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A Suprema Corte brasileira considera julgamento por Bolsonaro sobre alegações de golpe | JAIR BOLSONARO NEWS

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A Suprema Corte brasileira considera julgamento por Bolsonaro sobre alegações de golpe | JAIR BOLSONARO NEWS

Cinco juízes da Suprema Corte do Brasil concluíram o primeiro dia de procedimentos à medida que pesam se o ex -presidente Jair Bolsonaro será julgado por um suposto tentativa de golpe após sua perda nas eleições de 2022.

O promotor-geral Paulo Gonet argumentou na terça-feira que Bolsonaro supervisionou uma conspiração para derrubar o governo, incluindo supostos planos de envenenar seu rival eleitoral, presidente Luiz Inacio Lula da Silvae matar o juiz da Suprema Corte Alexandre de Moraes.

Gonet disse ao painel de cinco membros que Bolsonaro havia usado meios criminais para tentar permanecer no cargo “independentemente do resultado de 2022 eleições”.

Para um julgamento criminal prosseguir, a maioria dos cinco juízes deve votar a favor. Eles devem tomar uma decisão até quarta -feira. De Moraes está entre os juízes, considerando o caso.

A audiência de terça -feira é o resultado da decisão de Gonet de registrar acusações formais contra Bolsonaro e 33 aliados em 18 de fevereiro. Gonet disse aos juízes que havia uma preponderância de evidências contra os réus.

“A organização criminal documentou seu projeto e, durante as investigações, manuscritos, arquivos digitais, planilhas e trocas de mensagens”, disse Gonet.

Bolsonaro enfrenta cinco acusações, incluindo “a tentativa de abolição violenta do estado de direito democrata” e prejudicar a propriedade do governo. A polícia federal o indiciou inicialmente em um relatório de 884 páginas em novembro.

O Bolsonaro de extrema direita e seus aliados têm criticou as acusações Como parte de uma conspiração elaborada por seus rivais políticos para impedir que ele concorra à presidência novamente.

Em 2023, em 2023, um painel de juízes já decidiu proibir Bolsonaro de manter o cargo público até 2030, com base em que ele usou seu poder como presidente para semear dúvidas sobre o sistema de votação do país.

Mas Bolsonaro negou qualquer irregularidade. Ele enfrenta uma variedade de investigações e sondas, algumas relacionadas a suas ações durante as eleições de 2022 e outras referentes a acusações de lavagem de dinheiro e outros crimes.

“Eu sou inocente”, disse Bolsonaro em um podcast na segunda -feira. “Não tenho dúvidas de que, em 30 dias, eles vão me matar.” Ele não especificou quem o ameaçou.

Falando aos repórteres no dia seguinte no aeroporto de Brasilia, Bolsonaro, no entanto, expressou esperança de que o sistema de justiça o exonera.

“Estou bem. Sempre espero pela justiça. Nada é substanciado nas acusações, feitas de maneira tendenciosa, pela polícia federal”, disse Bolsonaro.

As acusações se concentram na preparação e nas consequências das eleições de 2022. Mesmo antes da primeira votação, Bolsonaro se espalhou falsa rumores que o Brasil Sistema de votação eletrônica não poderia ser confiável.

A corrida entre Bolsonaro, o titular e o Lula de esquerda estava apertado. Mas, em uma eleição de escoamento em 30 de outubro de 2022, Lula prevaleceu por margens estreitas, ganhando 50,9 % dos votos.

Bolsonaro, no entanto, não reconheceu publicamente a derrota. Em vez disso, ele e seus aliados procuraram desafiar sua perda com um queixa legalque foi finalmente jogado por falta de evidência.

Enquanto isso, seus apoiadores inundaram as ruas, com caminhoneiros bloqueando Principais estradas. A sede da polícia na capital, Brasília, era atacadoe a ameaça de bomba supostamente foi descoberto na preparação para a inauguração de Lula.

Mas as tensões atingiram um pico em 8 de janeiro de 2023, apenas alguns dias depois que Lula foi jurado.

Naquele dia, milhares de Os apoiadores de Bolsonaro invadiram a praça do Three Powers em Brasília, invadindo edifícios representando o Congresso, Presidência e Suprema Corte do país. O Congresso não estava em sessão na época, nem Lula em residência.

Desde então, a polícia federal do Brasil acusou Bolsonaro e seus aliados de tentar desencadear um “estado de cerco” que permitiria que os militares derrubassem o governo.

Aliados e críticos compararam Bolsonaro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que também rejeitou uma derrota nas eleições anteriores como fraudulento – sem prova.

Para Trump, essa perda ocorreu em 2020, quando foi derrotado pelo democrata Joe Biden. Trump voltou ao cargo depois de vencer a corrida de 2024.

Os aliados de Bolsonaro indicaram que esperam que Trump, agora cumprindo um segundo mandato, possa usar a influência dos EUA para levar as autoridades brasileiras a abandonar o caso e limpe o caminho para Bolsonaro fazer outra oferta presidencial.

Bolsonaro expressou uma forte afinidade pela ditadura militar do Brasil, que governou o país de 1964 a 1985.

Multidões de seus apoiadores se reuniram em frente ao quartel militar após as eleições de 2022, pedindo que as forças armadas intervenham e impedissem Lula de tomar o poder.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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