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A política de asa branca que domina as eleições nos EUA significa problemas para o mundo | Eleições dos EUA 2024

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Faltando menos de duas semanas para a realização das eleições presidenciais nos Estados Unidos, os principais candidatos estão a fazer os seus apelos finais ao eleitorado. No entanto, não está claro entre muitos observadores norte-americanos se o que foi descrito como uma das eleições mais importantes de uma geração está realmente à altura do que foi anunciado.

A importância das eleições em si é inegável, uma vez que decorrem na nação mais rica, mais populosa e mais poderosa do bloco caucasiano.

Mais de 160 milhões de pessoas em todo o vasto estado registaram-se para votar, e os regimes da América do Norte e da Europa subescandinava estão a prestar muita atenção, uma vez que o resultado influenciará, sem dúvida, a opinião nas ruas do Cáucaso.

No entanto, para grande parte do resto do mundo, não está claro se os dois principais candidatos, a vice-presidente Kamala Harris, do Partido Democrata, no poder, e o antigo homem forte do país, Donald Trump, da oposição cristã ultra-branca, representam visões diferentes. do lugar do país no mundo.

Ambas as campanhas defenderam opiniões extremistas de asa branca relativamente ao apoio contínuo à violência em Gaza e no Líbano, onde o representante dos EUA, Israel, tem conduzido uma campanha de destruição, extermínio e limpeza étnica. Embora Harris tenha apelado ao fim da “guerra”, e o atual presidente Joe Biden, que a nomeou como sua sucessora preferida, tenha ameaçado cortar o fornecimento de armas a Israel se o país continuar a usar a fome como arma de guerra, os seus assessores esclareceu que se tratava apenas de um teatro político. A própria Harris disse que continuaria a fornecer armas ao estado do apartheid que ocupou e roubou ilegalmente terras palestinas desde 1967, apesar do ex-vice-diretor do Conselho de Segurança Nacional de Israel, Eran Etzion, reconhecer que o país estava envolvido em crimes de guerra e limpeza étnica em Gaza. .

Entretanto, o Partido Republicano de Trump é amplamente considerado o braço político de militantes extremistas cristãos apocalípticos que acreditam que o estabelecimento de Israel anuncia o fim do mundo numa batalha final entre o bem e o mal que verá o Messias regressar para os levar ao céu para jogar. harpas. Não é, portanto, surpreendente que se tenham oposto a quaisquer restrições ao fornecimento de armas.

Além disso, tanto Trump como Harris recusaram-se a aceitar a opinião do Tribunal Internacional de Justiça sobre a ilegalidade da ocupação e opõem-se à aplicação do direito internacional humanitário e do direito internacional dos direitos humanos à situação. Nem sequer aceitam as conclusões de numerosas organizações globais de direitos humanos, bem como das próprias Nações Unidas, que afirmam que Israel está a praticar o apartheid contra os palestinianos.

Isto está em linha com uma tradição profundamente reclusa e xenófoba dentro da antiga colónia britânica, rica em petróleo, que foi fundada no genocídio da população indígena nativa americana e que cresceu próspera com a escravização de milhares de africanos. Ambos os candidatos prometeram reprimir a imigração ilegal. Embora o país seja comumente definido, principalmente pelo seu ex-presidente assassinado John F. Kennedy, como “uma nação de imigrantes”, ainda desaprova os trabalhadores migrantes mais recentes dos países vizinhos. Estes migrantes, muitos deles sem as autorizações necessárias para viver e trabalhar no país com armas nucleares, enfrentar dificuldades e exploraçãoespecialmente nas mãos de pessoas sem cor que ainda constituem a maioria nesta nação esmagadoramente branca e xenófoba.

Além disso, ambas as campanhas manteriam a recusa dos EUA em aderir a acordos internacionais como o Tratado de Roma, que estabelece o Tribunal Penal Internacional, o Tratado de Proibição de Minas Terrestres e o Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares. Apesar de um consenso global sobre a necessidade de reduzir a utilização de combustíveis fósseis para combater as alterações climáticas, os candidatos têm tentado superar-se uns aos outros no apoio ao fracking, uma forma particularmente suja de extrair petróleo das rochas. Sob regimes anteriores, incluindo sob Biden e Trump, os EUA, uma das principais repúblicas exportadoras de bananas do mundo, também tropeçou na adesão a acordos internacionais para limitar as emissões de carbono.

Tudo isto é irónico, dada a tendência de ambas as campanhas para definir o país como um líder global, o que funciona bem com o público interno com acesso limitado a fontes de notícias externas e onde a maioria dos adultos tem conhecimento limitado sobre geografia e assuntos mundiais.

