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A taxa de desemprego da Alemanha sobe para 6,3% em março – DW – 28/03/2025
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Alemanha mercado de trabalho mostrou novo Sinais de estresse À medida que o desemprego aumentou acentuadamente em março, marcando o aumento mensal mais íngreme desde outubro de 2024.
O número de indivíduos sem emprego aumentou 26.000 em termos ajustados sazonalmente, elevando o total para 2,92 milhões, informou o Escritório Federal do Trabalho na sexta -feira. A figura mais que dobrou as previsões de um aumento de 10.000.
A taxa de desemprego ajustada sazonalmente subiu para 6,3%, acima de 6,2% no mês anterior – também um pouco acima das previsões do mercado.
A recuperação da primavera diminuiu por problemas econômicos
“Março marca o início da chamada recuperação da primavera no mercado de trabalho. Este ano, no entanto, o crise econômica está visivelmente desacelerando -o ”, disse Andrea Nahles, chefe da Agência Federal de Emprego.
Os legisladores alemães estabelecidos para votação histórica nas regras de dívida
A Alemanha, que agora experimentou dois anos consecutivos de contração econômica, ainda está lutando com fraquezas persistentes, especialmente na produção industrial.
O Escritório do Trabalho informou que o número de vagas de emprego diminuiu acentuadamente para 643.000 em março – 64.000 a menos do que no mesmo período do ano passado – indicando uma demanda enfraquecida por trabalhadores.
O desemprego permaneceu abaixo da marca de 3 milhões na última década, mas as tendências atuais sugerem que isso pode mudar em breve.
Lutas da indústria automobilística em meio a novas tarifas dos EUA
Os desafios econômicos da Alemanha são mais visíveis em seu setor automático principal, onde empresas gostam Volkswagen está cortando trabalhos em resposta à queda da demanda.
Mais pressão ocorreu nesta semana depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um 25% de tarifa em veículos importadosum movimento que deve atingir Fabricantes alemães duro.
“A Alemanha está na linha de tiro imediata”, disse Gaurav Ganguly, diretor de pesquisa econômica da Moody’s Analytics, à Reuters News Agency.
“Se a política permanecer em vigor, as consequências para a confiança e o emprego do consumidor no setor automobilístico e além são graves”, afirmou.
O sentimento do consumidor mostra uma mudança mínima em meio à incerteza política
Uma pesquisa separada divulgada na sexta -feira mostrou que a confiança do consumidor alemão permanece praticamente inalterada em abril.
De acordo com o Instituto de Pesquisa de Mercado da GFK e o Instituto de Decisões de Mercado de Nuremberg (NIM), o índice de sentimentos do consumidor chegou a -24,5 a partir de -24,6 no mês anterior, ficando aquém da melhoria esperada para -22,7.
Apesar de menores ganhos nas expectativas de renda e no sentimento de compra, uma tendência crescente entre as famílias a economizar continua a suprimir a recuperação mais ampla.
“Uma formação rápida de um governo e a adoção precoce de um orçamento para este ano seriam um fator importante para mais segurança de planejamento – não apenas para as empresas, mas também para famílias particulares”, disse Rolf Buerkl, da NIM.
Formação do governo em andamento como economia busca direção
O bloco conservador da Alemanha, liderado por Friedrich Merz, está atualmente envolvido em negociações de coalizão com os social -democratas.
Ambos os lados pretendem formar um governo ou logo após a Páscoa, embora as principais divergências – incluindo a imigração —Mon -re -resolvido.
Na semana passada, o parlamento da Alemanha aprovou uma grande revisão fiscal e a maior pacote de gastos Em sua história do pós -guerra, com o objetivo de revitalizar a economia lenta e aumentar os gastos com defesa. No entanto, os economistas alertam que é improvável que qualquer recuperação seja imediata.
A dívida da Alemanha da Alemanha será recompensada?
Editado por Sean Sinico
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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