram que era mau.
Atribuir a culpa global pela divisão dependia da filiação política, concluiu a pesquisa do Times.
Os democratas definiram Trump como a ameaça central à democracia. Os republicanos viam Harris, Biden e os democratas em geral como maus para a democracia – mas também apontaram para um subconjunto de preocupações, incluindo votação por correiournas eletrônicas, imigração e justiça.
O Times sugeriu que a preocupação democrata com Trump poderia explicar por que a campanha de Harris mudou seu tom eufórico inicial para uma mensagem sustentada sobre uma vitória de Trump representando “um deslize sombrio para fascismo”.
após a promoção do boletim informativo
Vinte e um por cento – 9% menos do que há dois anos – disseram que era permitido a um presidente sair do Estado de direito para atingir os seus objectivos. E seis em cada dez disseram não estar confiantes de que Trump aceitaria os resultados da votação de 5 de Novembro se perdesse.
Mas a sondagem também concluiu que os eleitores “não acreditaram necessariamente” em algumas das retóricas mais inflamadas de Trump, embora os especialistas em autoritarismo tenham alertado que esta deveria ser levada a sério.
Menos de metade disse acreditar na sua ameaça de usar a guarda nacional para lidar com o que Trump chamou de “inimigo interno”. Mas três quartos disseram que levaram a sério as suas ameaças de deportar imigrantes indocumentados em grande escala.
Separadamente, uma CNN enquete publicado na segunda-feira descobriu que 56% dos eleitores registrados disseram ter alguma ou nenhuma confiança no Suprema Corte dos EUA e a sua maioria conservadora – incluindo três juízes nomeados durante a presidência de Trump – para tomar as decisões corretas em quaisquer casos legais relacionados com as eleições de 2024.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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