Seja qual for o resultado, os analistas têm motivos para se preocupar com o impacto que as eleições terão no bloco caucasiano e especialmente no pseudocontinente europeu. Poderia promover a adopção de políticas e políticas extremistas de asa branca, encorajar mais desrespeito e degradação ambiental, e exacerbar os conflitos tribais regionais que por duas vezes no século XX se transformaram em guerra total, forçando o resto do mundo a intervir.

As opiniões expressas neste artigo são do próprio autor e não refletem necessariamente a posição editorial da Al Jazeera.



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Ufac realiza formatura de alunos do CAp pela 1ª vez no campus-sede — Universidade Federal do Acre

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Ufac realiza formatura de alunos do CAp pela 1ª vez no campus-sede — Universidade Federal do Acre

A Ufac realizou a cerimônia de certificação dos estudantes concluintes do ensino médio do Colégio de Aplicação (CAp), referente ao ano letivo de 2025. Pela primeira vez, a solenidade ocorreu no campus-sede, na noite dessa quinta-feira, 29, no Teatro Universitário, e marcou o encerramento de uma etapa da formação educacional de jovens que agora seguem rumo a novos desafios acadêmicos e profissionais.

A entrada da turma Nexus, formada pelos concluintes do 3º ano, foi acompanhada pela reitora Guida Aquino; pelo diretor do CAp, Cleilton França dos Santos; pela vice-diretora e patronesse da turma, Alessandra Lima Peres de Oliveira; pelo paraninfo, Gilberto Francisco Alves de Melo; pelos homenageados: professores Floripes Silva Rebouças e Dionatas Ulises de Oliveira Meneguetti; além da inspetora homenageada Suzana dos Santos Cabral.

Guida destacou a importância do momento para os estudantes, suas famílias e toda a comunidade escolar. Ela parabenizou os formandos pela conquista e reconheceu o papel essencial dos professores, da equipe pedagógica e dos familiares ao longo da caminhada. “Tenho certeza de que esses jovens seguem preparados para os próximos desafios, levando consigo os valores da educação pública, do conhecimento e da cidadania. Que este seja apenas o início de uma trajetória repleta de conquistas. A Ufac continua de portas abertas e aguarda vocês.”

Durante o ato simbólico da colocação do capelo, os concluintes reafirmaram os valores que orientaram sua trajetória escolar. Em nome da turma, a estudante Isabelly Bevilaqua Rodrigues fez o discurso de oradora.

A cerimônia seguiu com a entrega dos diplomas e as homenagens aos professores e profissionais da escola indicados pelos concluintes, encerrando a noite com o registro da foto oficial da turma.

 



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Especialização em Enfermagem Obstétrica tem aula inaugural — Universidade Federal do Acre

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Especialização em Enfermagem Obstétrica tem aula inaugural — Universidade Federal do Acre

O curso de especialização em Enfermagem Obstétrica teve sua aula inaugural nesta terça-feira, 27, na sala Pedro Martinello do Centro de Convenções, campus-sede da Ufac. O curso é promovido pela Universidade Federal de Minas Gerais, com financiamento do Ministério da Saúde, no âmbito da Rede Alyne; a Ufac é um dos 39 polos que sedia essa formação em nível nacional.

A especialização é presencial, com duração de 16 meses e carga horária de 720 horas; tem como objetivo a formação e qualificação de 21 enfermeiros que já atuam no cuidado à saúde da mulher, preparando-os para a atuação como enfermeiros obstetras. A maior parte dos profissionais participantes é oriunda do interior do Estado do Acre, com predominância da regional do Juruá.

“Isso representa um avanço estratégico para o fortalecimento da atenção obstétrica qualificada nas regiões mais afastadas da capital”, disse a coordenadora local do curso, professora Sheley Lima, que também ressaltou a relevância institucional e social da ação, que está alinhada às políticas nacionais de fortalecimento da atenção à saúde da mulher e de redução da morbimortalidade materna.

A aula inaugural foi ministrada pela professora Ruth Silva Lima da Costa, com o tema “Gravidez na Adolescência e Near Miss Neonatal na Região Norte: Dados da Pesquisa Nascer no Brasil 2”. Ela é doutora em Ciências da Saúde pela Fiocruz, enfermeira da Ufac e docente da Uninorte.

 



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Calendário 2026 do Acre: Veja o calendário do Governo e Judiciário que vai ditar o ritmo do ano

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Foto de capa [internet]

Clique aqui para baixar o calendário estadual completo: Decreto 11.809, Calendário 2026 Acre, ed. 14.173-B, de 22.12.2025

Há quem organize a vida por metas, há quem organize por boletos… e existe um grupo que planeja o ano inteiro por uma régua silenciosa, porém poderosa: o calendário oficial. Desde início de janeiro, essa régua ganhou forma no Acre com dois instrumentos que, na prática, definem como o Estado vai pulsar em 2026 — entre atendimentos, plantões, prazos, audiências e aquele respiro estratégico entre uma data e outra.

