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A Nova Zelândia relaxa as regras de visto para atrair nômades e influenciadores digitais | Nova Zelândia

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Eva Corlett in Wellington

A Nova Zelândia relaxou suas regras de visto de visitante para atrair os chamados “nômades digitais” em uma tentativa de aumentar o turismo e a economia.

Os vistos de visitante agora permitirão que as pessoas trabalhem remotamente para um empregador estrangeiro enquanto visitam a Nova Zelândia por até 90 dias. O visto pode ser estendido até nove meses, mas os visitantes podem precisar pagar impostos durante esse período.

A ministra do Crescimento Econômico, Nicola Willis, disse que facilitando os nômades digitais – pessoas que trabalham remotamente enquanto viajam – para trabalhar na Nova Zelândia, aumentarão o apelo do país como destino. O visto se estenderia aos influenciadores, desde que estejam sendo pagos por uma empresa estrangeira.

“Simplesmente não ficaremos ricos em vender para nós mesmos”, disse ela em conferência de mídia, acrescentando que queria dar às pessoas boas razões para gastar e investir na Nova Zelândia. Trabalhadores de TI altamente qualificados dos EUA e do leste da Ásia serão direcionados em uma campanha promocional.

“Queremos mais riqueza e pessoas super talentosas entre os portões de chegada”, disse Willis.

Os nômades digitais trabalham para empresas estrangeiras, para que não competiriam com os neozelandeses por empregos locais, disse Willis, acrescentando que, embora alguns possam dobrar as regras, os benefícios superaram os riscos.

“Não vamos verificar quantos e -mails estão enviando e quantos dias estão gastando trabalhando. Só queremos que eles estejam aqui e gastando seu dinheiro suado. ”

A economia da Nova Zelândia sofreu após a pandemia Covid-19. Na semana passada, disse o HSBC mídia local O país experimentou a maior contração no PIB de qualquer país desenvolvido do mundo em 2024, devido a altas taxas de juros e desemprego.

O turismo também foi atingido. Antes da pandemia, o setor era a maior indústria de exportação da Nova Zelândia e entregou US $ 40,9 bilhões ao país. Os números mais recentes mostram que esses números estão subindo de volta, com o turismo gerando US $ 37,7 bilhões em 2023.

Mais de 50 países oferecem vistos de nômades digitais, no entanto, seus A presença nem sempre é bem -vinda. Os moradores que vivem na Espanha, Portugal e África do Sul criticaram o afluxo de turistas e nômades digitais por contribuir com a aglomeração e a tensão nos mercados imobiliários.

Respondendo ao anúncio, a porta -voz da oposição Barbara Edmonds criticou a falta de informações sobre o quanto isso aumentaria a economia, acrescentando que a política de Willis era um padrão duplo.

No ano passado, o governo alertou os funcionários do Serviço Público que o trabalho remotamente não era um direito. Ele também cortou quase 10.000 empregos do serviço público, a fim de economizar dinheiro.

“Com uma mão, ela está implorando aos estrangeiros que viessem aqui para trabalhar em casa, enquanto implementam políticas estritas em … funcionários públicos para impedir que eles façam o mesmo”, disse Edmonds. “Precisamos de soluções reais de longo prazo para o crescimento econômico … não é um golpe de açúcar de curto prazo”.



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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