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A oferta de Rachel Reeves para expandir Heathrow pode adicionar £ 40 às passagens aéreas | Raquel Reeves
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Helena Horton, Jessica Elgot and Heather Stewart
A oferta de Rachel Reeves para expandir Aeroporto de Heathrow poderia acrescentar £ 40 ao custo de uma passagem aérea, de acordo com a análise do próprio Tesouro.
A proposta da chanceler para minimizar as emissões de carbono de um Heathrow maior inclui o uso de combustíveis de aviação sustentáveis, que especialistas dizem são caros e dificilmente atingirão a escala necessária para a expansão da aviação.
Uma análise de custo-benefício do Tesouro vista pelo Guardian mostra que os combustíveis sustentáveis poderiam aumentar o custo de uma tarifa aérea de economia única em £ 37,80 até 2040. Não há planos para garantir que os passageiros frequentes, ou aqueles na primeira classe ou na classe executiva, assumam mais custos. o custo, com previsão de aumento dos preços dos ingressos.
A chanceler elaborou os planos climáticos em resposta às críticas do secretário de energia, Ed Miliband. Diz-se que ele alertou os colegas de gabinete que a expansão do aeroporto poderá colocar o Reino Unido em violação do seu orçamento de carbono juridicamente vinculativo, o que mantém o governo no caminho certo para cumprir a sua meta de emissões líquidas zero para 2050. Uma fonte importante disse que Reeves estava “entusiasmado” com Heathrow desde o verão e pressionava Miliband e a ex-secretária de transportes Louise Haigh.
e espera obter aprovação para os planos de expansão da cidade de Londres. Vários ministros ficaram tranquilizados com a proposta do chanceler de incluir planos para a utilização de combustíveis sustentáveis. No entanto, outros temem que esteja a dar prioridade ao crescimento económico a curto prazo em detrimento do combate à crise climática, que tem demonstrado ser susceptível de afectar economias de tanquecom mais frequência desastres naturais que destroem infra-estruturas, casas e o abastecimento de alimentos.
Reeves disse aos jornalistas no Fórum Económico Mundial em Davos, na quarta-feira, que ela vê o crescimento económico neste parlamento como mais importante do que o zero líquido. Solicitada a escolher entre as duas, ela disse: “Bem, se (o crescimento é) a missão número um, é obviamente a coisa mais importante”.
Há algum cepticismo em Whitehall e não só sobre o grau em que a expansão dos aeroportos contribuiria para o crescimento económico. O Departamento de Transporte sob Haigh encomendou um estudo sobre o impacto do crescimento numa terceira pista em Heathrow, que indicava que qualquer aumento no crescimento económico não seria imediato, uma vez que o aeroporto não veria quaisquer aviões adicionais até 2040. O maior aumento de passageiros também viria do trânsito – onde não há pagamento de direitos de passageiros aéreos.
Acredita-se que Reeves tenha dito aos colegas de gabinete que aumentar a quantidade de combustíveis sustentáveis que as companhias aéreas são obrigadas a usar compensará quaisquer emissões. Mas Alethea Warrington, chefe de aviação da instituição de caridade climática Possible, disse: “É uma fantasia que o governo tente afirmar que os chamados ‘combustíveis de aviação sustentáveis’ podem desfazer os danos climáticos causados pelas novas pistas. A oferta de combustíveis genuinamente sustentáveis para a aviação será extremamente pequena e nem de longe suficiente para satisfazer a actual procura da aviação, e muito menos para novas pistas. Quaisquer custos mais elevados deveriam recair sobre os passageiros frequentes e sobre aqueles que podem pagar para voar em primeira classe, e não sobre a maioria das pessoas, que já voam raramente, se é que voam.”
A análise do Tesouro afirma que 75% dos custos da utilização de combustível de aviação (SAF) mais sustentável serão repassados ao consumidor. Os responsáveis que redigiram o documento aceitaram isto, escrevendo que os bilhetes de avião não são suficientemente caros: “Os preços dos bilhetes não refletem o custo social total de voar e não incentivam suficientemente a adoção de soluções de descarbonização como o SAF”.
No momento, os aviões usam querosene altamente poluente como combustível de aviação. Podem reduzir as suas emissões até 80% utilizando biocombustíveis produzidos a partir de matérias-primas, óleos de cozinha ou culturas. No entanto, isto ocupa enormes quantidades de terra e utiliza culturas como combustível que poderia ser usado para alimentação. Pesquisa recente da Royal Society descobriu que o Reino Unido teria de dedicar metade das suas terras agrícolas ou mais do dobro do seu fornecimento total de eletricidade renovável para produzir combustível de aviação suficiente para cumprir as suas ambições de voo zero líquido. No ano passado, a Air New Zealand descartou sua meta de descarbonização para 2030, culpando as dificuldades na garantia de combustível de aviação sustentável.
Alex Chapman, economista sênior do New Economia Foundation, disse: “Precisamos de reduções de emissões em toda a economia agora e a aviação não pode receber um cartão para sair da prisão com base em combustíveis insustentáveis e argumentos duvidosos de crescimento. Em vez de combustíveis de aviação insustentáveis, o governo deveria procurar gerir a procura de voos através de ideias como uma taxa de passageiro frequente.”
A maioria dos ministros que votaram anteriormente contra a expansão dos aeroportos são considerados preparados para aceitar o crescimento dos quatro Londres aeroportos. Sete ministros, incluindo o primeiro-ministro, Keir Starmer, votaram contra a expansão no passado, bem como outros, incluindo o secretário do ambiente, Steve Reed, e Darren Jones, o secretário-chefe do Tesouro.
O Tesouro não quis comentar.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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