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A peça que mudou minha vida: Jim Broadbent no eletrizante épico Illuminatus de Ken Campbell! | Estágio

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Jim Broadbent

UM O professor da Lamda recomendou desde o início que eu poderia me adequar ao modo de trabalhar de Ken Campbell. Não tive coragem de fazer nada a respeito. Eventualmente eu liguei e ele disse: “Oh, isso é notável porque estou prestes a fazer a peça mais notável já feita no Planet World! Leia esses livros e venha bater um papo.” Então eu fiz.

Os Iluminados! A trilogia (de Robert Shea e Robert Anton Wilson) é uma espécie de peça de ficção científica, reunindo uma grande quantidade de teorias da conspiração então vigentes. É uma coisa enorme que se espalha por muitas histórias e personagens diferentes.

Era o verão quente de 76 e a peça começaria em Liverpool. Havia um personagem nos livros de Illuminatus! chamados chips de fissão. Acho que ele foi baseado em James Bond, então fui em frente e citei o livro com meu sotaque de Sean Connery.

Um iluminado! poster Fotografia: Cortesia de The Roundhouse

Se você quisesse estar nele, você poderia estar. Quer dizer, não acho que ele tenha rejeitado alguém. Um grupo extraordinariamente eclético de pessoas (que incluía Bill Nighy, Bill DrummondChris Fairbank e David Rappaport) apareceram, de todo o mundo, que ele convenceu a fazer parte deste evento notável para o Science Fiction Theatre de Liverpool. Acho que ele nunca fez testes como tal. Ele só queria saber o que você poderia fazer.

Então, todas as manhãs íamos à sala de ensaio na Mathew Street, em Liverpool, e as páginas do dia estavam lá. Eu me certifiquei de estar lá antes de qualquer outra pessoa, então pude escolher as partes boas. Acho que acabei jogando cerca de 12 em todas as cinco jogadas.

Ken estava em forma de gênio. Tão entusiasmado e tão engraçado; e ele me apresentou a um mundo totalmente novo do teatro e me mostrou como chamar a atenção do público. Foi uma educação enorme – e foi histericamente engraçado. Ele era tão brilhante e construtor de confiança. E eu, tendo acabado de fazer muitas repetições enfadonhas, achei isso totalmente libertador.

Ele nunca quis eufemismo dos atores. (A menos que ele diga: “Quero que você subestime isso ainda mais. Ainda menor que isso!”) Não. Ele só queria que você tivesse certeza de que era fascinante. A certa altura eu disse a ele: Ken, estou um pouco preocupado por estar ofuscando o ator cuja cena é esta. “Não se preocupe com isso. Se você é mais interessante do que ele, isso é problema dele.”

Ken promoveu-a sem remorsos e disse a todos que era a peça mais notável já feita. E ele pediu a todos os principais diretores de teatros da Inglaterra que viessem e participassem. Um ou dois, apenas brevemente, o fizeram. Enquanto estávamos em Liverpool, foi acordado que seríamos a primeira peça no teatro Cottesloe, em Londres.

Desde o início em Liverpool, fui meio amigo de Chris Fairbank; nós dois teríamos certeza de que chegaríamos ao trabalho mais cedo. Lembro-me de ter dito a ele na primeira semana: “De agora em diante, nossas vidas serão antes ou depois dos Illuminatus!” E era óbvio que algo muito emocionante estava acontecendo. Fomos para Amsterdã e depois Teatro Nacional. Todo mundo queria ver.

O Olivier acabara de abrir com uma produção enorme e problemática de Tamburlaine, o Grande, com Albert Finney. Houve muita controvérsia sobre isso e como era difícil. E quando Chris e Ken foram encontrar Peter Hall, Hall disse-lhes: “Então, como é dirigir uma peça de cinco horas? Como você faz isso, Ken? Ken disse: “Bem, é como fazer Tamburlaine, mas querendo para.”

Como dito a Lindesay Irvine



Leia Mais: The Guardian

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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