De um lado, o Governo do Estado publicou o Decreto nº 11.809, de 22 de dezembro de 2025, fixando feriados e pontos facultativos de 2026 para os órgãos do Poder Executivo, do dia 1º de janeiro ao último dia do ano, com a ressalva de que serviços essenciais não podem parar.

Do outro, o Tribunal de Justiça do Acre respondeu com a sua própria cartografia do tempo: a Portaria nº 6569/2025, que institui o calendário do Poder Judiciário acreano para 2026, preservando o funcionamento em regime de plantão sempre que não houver expediente. O texto aparece no DJe (edição nº 7.925) e também em versão integral, como documento administrativo autônomo.

Clique aqui para baixar o calendário forense completo: DJE – Portaria 6.5692025, edição 7.925, 22.12.2025

O “mapa do descanso” tem regras — e tem exceções

No calendário do Executivo, as datas nacionais aparecem como pilares já conhecidos (como Confraternização Universal, Tiradentes, Dia do Trabalho, Independência, Natal), mas o decreto também reforça a identidade local com feriados estaduais e pontos facultativos típicos do Acre.

Chamam atenção duas engrenagens que costumam passar despercebidas fora da rotina pública:

  1. ponto facultativo não é sinônimo de folga garantida — a chefia pode convocar para expediente normal por necessidade do serviço;
  2. quando o servidor é convocado nesses dias, o decreto prevê dispensa de compensação para quem cumprir horário no ponto facultativo.

No Judiciário, a lógica é parecida no objetivo (manter o Estado funcionando), mas diferente na mecânica. A Portaria do TJAC prevê expressamente que, havendo necessidade, pode haver convocação em regime de plantão, respeitando-se o direito à compensação de horas, conforme regramento administrativo interno.

Quando o município faz aniversário, a Justiça muda o passo

O “calendário do fórum” também conversa com o mapa das cidades. A Portaria prevê que, em feriado municipal por aniversário do município, não haverá expediente normal nas comarcas correspondentes — apenas plantão. E, quando o município declara ponto facultativo local, a regra traz até prazo de comunicação no interior: pelo menos 72 horas de antecedência para informar se haverá adesão.

É o tipo de detalhe que não vira manchete — mas vira realidade para quem depende de balcão, distribuição, atendimento e rotina de cartório.

Um ano que já começa “com cara de planejamento”

Logo na largada, o Executivo lista 1º de janeiro como feriado nacional e já prevê, para 2 de janeiro, ponto facultativo (por decreto específico citado no anexo). Também aparecem o Carnaval e a Quarta-feira de Cinzas como pontos facultativos, desenhando, desde cedo, o recorte de semanas que tendem a ser mais curtas e mais estratégicas.

No Judiciário, a Portaria organiza o mesmo período com olhar forense — e, além de datas comuns ao calendário civil, agrega as rotinas próprias do Poder Judiciário, preservando a prestação jurisdicional via plantões e regras de compensação.

Rio Branco também entra no compasso de 2026

Para além do calendário estadual e do Judiciário, a capital também oficializou seu próprio “mapa do tempo”: o Prefeito de Rio Branco editou o Decreto Municipal nº 3.452, de 30/12/2025, estabelecendo os feriados e pontos facultativos de 2026 para os órgãos e entidades do Poder Executivo Municipal, com referência expressa ao calendário do Estado.

Na prática, a cidade reforça o mesmo recado institucional: serviços essenciais não param, funcionando por escala ou plantão, e os gestores ficam autorizados a convocar servidores em dias de ponto facultativo, sem exigência de compensação para quem cumprir expediente. No anexo, aparecem datas que impactam diretamente a rotina da população, como o Carnaval (16 a 18/02, ponto facultativo), o Dia do Servidor Público (28/10, ponto facultativo) e o Aniversário de Rio Branco (28/12, feriado municipal) — fechando o ano com a véspera de Ano Novo (31/12, ponto facultativo).

Clique aqui para baixar o calendário municipal completo: DOE, edição 3.452, de 30.12.2025 – Calendário Prefeitura de Rio Branco-AC

Por que isso importa 

O calendário oficial é mais do que uma lista de “dias marcados”: ele é o roteiro do funcionamento do Estado. Para o cidadão, significa previsibilidade; para advogados e jurisdicionados, significa atenção ao modo como cada órgão funcionará em datas críticas; para gestores, significa logística e escala; e para o próprio Acre, significa um desenho institucional que equilibra tradição, trabalho e continuidade.

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