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A nomeação de Pete Hegseth à frente do Pentágono por pouco confirmada pelo Senado

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Pete Hegseth, durante sua audiência no Senado Americano, no Capitólio em Washington, em 14 de janeiro de 2025.

Demorou pouco. Graças ao voto decisivo do novo vice-presidente, JD Vance, confirmou o Senado Americano, sexta-feira, 24 de janeiro, a nomeação de Pete Hegseth como Ministro da Defesa de Donald Trump, apesar de muitas controvérsias sobre ele.

A nomeação para o Pentágono deste ex -major do Exército foi fortemente desafiada pelos democratas devidos, em particular a uma acusação de agressão sexual que datam de 2017, sua falta de experiência e suspeitas sobre o consumo de álcool excessivo.

Nos Estados Unidos, a Constituição exige que as nomeações de ministros e outros altos funcionários sejam confirmados por uma votação na Câmara Alta do Congresso. Mas, apesar de uma maioria republicana de 53 lugares em cada 100 no Senado, o novo vice-presidente, JD Vance, teve algo raro para decidir entre 50 votos contra 50 com sua voz decisiva.

Porque três funcionários eleitos republicanos votaram contra, dos quais, com uma certa surpresa, Mitch McConnell, ex -funcionário republicano. Lisa Murkowski, que também votou contra, disse anteriormente que esta nomeação despertou “Preocupações consideráveis” em que ela não pôde “Feche seus olhos”. Ela também cita a oposição expressa por Pete Hegseth à presença de mulheres nas tropas de combate. Desde suas declarações em novembro, o ex -soldado disse que retornou a essa oposição.

Um desejo de reformar o Pentágono

Pete Hegseth ficou conhecido pelos americanos nos últimos dez anos como apresentador da Fox News, o canal favorito do conservante nos Estados Unidos. Aos 44 anos, ele assumirá a liderança de um ministério com um orçamento faraônico de US $ 850 bilhões (cerca de 810 bilhões de euros) anualmente e empregando cerca de três milhões de soldados, reservistas e civis.

Sua principal missão, ele disse em meados de janeiro durante sua audiência de confirmação perante um comitê do Senado, será “Traga de volta a cultura do guerreiro” no Pentágono. Pete Hegseth garantiu repetidamente que queria reformar o Pentágono de cima para baixo, que se tornou “acordado” e adquiriu uma ideologia à esquerda, segundo ele.

O anúncio da nomeação de Pete Hegseth em novembro despertou um clamor em oposição. Diante da Comissão das Forças Armadas, os senadores democratas o haviam questionado notavelmente por uma acusação de agressão sexual.

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Datado de 2017 na Califórnia, ela emergiu após o anúncio de sua nomeação. O ex -soldado, que nega qualquer relacionamento não não atingido, alcançou um acordo financeiro de US $ 50.000 alguns anos depois com quem o acusou, para evitar a acusação.

Apoiado até o fim por Donald Trump

Os funcionários eleitos da oposição também desapareceram durante a audiência sua falta de experiência para dirigir um portfólio tão importante. “Sr. Hegseth, você não está qualificado”havia lançado o senador Tammy Duckworth. Este ex -piloto de helicóptero de combate no exército, amputado por ambas as pernas depois que seu aparelho foi alvo de um foguete no Iraque em 2004, criticado em comunicado na quarta -feira sua oposição à presença de mulheres nas tropas de combate.

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Pete Hegseth também é suspeito de ter consumo regular de álcool regularmente. “Um de seus colegas disse que você estava tão bêbado em um evento em um bar que você cantou” Kill todos os muçulmanos “”a senadora prevista Elizabeth Warren durante a audiência.

Apesar das controvérsias, Donald Trump manteve sua escolha a todo custo. Novamente sexta -feira, ele descreveu como“Bom homem”.

O mundo com AFP

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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